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quinta-feira, 21 de maio de 2015

O PRIMEIRO DEVER DO CRISTÃO É PREGAR O EVANGELHO, A DESPEITO DE TUDO, O QUE GANHA ALMAS É SÁBIO E COBRE MULTIDÕES DE PECADOS DIZ A ESCRITURA ( FAÇA O DOWNLOAD DA PRIMEIRA EDIÇÃO DA BÍBLIA EM LÍNGUA PORTUGUESA TRADUZIDA POR JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA, LINK NA POSTAGEM! )





F
alando de forma distanciada e mais justa, há grandes grupos de cristãos teologicamente díspares em questões até consideradas nevrálgicas, essenciais para muitos crentes. Como poderão grupos diferentes como Neocalvinistas, Adventistas e Neopentencostais serem os maiores ganhadores de almas em algumas regiões do mundo, se discordam entre si, justamente sobre coisas tão excludentes como predestinação, eternidade da  alma, inferno e prosperidade e operação de milagres hoje?

Pois com maior sucesso e determinadas regiões e países, esses três grupos, não exatamente só esses, conseguem chegar a milhões de pessoas perdidas e levá-las a crer na Bíblia e no Deus da Bíblia, terem uma experiência real e irrefutável com Deus e terem seus destinos mudados diametralmente, para desprazer daqueles que olham para as denominações e só veem defeitos e desvio de uma certa ortodoxia desejável, mas muitas vezes só teórica e não vivenciada e provada através de um antes e um depois na vida de quem teve o privilégio, a sorte e a graça de crer no Salvador Jesus Cristo vivo, Deus e homem.

A banda Jesus Culture da Igreja Batista Bethel dos EUA, tem através de suas belas e modernas canções, da adoração, do ministério junto a jovens nas Universidades norte-americanas, causado uma boa revolução e animado crentes em todo o mundo tendo suas canções conhecidas e traduzidas para diversos idiomas para pessoas nas nações mais diferentes e distantes como Ucrânia, Rússia, Japão, Coreia do Sul, Índia, vários países da Europa, incluindo a Alemanha reunificada e berço da abençoada e abençoadora Reforma Protestante, e porque não o Brasil.

Os Adventistas levaram milhares de Bíblias e distribuíram ao povo recém saído do comunismo e do ateísmo na Ucrânia, causando engarrafamento no trânsito, corria aos estádios onde eram realizadas as palestras e pregações e hoje um grande número de denominações diferentes pregam a Jesus não só na Ucrânia, na Rússia e em países no entorno ainda resistentes ao cristianismo de modo geral. Sem mencionar as composições do casal Willian e Glória Gaither, entre elas a mundialmente e abençoada canção "Por que Ele Vive" e  a "O Rei está voltando".

Os Neopentecostais, entre o grupo que mais têm chegado a tantos países diferentes está a IURD  ( mais que a multinacional do fast food,  MC Donald para contragosto de muitos, chegando onde poucos ou ninguém chegara antes. Tanto em países de primeiro mundo, ricos e desenvolvidos como países pobres e com graves problemas com fome, pobreza e diversidade étnico-religiosa. Quem poderia imaginar facilmente um locatário muçulmano alugando um salão para uma igreja cristã?

Curiosamente, tanto os Neocalvinistas, como os Adventistas e os Neopetecostais são visto com grade reserva e alvo de severas críticas, de crentes e pastores que têm em comum o fato de não serem exatamente ganhadores de almas.

Vale lembrar que o escritor português mais publicado em todo mundo, é justamente o missionário João Ferreira de Almeida, calvinista da Igreja Reformada da Holanda. Mesmo morto, ninguém mais, nenhum outro, é responsável direto por todos nós conhecermos mais e a cada dia da boa, abençoadora, excelente e única Palavra de Deus em nossa própria língua, a não por esse homem, crente em Jesus que dedicou a sua vida a pregar, ensinar, a sua maneira, conforme a sua experiência no tempo e na sua época, legando através dos séculos, uma mensagem que permanentemente viva,

E você e eu que importantes lições poderemos tirar dessa breve meditação?

Como devemos ver o mundo, a igreja e a genuína pregação do Evangelho?

Devemos estar engajados em encher os céus de salvos ou deixar o inferno cada vez mais superpopulacionado?

A escolha é minha e sua, a escolha é nossa! algo para ser lamentado ou algo para ser festejado...

Você decide.

Por Helvécio S. Pereira




SOBRE JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA:

( 1 )

Nascido na cidade de Torre de Tavares, nas proximidades de Lisboa, Portugal em 1628, filho de pais católicos, João Ferreira Annes d´Almeida (1628 – 1691), muito cedo se mudou para a Holanda, passando a residir com um tio, tendo aprendido o latim e iniciado os estudos das normas da igreja. Aos 14 anos, em 1642, aceitou a fé evangélica, na Igreja Reformada Holandesa, impressionado pela leitura de um folheto em espanhol, "Diferencias de la Cristandad", que tratava das diferenças entre as diversas correntes da crença cristã. Passado um tempo, direcionou-se à Málaca (Malásia) a serviço da igreja. Outras fontes nos indicam que Almeida teria se mudado diretamente para Málaca aos 14 anos, sem antes passar pela Holanda. Mas são concordes em afirmar que estava em Málaca a serviço da Igreja Reformada Holandesa, na qual se convertera ao protestantismo.
Nas regiões onde Almeida habitou, um tradutor de língua portuguesa era extremamente valorizado, e, ao que se sabe, o mesmo utilizava-se de linguagem ricamente erudita, o que dificultava um pouco o entendimento de seus sermões por parte da população menos escolarizada. Porém, há registros de que o mesmo se prontificou a organizar traduções para o “português adulterado” vulgarmente utilizado pelos colonos. Dois anos depois de sua conversão, 1644, começou a traduzir para o português, por iniciativa própria, parte dos Evangelhos, do livro de Atos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol. Além da versão espanhola, Almeida usou como fontes nessa tradução as versões Latina (de Beza), Francesa e Italiana - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. Terminada em 1645, essa tradução de Almeida não foi publicada. Mas o tradutor fez cópias à mão do trabalho, as quais foram mandadas para as congregações de Málaca, Batávia (atual ilha de Java, Indonésia) e Ceilão (hoje Sri Lanka). Mais tarde, Almeida tornou-se membro do Presbitério de Málaca, depois de escolhido como capelão e diácono daquela congregação. Essa obra, de tradução do Novo Testamento, foi concluída em 1645. Os manuscritos desta tradução quando estavam indo para serem impressos estranhamente extraviaram-se, fazendo com que Almeida amargasse uma das primeiras, dentre muitas que viriam, resistências às publicações de suas obras.
Com o intuito de aperfeiçoar suas traduções, Almeida decide estudar hebraico e grego no mesmo ano em que concluiu sua primeira tradução do Novo Testamento, 1645, aos 17 anos. Era de se esperar, por ele, que a próxima investida teria como trunfo a correção de muitos erros, uma vez que agora se trataria de uma tradução direta das fontes originais bíblicas. Em 1676, após ter dedicado vários anos com o estudo do grego e hebraico e se aperfeiçoado no holandês, Almeida concluiu a nova tradução do Novo Testamento, desta vez partindo das línguas originais, naquele mesmo ano remeteu o manuscrito para ser impresso na Batávia, no entanto, precisaria do consentimento do Governo da Batávia e da Companhia Holandesa das Índias Orientais. Todavia, o lento trabalho de revisão a que a tradução foi submetida levou o autor a retomá-la em 1680 e enviá-la para ser impressa em Amsterdã, Holanda. Finalmente em 1681 surgiu o primeiro Novo Testamento em português, e em 1682 chega à Batávia, trazendo em sua identificação, reproduzida ipsis literis pela Bíblia de Referência Thompson (2002): “O Novo Testamento, isto he, Todos os Sacro Sanctos Livros e Escritos Evangélicos e Apostólicos do Novo Concerto de Nosso Fiel Salvador e Redentor Jesu Cristo, agora traduzido em português por João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Sancto Evangelho. Com todas as licenças necessarias. Em Amsterdam, por Viúva de J. V. Someren. Anno 1681.”
Milhares de erros foram detectados nessa tradução, muitos deles produzidos pela comissão de eruditos que tentou harmonizar o texto português com a tradução holandesa de 1637. O próprio Almeida identificou mais de dois mil erros nessa tradução. Quando começou a ser manuseada vários erros de tradução foram percebidos pelos leitores. Tal fato foi comunicado à Holanda e todos os exemplares que ainda não haviam saído de lá foram destruídos, por ordem da Companhia Holandesa das Índias Orientais. As autoridades holandesas determinaram também que se fizesse o mesmo com os exemplares que já estavam na Batávia. Mas, ao mesmo tempo, providenciaram para que se começasse, o mais rapidamente possível, uma nova e cuidadosa revisão do texto. Apesar das ordens recebidas da Holanda, nem todos os exemplares foram destruídos, e correções foram feitas à mão com o objetivo de que cada comunidade pudesse fazer uso desse material, sendo distribuídos posteriormente às congregações.


Um desses exemplares foi preservado e se encontra no Museu Britânico em Londres. Essa nova revisão duraria aproximadamente dez anos (1693), apenas após a morte de Almeida a mesma foi publicada. Segundo a mesma fonte, quando Almeida completou a tradução do Novo Testamento, foi recompensado pelo presbitério como a importância de 30 réis, quantia esta posteriormente aumentada pela Companhia Holandesa das Índias Orientais em mais 50 réis.
Logo após a publicação do Novo Testamento, Almeida iniciou a tradução do Antigo, e em 1683, termina a tradução do Pentateuco para o português. Iniciou-se então a revisão desse texto, e a situação que havia acontecido na época da revisão do Novo Testamento, com muita demora e discussão, acabou se repetindo. Com a idade um pouco avançada e com saúde já prejudicada, as atividades de Almeida são diminuídas na congregação onde trabalhava, e por isso, pôde dedicar mais tempo às traduções. Mas mesmo assim não conseguiu completar a obra para a qual tinha dedicado toda sua vida. Ao falecer, em 6 de Agosto de 1691, ele havia traduzido até Ezequiel 41:21, outros autores dizem que traduzira até Ezequiel 48:21. O certo é que em 1748, o pastor Jacobus op den Akker, de Batávia, reiniciou o trabalho interrompido por Almeida, e cinco anos depois, em 1753, foi impressa a Bíblia completa em português, em dois volumes. Estava, portanto, concluído o inestimável trabalho de tradução da Bíblia por João Ferreira de Almeida.
Almeida não se firmou simplesmente em traduzir os textos bíblicos sem dar a eles uma aplicação prática pessoal, ou seja, paralelamente aos estudos de línguas e traduções, o mesmo dedicava-se em atividades de ordem eclesiástica. Em 1648, começa atuar como capelão visitante de doentes. Em 1648, relata J. L. Swellengrebel, um holandês que teve acesso às Atas do Presbitério da Igreja Reformada da Batávia e às Atas da Companhia Holandesa das Índias Orientais, Almeida já estava atuando como capelão visitante de doentes, em Malaca, Malásia, percorrendo diariamente os hospitais e casas de doentes, animando e consolando a todos com as suas orações e exortações. A citação acima tenta ser fiel ao empenho de suas atividades de cunho espiritual, fazendo com que já no início de 1649 fosse escolhido como diácono e membro do presbitério (ordenação de presbítero), com a responsabilidade de administrar o fundo social, que prestava assistência aos pobres.
Em 1650, começaram a surgir boatos que Almeida teria feito declarações favoráveis ao catolicismo, e havia rumores que o mesmo pretenderia voltar a tal religião. Como forma de dar segurança aos fiéis quanto à sua fé protestante, Almeida traduziu para o português e, mais tarde para o holandês, o panfleto evangelístico de sua conversão “Diferencias de la Cristandad”. Em março de 1651, foi para a Batávia, para a cidade de Djacarta, ainda como capelão visitante de doentes, mas simultaneamente, desenvolvia seus estudos de Teologia e revisava o Novo Testamento. Em 17 de março de 1651, foi examinado publicamente, sendo considerado candidato a ministro. Depois de ser examinado, pregou com eloqüência sobre Romanos 10:4. Desenvolveu também um importante ministério entre os pastores holandeses ensinando-lhes o português, uma vez que ministravam nas igrejas portuguesas das Índias Orientais Neerlandesas. Em setembro de 1655, é submetido ao exame final, quando prega sobre Tito 2:11-12, mas só recebe a sua confirmação em 22 de agosto de 1656 como pastor na Indonésia. Neste mesmo ano, quase um mês depois, em 18 de setembro, é enviado como pastor para o Ceilão, atual Sri Lanka, para onde seguiu com um amigo de ministério, Baldaeus.  Ao que tudo indica, esse foi o período mais agitado da vida do tradutor.


Durante o pastorado em Galle (Sul do Ceilão), Almeida assumiu uma posição tão forte contra o que ele chamava de "superstições papistas," que o governo local resolveu apresentar uma queixa a seu respeito ao governo de Batávia (provavelmente por volta de 1657). Entre 1658 e 1661, época em que foi pastor em Colombo, ele voltou a ter problemas com o governo, o qual tentou, sem sucesso, impedi-lo de pregar em português. O motivo dessa medida não é conhecido, mas supõe-se que estivesse novamente relacionado com as idéias fortemente anti-católicas do tradutor.
Em 1661, muda para Tuticorin, sul da Índia. A passagem de Almeida pelo sul da Índia, onde foi pastor por cerca de um ano, também parece não ter sido das mais tranquilas. Tribos da região negaram-se a ser batizadas ou ter seus casamentos abençoados por ele. De acordo com seu amigo Baldaeus, o fato aconteceu porque a Inquisição havia ordenado que um retrato de Almeida fosse queimado numa praça pública em Goa. Em 1662, Almeida já estava ministrando em Quilon, regressando para a Batávia em março de 1663, onde fica à frente da igreja portuguesa até dois anos antes de sua morte. Como dirigente desta igreja, em 1664, demonstra muita personalidade, expondo suas próprias ideias, mas com maturidade sempre aceitava as decisões superiores. Nesse mesmo ano tenta persuadir o Presbitério para que sua congregação tenha a sua própria celebração da Ceia, propõe também que os pobres que recebem auxílio do fundo social da igreja freqüentem obrigatoriamente as aulas de catequese, e elabora um folheto com orações para serem usadas nas igrejas portuguesas.
Em 1666, propõe a nomeação de anciãos e diáconos, como auxiliares do ministério, tendo sua proposta rejeitada, vindo ser aprovada somente quatro anos depois. Em 1670, recebe a Carta Apologética, após cerca de seis anos de diálogo por correspondência, a qual assinala a ruptura definitiva entre ele e o padre e teólogo Jerônimo de Siqueira, a quem tentou evangelizar. Depois desta carta, não só Almeida voltou a defender-se, como sofreu também os ataques do jesuíta João Baptista Maldonado, num Diálogo Rústico, terminando desse modo a polêmica. Em 1677, um novo ministro é chamado do Ceilão, para a Batávia, para caminhar ao lado de Almeida e futuramente substituí-lo, seu nome era Jacobus op den Akker. Em 1689, Almeida é considerado "pastor emérito" e também neste ano, em 16 de setembro ele pede a sua jubilação, em virtude de sua velhice e saúde debilitada. As últimas atas das reuniões do presbitério que se referem à sua presença datam de agosto de 1691. Na ata da reunião do dia 20 de agosto daquele ano ainda há menção do seu nome, mas ao que parece, ele já não estava mais presente.
João Ferreira de Almeida, ao falecer em 1691, deixa a esposa e um casal de filhos. O término de sua obra, como mencionado antes, deu-se através do seu colega de ministério, o pastor Jacobus op den Akker. Almeida lutou durante toda a sua vida para manter as comunidades evangélicas portuguesas nos seus próprios lugares, enquanto os holandeses iam ocupando os lugares do império português nas Índias. Almeida se esforçou continuamente para que essas comunidades tivessem outros livros na língua portuguesa. Numerosas traduções foram feitas por ele para o português, porém tais trabalhos não chegaram a ser publicados. Outros livretos, entretanto, foram impressos na Holanda e na Batávia.
A Bíblia de João Ferreira de Almeida passou a atingir diversos países de fala portuguesa e cruzou oceanos. Em 1948 organizou-se a Sociedade Bíblica do Brasil, destinada a dar Bíblia a Pátria. Esta entidade fez duas revisões no texto de Almeida, uma mais aprofundada, que deu origem à Edição Revista e Atualizada no Brasil, e uma menos profunda, que conservou o antigo nome Corrigida. João Ferreira de Almeida foi um instrumento precioso nas mãos de Deus, sempre objetivando dar aos povos de fala portuguesa a tradução mais difundida e aceita entre esses povos, antes colônias de Portugal.

Alguns exemplos das biografias Almeida:

Passaram-se 2 anos, e João pôs em prática um grande plano: traduzir o Novo Testamento para o português, a partir da Bíblia Reyna Valera, da Espanha. Também usou como bases as versões latina, francesa e italiana, todas bem recentes na época, traduzidas do grego e do hebraico.Em menos de um ano, o garoto concluiu o projeto (com apenas 16 anos de idade). A tradução não foi propriamente publicada, no sentido tradicional do termo: João fez cópias à mão e enviou a congregações na Malásia, na Batávia e no Ceilão (hoje Sri Lanka).
Após 4 anos, irritado com a enrolação, João mandou por conta própria um manuscrito à Holanda para impressão. Tentaram barrar o processo, mas o livro foi impresso e publicado em 1681, embora com erros de revisão e tradução na transição entre manuscrito e impressão – ao que parece, propositalmente.


As autoridades holandesas determinaram a destruição dos exemplares, incluindo os enviados à Batávia, e que uma nova e mais rigorosa revisão fosse feita. Entretanto, nem todos os livros mandados para a Batávia foram destruídos. Alguns foram corrigidos manualmente e enviados a congregações locais.



http://www.arcauniversal.com/noticias/historias-de-vida/noticias/grandes-nomes---joao-ferreira-de-almeida-10872.html


Começou a traduzir a Bíblia pelo Novo Testamento, que foi publicada em vida do autor, em Amesterdão, em 1681, impressa pela viúva de J. V. Someren. Edição com muitas incorrecções, devido à incompetência dos revisores, de que o autor se queixou numa Advertência, com um apêndice de mais de mil erros, publicada em Batávia, em 1683. Perante estas informações, os Directores da Companhia da Índia Oriental determinaram que fossem destruídos todos os exemplares na Holanda e em Batávia, tendo no entanto, sido poupadas, algumas cópias distribuídas às congregações de Batávia, Malaca e Ceilão, apresentando correcções a tinta.




Em 1644, aos 16 anos, João Ferreira de Almeida iniciou uma tradução do espanhol para o português, dos Evangelhos e dos Actos dos Apóstolos,
 os quais, copiados a mão, foram rapidamente espalhados pelas diversas comunidades dominadas pelos portugueses. Para este grandioso trabalho, João Ferreira de Almeida também usava como fontes as versões latina, de Beza, francesa e italiana, todas elas traduzidas diretamente do grego e do hebraico. No ano de 1645, a tradução de todo Novo Testamento foi concluída; mas apenas seria editada em 1681, em Amsterdão.

Depois de alguns meses, quando João Ferreira de Almeida já estava prestes a desistir da publicação, recebeu cartas vindas da Holanda, informando que o texto tinha sido revisto e que estava a ser impresso. Em 1681, foi publicada a primeira edição do Novo Testamento de Almeida e, no ano seguinte, em 1682, chegou à Batávia. Quando começou a ser manuseada foram percebidos vários erros de tradução e revisão. Tal facto foi comunicado à Holanda e todos os exemplares que ainda não haviam saído foram destruídos, por ordem da Companhia Holandesa das Índias Orientais. As autoridades holandesas determinaram também que se fizesse o mesmo com os exemplares que já estavam na Batávia. Mas, ao mesmo tempo, providenciaram para que se começasse, o mais rapidamente possível, uma nova e cuidadosa revisão do texto. Apesar das ordens recebidas da Holanda, nem todos os exemplares foram destruídos, e correções foram feitas a mão com o objectivo de que cada comunidade pudesse fazer uso desse material. Um desses exemplares foi preservado e encontra-se no Museu Britânico em Londres. O trabalho de revisão e correção do Novo Testamento foi iniciado e demorou dez longos anos para ser terminado. Somente após a morte de João Ferreira de Almeida, é que essa segunda versão foi impressa, na própria Batávia, e distribuída.






( 3 )

João Ferreira de Almeida nasceu em 1628, em Torre de Tavares, perto de Lisboa, Portugal. Quando iniciou a tradução da Bíblia para o português, tinha apenas 16 anos. Lamentavelmente, ele perdeu o manuscrito e teve de reiniciar a tradução.
A tradução do Novo Testamento foi concluída em 1676. No entanto, o trabalho de revisão foi muito lento, e o primeiro Novo Testamento em português foi publicado em 1681, em Amsterdã, Holanda. Esse Novo Testamento continha milhares de erros, boa parte deles cometidos por uma comissão que tentou harmonizar o texto português com a tradução holandesa de 1637. O próprio Almeida apontou mais de 2 mil erros de tradução.
Logo em seguida, Almeida iniciou a tradução do Antigo Testamento. Contudo, não a concluiu. Ao morrer, em 6 de agosto de 1691, havia traduzido até Ezequiel 41.21. Em 1748, o pastor holandês Jacobus op den Akker retomou o trabalho de Almeida e, em 1753, foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes. A primeira Bíblia completa em português num único volume foi publicada em 1819 — é o arquivo disponibilizado aqui. Tamanho: 76,3 MB (PDF).




Um segundo link para baixar grátis em PDF esse precioso exemplar que pode ser visto e lido no seu precioso original tantos séculos após:

Biblia Sagrada em Português
João Ferreira de Almeida
do Ano de 1848
Boa para estudo e comparação das Escrituras.
Nova York
Sociedade Americana da Bíblia
Tamanho:  79 MB
Arquivo: PDF
virtudecrista.gif
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Não é um comercial do qual eu esteja recebendo alguma coisa para publica-lo aqui. Trata-se apenas da divulgação de uma oportuniadde para quem deseja sinceramente contra tudo e contra todos, ser um ganhador de almas para o nosso Senhor Jesus, nosso Salvador, salvando quiçá, muitas almas mais.






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