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O OTIMISMO NÃO GARANTE NENHUMA VITÓRIA MAS O PESSIMISMO CERTAMENTE DETERMINA TODA DERROTA"
Pode parecer algo óbvio e desnecessário mas penso não ser: após crer e ter um conhecimento de Deus, novo, real incomparavelmente melhor e maior ao tempo de ignorância e indiferença, um cristão, um crente pode se tornar um estorvo e uma péssima influência no mundo e um desastre no avanço do Reino de Deus!
E isso pode ser tão efetivo, real e repetitivo que pode estar acontecendo a uma pessoa agora, a um grupo de crentes, a uma famĺlia e a uma denominação inteira e isso já aconteceu tantas e tantas vezes e mais uma vez novamente.
Por que se dá isso?
Primeiramente, penso, é uma opinião e uma observação, se deve ao nosso orgulho advindo do tempo e do julgamento inconsciente que cada vez sabemos mais, podemos mais e somos melhores diante de Deus, algo que na maioria das vezes não é, não corresponde a mais estrita verdade.
Biblicamente, se observarmos os seus muitos relatos e biografia de pessoas que conheceram a Deus, não foi o tempo que conheceram a Deus que os fez melhores e exemplares em algum tempo, mas a atitude que tiveram em alguma ocasião da vida!
Isso basicamente significou que alguém na Bíblia e hoje pode ter sido melhor diante de Deus, em um momento anterior ao seus últimos momentos e experiência, independente de quanto tempo tenha decorrido na sua vida ou exatamente em que época ocorreu a melhor de suas experiências com Deus!
Evidentemente há na Bíblia e em nossas vidas exemplos que constituem exceções a isso: o ladrão que creu na cruz, o seu melhor momento foi o último, já Judas Iscariotes ( poucos lembram e mencionam isso ) teve alguns momentos em que conseguiu realizar de algum modo a vontade de Deus. Entretanto, sem dúvidas, o seu último ou últimos momentos, foram os piores espiritualmente de toda a sua vida!
Entretanto, nós individualmente e muita vezes como denominação, isso não ocorre, pelo menos da maneira como inconscientemente aceitamos ou imaginamos: com o tempo ficamos mais crentes, com mais fé, mais visão da obra e do Reino de Deus, infelizmente essa não é sempre a realidade.
É muito comum lembrarmos de Elias, o grande profeta, que após vitórias e manifestações inigualáveis de Deus fica deprimido, medroso e se esconde, se lamenta e pede a morte.
Elias entretanto direcionou o seu pessimismo e descrença contra si mesmo, nós direcionamos contra os outros, contra irmãos e contra igrejas, denominações, pastores e hierarquia. Não porque não haja motivos, evidências de erros e falhas, não se trata disso, a nossa insatisfação e desconforto, muitas vezes são reais, a atitude é que é frequentemente errada!
Nos colocamos como superiores seja a uma pessoa, o que ela faz, a uma denominação, a uma igreja, a uma teologia. Isso por si já denota engano e soberba, porque simplesmente porque essas pessoas ou grupos, ou ainda uma denominação inteira, incorra em um despropositado erro, alguma coisa de correto talvez estejam ainda produzindo, ou tenham produzido muito mais do que poderíamos fazer, mas mesmo assim, como um cavalo em loja de porcelana jogamos tudo ao chão, independentemente do dano que será produzido em alguém, de alguma maneira. Aliás, qualquer um de nós é muito mais eficiente na destruição do que de outra maneira.
Não estou dessa maneira negando o erro, que ocorre por diversos motivos não perceptíveis por quem os comete, muitas vezes consequência de um pragmatismo ou de uma teorização inconsequente e mal avaliada.
Só Deus é capaz e hábil para fazer um perfeito julgamento, nenhum de nós, nem mesmos os apóstolos, tão próximos do Senhor Jesus e tão detentores da revelação inerrante dos tempos bíblicos.
Advirto aos amados irmãos, a partir da minha experiência e observação: qualquer denominação, líder denominacional, pastor local e irmãos em Cristo enfiarão os pés pelas mãos em algum momento e em muitos momentos, e a igreja que você frequenta ou teve a sua experiencia com Deus mudará tantas vezes para pior e para melhor e em muitas ocasiões, em ambas as direções, que provavelmente o que parecerá confortável e animador para os que chegam a ela todos os dias, será terrivelmente desanimador para você. Isso sempre aconteceu e acontecerá tantas e tanta vezes até o fim das coisas e a até a volta do Senhor Jesus.
Não se engane, não se surpreenda, não desanime, mesmo que, e é verdade, você tenha até que tomar uma decisão divorciante e ter que se reunir a outro grupo de crentes em outro lugar! Entretanto não remova certos marcos antigos e não edifique coisas desnecessárias. Apenas corrija o que deva ser corrigido e reafirme verdades bíblicas relevantes e importantes.
Não fomos salvos para sermos religiosos mas luzes em um mundo tenebroso, temos a promessa do próprio Senhor Jesus de que quem o seguisse de fato, não andaria em trevas, mas teria a luz da vida, o Deus Espírito Santo nos guiaria em todas as coisas.
Mas como alinhar essas promessas com tantos erros de tantos crentes e nossos mesmos? segundo essas duas promessas não haveria erros ou enganos acidentais, não é mesmo?
Sempre que deixamos a dependência humilde, passamos a ser mais teóricos, teológicos em nome de uma sapiência orgulhosa, passando a julgadores presunçosos nos colocamos numa atitude de independência, nos fazendo a nós mesmos o padrão das demais coisas que passam a ser satélites de nossas próprias vidas.
Um exemplo prático: uma certa denominação tem milhares ou milhões de membros ( o exemplo se aplica a grandes e novas denominações como históricas ou outras quaisquer com apenas dezenas de famílias ou centenas delas ) e comete certos "erros" de acordo com a minha visão pessoal das coisas, repentinamente, em uma pregação ( já vi isso, não uma ou apenas algumas vezes ) ou em uma postagem na web, eu me elejo juiz máximo dessas dez milhões de pessoas! e sinto um enorme prazer nisso!
Qual de nós, sinceramente, não fez algo semelhante e não sentiu o mesmo estranho prazer?
Fazemos isso todos os dias e em todos os momentos se não vigiarmos a nós mesmos!
O que seria o mais correto e justo fazer? biblicamente fazer?
Orar pelo líder de tal denominação! orar para cada pastor e pessoa que ensina, que prega e orar para que Deus preserve o que é feito de correto e aperfeiçoe a sua obra naquela igreja ou denominação.
Hoje em tempo de acirrada e infantil concorrência ( pastores sem admiração mútua copiam estratégias dos concorrentes inconfessada e descaradamente! ) torcem para que pessoas debandem de tal denominação a qual se aponta erros e que venham para a sua!
A história nos dá provas e testemunho que até o Catolicismo Romano se constituiu uma resistência a coisas piores como o domínio islâmico na velha Europa e a consequente e inevitável colonização islâmica das Américas! com todo erro teológico, com toda idolatria e superstição, o catolicismo preservou a história bíblica de Jesus.
Certo historiador afirmara que não se julga a história real pelo seu final, discordo em parte dessa afirmação: humanamente na nossa limitação, é exatamente pelo final das coisas que aferimos o que foi bom ou efetivamente terrível em certo lugar e tempo.
Finalmente, quando desastrosamente julgamos, não que não devamos de todo nos abster de julgamento, a Bíblia nos diz quando e quando não julgar ( examine você mesmo os vários textos e passagens sobre o julgamento nas Escrituras ) afirmamos que Deus se mostra incapaz de cuidar da Sua Igreja e de levar o Seu Reino avante!
Responda sinceramente:
Você acha sinceramente que Deus está falhando em permitir certas coisas ou de deixar que as coisas aconteçam como acontecem? estaria Ele, o Senhor Jesus falhando na condição da Sua Igreja, no penoso embate e conquista nesse mundo?
A minha resposta e convicção pessoal é que NÃO!
O nosso DEUS TEM TODO O CONTROLE SOBRE A SUA IGREJA!
Ele está plenamente operante nela!
Particularmente no que se refere ao Brasil, Deus sabe o que faz, o que Ele permite e na Sua plena paciência e amor, a igreja não perdeu a rota, embora muita coisa secundária se mostre como erros e artificialidade.
Há indubitavelmente um grande mover de Deus sobre o Brasil, bem como sobre o mundo, embora as forças malignas tenham se levantado feroz e ativamente para atrasar e deter se possível o avanço do Reino de Deus no Brasil e no mundo!
Lembrando de certa narrativa bíblica, cada um de nós, necessita que Deus abra os nossos olhos para finalmente vermos que há muito mais por nós do que contra nós!
Você acha que Deus possa ser realmente detido?
Ele pode ( e nas Escrituras vemos isso ) deixar de fazer algo pelo e para o homem, enquadrado naqueles "ses", quando Deus põe diante de nós uma de duas opções, entretanto o que Ele tenha já determinado não pode ser mudado, atrasado ou mesmo detido!
O Senhor Jesus disse que "as portas do inferno não prevaleceriam sobre a Sua Igreja" e realmente não estão prevalecendo agora! Apenas cada um de nós pela fé deve e podemos escolher que realidade ( ou parte dela ) queremos de fato ver!
Qual realidade você, pela fé, quer ver?
Milhões de pessoas estão sendo salvas, conhecendo a Deus, amando-O, contrariamente as muitas vozes satânicas que dizem bem alto até no meio dos crentes " que a igreja não é mais a mesma". "que Deus não se importa com ela, com seus cultos e reuniões, que não ouve mais as orações desses crentes".
Se for ou se fosse a mais estrita verdade, deveríamos todos soberbamente desistirmos de ouvirmos uma pregação, de cantarmos ou ouvirmos uma canção o hino de louvor, de ficarmos reclusos em nossas próprias casas, amaldiçoando a todos os que se autodenominam crentes e cristãos.
A consequência final de tal pessimismo resultante de um orgulho e autopreservação é a queda e o aumento da descrença no que é mais importante; o evangelismo! é como se disséssemos a nós mesmos e a todo: nenhuma igreja, nenhuma denominação, nem a minha, nem aquela e aqueles que me levaram ao conhecimento precioso de Deus, valem a pena! não convido ninguém para nenhuma igreja, desestimulo todos à conversão e quem ainda não crê em Cristo que vá para o inferno, seja parente, amigo, chefe, patrão, mendigo, drogado, rico ou pobre.
E é exatamente isso que o Diabo deseja que os crentes sejam e a atitude que tenham como consequência última de seu orgulho e presunção!
Não sou (ou não devo ser ) crente pelo culto maravilhoso em minha igreja ou em qualquer outra! nem mesmo pelo culto tedioso, duvidoso em alguma outra igreja! sou crente e irmão de crentes, de cristãos em todos os lugares, desde que de alguma forma, haja a menor oportunidade de ser reafirmada a verdade que Jesus Cristo existe e é Senhor, embora sejamos todos de alguma forma, muito ou relativamente rebeldes e ignorantes em relação a Ele!
A minha melhor atitude é a de orar pelo ministro inconverso, incŕedulo, relutante, apenas teológico, denominacional, pecador, errático, para que Deus tenha misericórdia dele e do rebanho que o segue para que, ele e seu rebanho, ele e sua denominação, sejam sacudidos, convertidos como Pedro e como Paulo, e como no novo e renovado dia de Pentecostes o que era errático e dormente, ignorado, como o vale de ossos secos mostrado ao profeta Ezequiel, tudo se faça novo e esse exército de mortos e dormentes tenham vida, a verdadeira vida, para sim, todos nós, desse modo, possamos fazer a boa, agradável e perfeita vontade de Deus!
Que Ele se apiede-se de nós e nos abençoe a todos nesse sentido não nos deixando nos correr por alguma amargura e incredulidade! Amém!
Por Helvécio S. Pereira
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E isso pode ser tão efetivo, real e repetitivo que pode estar acontecendo a uma pessoa agora, a um grupo de crentes, a uma famĺlia e a uma denominação inteira e isso já aconteceu tantas e tantas vezes e mais uma vez novamente.
Por que se dá isso?
Primeiramente, penso, é uma opinião e uma observação, se deve ao nosso orgulho advindo do tempo e do julgamento inconsciente que cada vez sabemos mais, podemos mais e somos melhores diante de Deus, algo que na maioria das vezes não é, não corresponde a mais estrita verdade.
Biblicamente, se observarmos os seus muitos relatos e biografia de pessoas que conheceram a Deus, não foi o tempo que conheceram a Deus que os fez melhores e exemplares em algum tempo, mas a atitude que tiveram em alguma ocasião da vida!
Isso basicamente significou que alguém na Bíblia e hoje pode ter sido melhor diante de Deus, em um momento anterior ao seus últimos momentos e experiência, independente de quanto tempo tenha decorrido na sua vida ou exatamente em que época ocorreu a melhor de suas experiências com Deus!
Evidentemente há na Bíblia e em nossas vidas exemplos que constituem exceções a isso: o ladrão que creu na cruz, o seu melhor momento foi o último, já Judas Iscariotes ( poucos lembram e mencionam isso ) teve alguns momentos em que conseguiu realizar de algum modo a vontade de Deus. Entretanto, sem dúvidas, o seu último ou últimos momentos, foram os piores espiritualmente de toda a sua vida!
Entretanto, nós individualmente e muita vezes como denominação, isso não ocorre, pelo menos da maneira como inconscientemente aceitamos ou imaginamos: com o tempo ficamos mais crentes, com mais fé, mais visão da obra e do Reino de Deus, infelizmente essa não é sempre a realidade.
É muito comum lembrarmos de Elias, o grande profeta, que após vitórias e manifestações inigualáveis de Deus fica deprimido, medroso e se esconde, se lamenta e pede a morte.
Elias entretanto direcionou o seu pessimismo e descrença contra si mesmo, nós direcionamos contra os outros, contra irmãos e contra igrejas, denominações, pastores e hierarquia. Não porque não haja motivos, evidências de erros e falhas, não se trata disso, a nossa insatisfação e desconforto, muitas vezes são reais, a atitude é que é frequentemente errada!
Nos colocamos como superiores seja a uma pessoa, o que ela faz, a uma denominação, a uma igreja, a uma teologia. Isso por si já denota engano e soberba, porque simplesmente porque essas pessoas ou grupos, ou ainda uma denominação inteira, incorra em um despropositado erro, alguma coisa de correto talvez estejam ainda produzindo, ou tenham produzido muito mais do que poderíamos fazer, mas mesmo assim, como um cavalo em loja de porcelana jogamos tudo ao chão, independentemente do dano que será produzido em alguém, de alguma maneira. Aliás, qualquer um de nós é muito mais eficiente na destruição do que de outra maneira.
Não estou dessa maneira negando o erro, que ocorre por diversos motivos não perceptíveis por quem os comete, muitas vezes consequência de um pragmatismo ou de uma teorização inconsequente e mal avaliada.
Só Deus é capaz e hábil para fazer um perfeito julgamento, nenhum de nós, nem mesmos os apóstolos, tão próximos do Senhor Jesus e tão detentores da revelação inerrante dos tempos bíblicos.
Advirto aos amados irmãos, a partir da minha experiência e observação: qualquer denominação, líder denominacional, pastor local e irmãos em Cristo enfiarão os pés pelas mãos em algum momento e em muitos momentos, e a igreja que você frequenta ou teve a sua experiencia com Deus mudará tantas vezes para pior e para melhor e em muitas ocasiões, em ambas as direções, que provavelmente o que parecerá confortável e animador para os que chegam a ela todos os dias, será terrivelmente desanimador para você. Isso sempre aconteceu e acontecerá tantas e tanta vezes até o fim das coisas e a até a volta do Senhor Jesus.
Não se engane, não se surpreenda, não desanime, mesmo que, e é verdade, você tenha até que tomar uma decisão divorciante e ter que se reunir a outro grupo de crentes em outro lugar! Entretanto não remova certos marcos antigos e não edifique coisas desnecessárias. Apenas corrija o que deva ser corrigido e reafirme verdades bíblicas relevantes e importantes.
Não fomos salvos para sermos religiosos mas luzes em um mundo tenebroso, temos a promessa do próprio Senhor Jesus de que quem o seguisse de fato, não andaria em trevas, mas teria a luz da vida, o Deus Espírito Santo nos guiaria em todas as coisas.
Mas como alinhar essas promessas com tantos erros de tantos crentes e nossos mesmos? segundo essas duas promessas não haveria erros ou enganos acidentais, não é mesmo?
Sempre que deixamos a dependência humilde, passamos a ser mais teóricos, teológicos em nome de uma sapiência orgulhosa, passando a julgadores presunçosos nos colocamos numa atitude de independência, nos fazendo a nós mesmos o padrão das demais coisas que passam a ser satélites de nossas próprias vidas.
Um exemplo prático: uma certa denominação tem milhares ou milhões de membros ( o exemplo se aplica a grandes e novas denominações como históricas ou outras quaisquer com apenas dezenas de famílias ou centenas delas ) e comete certos "erros" de acordo com a minha visão pessoal das coisas, repentinamente, em uma pregação ( já vi isso, não uma ou apenas algumas vezes ) ou em uma postagem na web, eu me elejo juiz máximo dessas dez milhões de pessoas! e sinto um enorme prazer nisso!
Qual de nós, sinceramente, não fez algo semelhante e não sentiu o mesmo estranho prazer?
Fazemos isso todos os dias e em todos os momentos se não vigiarmos a nós mesmos!
O que seria o mais correto e justo fazer? biblicamente fazer?
Orar pelo líder de tal denominação! orar para cada pastor e pessoa que ensina, que prega e orar para que Deus preserve o que é feito de correto e aperfeiçoe a sua obra naquela igreja ou denominação.
Hoje em tempo de acirrada e infantil concorrência ( pastores sem admiração mútua copiam estratégias dos concorrentes inconfessada e descaradamente! ) torcem para que pessoas debandem de tal denominação a qual se aponta erros e que venham para a sua!
A história nos dá provas e testemunho que até o Catolicismo Romano se constituiu uma resistência a coisas piores como o domínio islâmico na velha Europa e a consequente e inevitável colonização islâmica das Américas! com todo erro teológico, com toda idolatria e superstição, o catolicismo preservou a história bíblica de Jesus.
Certo historiador afirmara que não se julga a história real pelo seu final, discordo em parte dessa afirmação: humanamente na nossa limitação, é exatamente pelo final das coisas que aferimos o que foi bom ou efetivamente terrível em certo lugar e tempo.
Finalmente, quando desastrosamente julgamos, não que não devamos de todo nos abster de julgamento, a Bíblia nos diz quando e quando não julgar ( examine você mesmo os vários textos e passagens sobre o julgamento nas Escrituras ) afirmamos que Deus se mostra incapaz de cuidar da Sua Igreja e de levar o Seu Reino avante!
Responda sinceramente:
Você acha sinceramente que Deus está falhando em permitir certas coisas ou de deixar que as coisas aconteçam como acontecem? estaria Ele, o Senhor Jesus falhando na condição da Sua Igreja, no penoso embate e conquista nesse mundo?
A minha resposta e convicção pessoal é que NÃO!
O nosso DEUS TEM TODO O CONTROLE SOBRE A SUA IGREJA!
Ele está plenamente operante nela!
Particularmente no que se refere ao Brasil, Deus sabe o que faz, o que Ele permite e na Sua plena paciência e amor, a igreja não perdeu a rota, embora muita coisa secundária se mostre como erros e artificialidade.
Há indubitavelmente um grande mover de Deus sobre o Brasil, bem como sobre o mundo, embora as forças malignas tenham se levantado feroz e ativamente para atrasar e deter se possível o avanço do Reino de Deus no Brasil e no mundo!
Lembrando de certa narrativa bíblica, cada um de nós, necessita que Deus abra os nossos olhos para finalmente vermos que há muito mais por nós do que contra nós!
Você acha que Deus possa ser realmente detido?
Ele pode ( e nas Escrituras vemos isso ) deixar de fazer algo pelo e para o homem, enquadrado naqueles "ses", quando Deus põe diante de nós uma de duas opções, entretanto o que Ele tenha já determinado não pode ser mudado, atrasado ou mesmo detido!
O Senhor Jesus disse que "as portas do inferno não prevaleceriam sobre a Sua Igreja" e realmente não estão prevalecendo agora! Apenas cada um de nós pela fé deve e podemos escolher que realidade ( ou parte dela ) queremos de fato ver!
Qual realidade você, pela fé, quer ver?
Milhões de pessoas estão sendo salvas, conhecendo a Deus, amando-O, contrariamente as muitas vozes satânicas que dizem bem alto até no meio dos crentes " que a igreja não é mais a mesma". "que Deus não se importa com ela, com seus cultos e reuniões, que não ouve mais as orações desses crentes".
Se for ou se fosse a mais estrita verdade, deveríamos todos soberbamente desistirmos de ouvirmos uma pregação, de cantarmos ou ouvirmos uma canção o hino de louvor, de ficarmos reclusos em nossas próprias casas, amaldiçoando a todos os que se autodenominam crentes e cristãos.
A consequência final de tal pessimismo resultante de um orgulho e autopreservação é a queda e o aumento da descrença no que é mais importante; o evangelismo! é como se disséssemos a nós mesmos e a todo: nenhuma igreja, nenhuma denominação, nem a minha, nem aquela e aqueles que me levaram ao conhecimento precioso de Deus, valem a pena! não convido ninguém para nenhuma igreja, desestimulo todos à conversão e quem ainda não crê em Cristo que vá para o inferno, seja parente, amigo, chefe, patrão, mendigo, drogado, rico ou pobre.
E é exatamente isso que o Diabo deseja que os crentes sejam e a atitude que tenham como consequência última de seu orgulho e presunção!
Não sou (ou não devo ser ) crente pelo culto maravilhoso em minha igreja ou em qualquer outra! nem mesmo pelo culto tedioso, duvidoso em alguma outra igreja! sou crente e irmão de crentes, de cristãos em todos os lugares, desde que de alguma forma, haja a menor oportunidade de ser reafirmada a verdade que Jesus Cristo existe e é Senhor, embora sejamos todos de alguma forma, muito ou relativamente rebeldes e ignorantes em relação a Ele!
A minha melhor atitude é a de orar pelo ministro inconverso, incŕedulo, relutante, apenas teológico, denominacional, pecador, errático, para que Deus tenha misericórdia dele e do rebanho que o segue para que, ele e seu rebanho, ele e sua denominação, sejam sacudidos, convertidos como Pedro e como Paulo, e como no novo e renovado dia de Pentecostes o que era errático e dormente, ignorado, como o vale de ossos secos mostrado ao profeta Ezequiel, tudo se faça novo e esse exército de mortos e dormentes tenham vida, a verdadeira vida, para sim, todos nós, desse modo, possamos fazer a boa, agradável e perfeita vontade de Deus!
Que Ele se apiede-se de nós e nos abençoe a todos nesse sentido não nos deixando nos correr por alguma amargura e incredulidade! Amém!
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