COME TO ME

terça-feira, 25 de julho de 2017

POR QUE ORAR? O QUE É UMA ORAÇÃO? EM QUE CONTEXTO A ORAÇÃO SE ENQUADRA?



D
esde os primórdios da história humana e em todos os agrupamentos humanos e em todas as culturas humanas há indícios e provas que o ser humano sempre orou. A definição da palavra oração segundo o dicionário é:

1: súplica, pedido feito a uma divindade, a um ser superior;

2: prédica, sermão, pregação ( sentidos menos conhecidos )

3: na linguagem, ou na gramática é um conjunto linguístico que se estrutura em torno de um berbo ou sujeito.

Uma oração contém uma ou mais frases, uma frase é um enunciado de sentido completo podendo ou não conter um verbo. Uma frase porém sempre possui sentido completo.
Uma frase pode ser:

    - interrogativa;

    - afirmativa;

    - exclamativa

    - imperativa

    - optativa

Uma oração pode conter ou ser resultado de uma ou de várias frases cada uma ou muitas dessas com uma das características listadas acima.

Uma oração, como já dito  anteriormente se organiza em torno de um verbo, já o período pode ser organizado em torno de um ou mais verbos.

Na prática, todos os seres humanos em todas as situações religiosas em toda a história humana sempre oraram e oram até hoje, independentemente se é no cristianismo ou em outra religião não cristã, fato é que essa manifestação humana universalmente conhecida inclusive por não religiosos é amplamente familiar e facilmente reconhecida em todas as suas manifestações.




POR QUE ORAR


Comecemos a nossa abordagem e reflexão respondendo a pergunta "por que orar?" já que é algo fácil e amplamente aceito como algo natural e perfeitamente integrado a existência humana. Oramos para buscarmos e conseguirmos uma superação em situações que não dominamos, ou tenhamos poder total sobre elas, esse é o primeiro ponto.

Não oramos para que consigamos calçar os sapatos, escovarmos os dentes ou pentearmos os cabelos. O primeiro ponto a ser revisto ou percebido é que oramos por coisas que não podemos fazer acontecer.

Oramos também por coisas que podemos fazer, as fazemos, mas tememos ou não temos cem por cento de certeza que essas coisas serão bem sucedidas: uma viagem de avião do Brasil à Europa, ou outra viagem com certo percentual de incerteza ou perigo. Oramos por uma cirurgia com certa gravidade e não por um limpeza de dentes no dentista.

Percebemos então que a oração depende de uma pré-avaliação por parte de quem ora e do grau desejado de intervenção divina que coroe com sucesso o que pretendamos fazer ou o que desejamos acontecer. Quem ora sabe que precisa orar e para que ou por quem orar!

Desse modo a oração funciona como o resultado de uma busca ou desejo por segurança, sucesso ou livramento de perigos e má sucessão dos acontecimentos.

Povos idólatras, considerados pagãos, pelos padrões antigo e neo testamentários sabiam da utilidade e serventia da oração, ou seja: sabia o porquê orar e para que orar.

Da mesma forma hoje, católicos romanos, muçulmanos, kardecistas, indígenas em suas etnias, pessoas de religiões de matrizes africanas já sabem da utilidade e serventia da oração. Quando essas pessoas se convertem manifestam muitas vezes um tipo de pessoas que oram com muito mais fervor que "evangélicos" nascidos e criados em muitas denominações tradicionalmente cristãs evangélicas.




O QUE É UMA ORAÇÃO


Na prática a oração é o único meio de comunicação entre aquele que crê e a divindade e isso não é diferente quando conhecemos o verdadeiro Deus revelado na Bíblia, nas Escrituras. Não há outro meio para tornar real a comunicação entre qualquer ser humano e o Deus da Bíblia. Não há liturgia, canto, manifestações físicas, sacrifícios, jejuns, encontros, procissões, uso de instrumentos e objetos, etc.

Oração é falar com Deus, não só a intenção, mas de fato. Esse falar com Deus assemelha-se a falar inteligente e razoavelmente com uma outra pessoa. Logo são frases e orações, períodos linguísticos com inteligência e coerência dentro de um contexto.

Logo as tradicionais rezas, ainda que biblicamente coerentes são fruto de um contexto pessoal de outras pessoa, não sua, desse modo faltando com a verdade. Orações inspiradas e seguindo um modelo de uma oração feita por outras pessoas não são a oração de quem ora no momento, e ainda que repetidas, uma comum e atualmente muito difundidas por pregadores atuais em levar a plateia a repetir literalmente frase ditas por eles, perdem a autenticidade e a verdade encontrada em uma oração naturalmente feita a Deus em determinado momento ou circunstancia.

Algumas vezes a própria oração original carece de razoabilidade linguística, mostrando que a pessoa está simplesmente seguindo um modelo, uma tradição, um modismo. Isso é visto entre católicos e entre evangélicos. Entre católicos após engradecer a Deus em uma oração e confessar a Jesus como que fará algo que lhe é pedido, junta-se o nome de Maria e de vários santos fazendo uma confusão entre a quem de fato se está pedindo e quem responderá a tal oração.

Entre evangélicos, é comum orar-se a Jesus e pedir a Jesus, entre frases usualmente usadas por modismo denominacional terminar-se com um confuso "te pedimos Jesus, amém, em nome de Jesus, configurando o uso de frases de efeito muito mais que oração racional feitas a Deus.

Finalmente uma oração a Deus é uma comunicação, algo dito a Deus, que pode ser um pedido, um reconhecimento ( louvor ) uma pergunta ( um pedido de direção ou esclarecimento ), um agradecimento, etc.

Há entretanto uma clara diferença entre oração ( feita a Deus ) e uma ordem dada a um demônio ou a uma doença que acometa a alguém, ou ainda a um conjunto de fenômenos naturais que milagrosamente esperam ser mudados ( Jesus reprendeu a tempestade sobre o mar ). A diferença no caso a quem se dirige a comunicação verbal, inteligente, razoável, contextualizada.

Na verdade durante uma oração essa pode ser intercalada com a mudança de direção a quem se fala. O Senhor Jesus em várias ocasiões falou ao Pai e expulsou demônios ou curou doenças, mas essa é uma situação para ser feita uma reflexão em outra postagem. Trata-se de uma situação em que outros fatores estão de fato envolvidos.






EM QUE CONTEXTO A ORAÇÃO SE ENQUADRA?


Uma oração se atendida muda os fatos! a oração portanto na maior parte das vezes busca a mudança dos acontecimentos. Entender o papel e a eficácia da oração  depende do que lhe foi ensinado e do que foi efetivamente aprendido teologicamente. Católicos, evangélicos, podem orar de modo semelhante, tomando por base por exemplo, católicos carismáticos e crentes renovados, mas podem ser razoavelmente diferentes como acreditam ou creditam a intervenção de Deus.


Calvinistas por exemplo acreditam sinceramente que tudo já está determinado, em síntese isso significa que nada pode ser mudado de modo algum. A forma como compreendem a soberania de Deus excede biblicamente ao que a própria Bíblia ensina e mostra. Logo um calvinista quando ora, a não ser que não compreenda e portanto aceite em cem por cento a teologia calvinista, por mais que piedosamente a sua oração se assemelhe a de,por exemplo, de um arminiano, não ora sinceramente esperando que algo seja mudado.

A oração portanto deve ser entendida como uma oportunidade de promover uma mudança miraculosa em qualquer situação e não apenas por uma tradicional aceitação das coisas, embora em determinas situações seja um sim diante de uma resposta de Deus relacionada a algum evento particular.


Na parábola do Filho Pródico deve ser compreendida a realidade de toda a humanidade e de cada um de nós individual e pessoalmente: após o nosso afastamento de Deus, toda a nossa vida transcorre distante de Deus e por nossa própria conta, estando todos e cada um de nós sujeitos as múltiplas circunstâncias que atingem e afetam a vida de qualquer pessoa que viva em algum lugar em alguma época nesse mundo. Deus sustenta o mundo e toda a vida, mas até a nossa reprodução ocorre como diz a Bíblia "pela vontade do homem". Exercemos a nossa vontade em todas as áreas da nossa vida e temos conflitos e consequências boas e as vezes nefastas justamente por essa aparente auto suficiência.  Entretanto mesmo ao homem moderno, ao ser humano em tempos de tecnologia e de ciência com seus grandes avanços há uma série infinita de eventos dos quais e para os quais não temos e jamais teremos pleno domínio. Toda pessoa que tem essa consciência, consciência dessa realidade, ora!

Todos deveríamos ter essa consciência de impotência e solidão frente à vida. Muitas vezes, pregadores, padres e pastores, para tornar a realidade mais palatável, contradizem a verdade, dizendo às pessoas que Deus toma conta de todas as pessoas, que  há anjos guardando todas as pessoas em todos os momentos, etc.

Essa não é a verdade mais absoluta! milhares ou milhões de vítimas inocentes, pessoas úteis e boas sofrem revezes e são vítimas de crimes, abusos, acidentes e doenças que de modo algum podem ser justificadas por seus pecados ou forma errada de encararem a vida.

A oração é portanto, feita ao verdadeiro Deus e a todo o momento a arma, o meio, o instrumento eficaz para sobrevivência nesse mundo e em todas as circunstâncias da vida.

A oração não é um luxo, uma tradição religiosa, um favor a Deus, um hábito mecânico. É a sobrevivência do ser humano nesse mundo e nessa vida!

Não se pode abir mão dela ou relegá-la a um segundo lugar na vida religiosa ainda que evangélica ou na vida cristã.






A EFICÁCIA DA ORAÇÃO


Entretanto, não basta orar ou ter a prática regular de orar!

Há uma oração eficiente, como há um diálogo inteligível entre pessoas, entre seres humanos. Não basta dizer o que se queira dizer, da maneira como se queira dizer, dentro de uma fórmula aceita, etc.

É necessário falar com a pessoa certa, ter o vínculo certo com essa pessoa, um relacionamento com essa pessoa. Há portanto duas pontas nesse processo e não apenas uma!


A oração é feita por uma pessoa a uma outra pessoa. O homem ora a Deus e não o contrário! mas não basta o homem orar, Deus tem que ouvir essa oração.


Não que Deus não ouça todas as orações ou tudo o que é dito por todos os seres humanos, mas a Bíblia diz figuradamente que Deus pode e sabe de uma determinada oração, mas por causa dos nossos pecados se recusa a dar  ouvidos a essas mesmas orações. Podemos sim com base bíblica reconhecermos que toda oração não sincera não pode por justiça ser levada em conta.

Deus ouve mais a crentes que incrédulos ( desconhecedores da verdadeira teologia bíblica )? Deus ouve arrependidos, crentes e incrédulos, sinceramente arrependidos  e aquebrantados! Mas Deus ouve somente aqueles que com pouco conhecimento ou mais conhecimento se dirijam somente a Ele pela fé ( sem fé é impossível agradar a Deus! )

É minimamente necessário que quem ora tenha ouvido falar sobre o verdadeiro Deus e a ele se dirija com exclusividade e absolutamente pessoalmente!

Não basta orar, deve-se achegar a Deus, aproximar-se de Deus e de preferência pessoalmente, no ensino de Jesus, entrar no teu quarto e orar em secreto ao teu Deus que te ouve em secreto.

Do mesmo modo a oração em público deve ter obrigatoriamente a atitude de ser pessoal e individual.






DEPOIS DA ORAÇÃO



Essa é a parte mais ignorada, o dia seguinte, o momento após a oração! ouvir a resposta de Deus ou perseverar até que a resposta venha, seja entendida vinda da parte de Deus. Se eu falo algo com alguém, se digo algo a alguém é razoável e inteligente que eu veja, percebe e entenda a resposta dessa pessoa a algo que afirmei, pedi ou disse. Com Deus não é diferente, ou não pode ser razoavelmente diferente.

Devemos entretanto lembrar que uma oração não é um fim em si mesmo, ou seja a oração não existe e é feita por si e para si mesma. A oração é um meio e algo natural entre o homem, ser criado por Deus e seu Criador, o próprio Deus.

A oração só se torna viável após a consciência do lugar do homem dentro da criação de Deus. O homem não é autônomo, auto suficiente, capaz de viver uma vida com sentido a parte do plano original para o qual foi criado por Deus.

Quando o ser humano, homem ou mulher, jovem ou maduro, mesmo uma criança cai em si e se percebe como um ser criado e dependente de Deus, e que Deus é aquele ser real, não uma imaginação, uma criação de devaneios humanos, uma fuga ou uma explicação mais fácil e palatável para a sua saga pela vida e que esse Deus é acessível por essa mesma consciência, o homem então pode orar, e sua oração será ouvida por Deus, primeiro para conversão, segundo para um relacionamento pessoal.

O Filho Pródigo caiu em si e decidiu ir até o seu pai e pedir a seu pai que o recebesse ainda que numa condição melhor que originalmente, o que seria muito melhor que a sua atual situação de independência e impotência diante das exigências de uma vida onde ele, filho pródigo, era apenas mais um por sua própria conta e risco.


Nesse contexto a oração é algo perfeitamente integrado numa jornada, numa vida, onde duas pessoas, o homem e Deus, Deus e o homem, têm agora pensamentos, sentimentos, percepções e desejos comuns. O outrora inimigo e estranho a Deus, tem agora consciência de como Deus pensa e de quais são os desejos, a vontade de Deus para si, homem e para o mundo em que esse homem se situa e se encontra.

Quando os discípulos perguntam a Jesus sobre qual a forma correta de fazer oração, Jesus não dá uma reza, que normalmente é muitas vezes repetidas pelos cristãos em toda a história humana, não uma fórmula, mas que tipo de relacionamento é estabelecido a partir de coisa que são pedidas e asseguradas como resultado dessa mesma comunhão.

Coisas que serão naturalmente atendidas se forem levadas voluntariamente a Deus que agora deve ser compreendido como Pai sobre o qual o mesmo Senhor Jesus adverte: "a ninguém chamareis pai" , ocupando esse lugar de "pai sobrenatural e divino". O único pai que pode responder ao que deve ser pedido nas nossas orações é Deus, e ninguém mais.

Não repetirei aqui a oração do Pai nosso, a oração que o Senhor nos ensinara, mas pegue um papel e liste todos os pedidos nessa oração modelar e perceba que cada  pedido não pode ser respondido ou atendido por nenhum ser humano, mas por apenas por um Deus onisciente, onipresente e onipotente.


No livro de Gênesis, ainda no princípio, quando da criação do homem, na relação de Deus com Adão, Eva, Abel e Caim, temos Deus falando com o homem e o ser humano ouvindo Deus falar e eventualmente atentando ou respondendo a Deus. Após a queda, o homem sente a solidão e a necessidade dele, homem tomar a iniciativa e buscar a Deus.

No restante da Bíblia, homens e mulheres que tiveram relacionamento com Deus, tiveram que cultivar o hábito de buscá-Lo e não o contrário.

"Buscar-me-eis e me encontrareis quando me buscardes de todo o vosso coração" vemos nas Escrituras.

Logo o grande empecilho à oração é o sentimento de independência do ser humano, fenômeno ocorrido mesmo entre crentes, entre cristãos. Não se é possível aproximar-se de Deus como um igual. Deus não é "o cara lá de cima", a graça não nos possibilita ter o sentimento errático de iguais a Deus, ou iguais a Jesus Cristo. Nos Evangelhos, as pessoas, judeus, romanos, pecadores arrependidos, pessoas em busca de cura sempre se dirigiram a Ele, ao Senhor Jesus Cristo como SENHOR  e nada menos que isso, Senhor!

Também não é o tipo de voz usada na oração ou a presença ou falta dela que produz alguma eficácia maior em uma oração: é a comunhão com Ele e a sinceridade junto a consciência de sua grandiosidade ( grandiosidade de Deus! )

É verdade que não sabemos orar, nem mesmo repetindo fórmulas aprendidas ( católicos, ortodoxos, rezam! entretanto evangélicos repetem fórmulas mais ou menos mais aceitas em cada comunidade, de modo que quando juntos raramente as orações escapam ao óbvio! ) e dessa forma, orar verdadeiramente vem pelo aprendizado ou pela pressão de uma situação que nos aquebrantam de tal forma que de repente nos vemos fazendo uma oração digna de ser respondida por Deus.

Falei acima sobre calvinistas e não calvinistas, essa comparação pode ser feita entre tradicionais e renovados, entre pentecostais e neopentecostais... não é a teologia e a denominação, ou ainda a tendencia denominacional que te dá o poder de uma oração ou de um crente que ora melhor ou pior!

Não se iluda, não nos iludamos! Deus não atende a qualquer crente de qualquer igreja que em dado momento sua oração não seja feita com aquebrantamento, arrependimento e fruto de uma comunhão com Ele mesmo, com Deus.

Por isso que Deus aparentemente e realmente não se importa com a nossa jactância denominacional ou teológica. É a comunhão com Deus que determina a resposta às suas e às minhas orações e não de outra forma.

E é exatamente por isso  que Deus opera na vida e através da vida de tantas pessoas em situações e igrejas que nós humanamente, mesmo sendo crentes, desaprovamos naquela igreja que não é igual a minha e que aparentemente erra tanto e é tão diferente!


Uma igreja que não ora, ou cujas orações não se distingam nesses poucos elementos que refletimos nas linhas acima pode ter a melhor música, os melhores congressos, as melhores palestras e estudos teológicos, o melhor orgulho do que seja como denominação que pouco irá acontecer!

Em uma próxima postagem percorreremos a reflexão das formas de como Deus responde alguns testemunhos reais.

Que o Senhor abençoe essa reflexão na vida de muitas igrejas e irmãos!

Amém!

Por Helvécio S. Pereira





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domingo, 9 de julho de 2017

ATUALIZADO E REVISTO!! SERVIR A DEUS E SERVIR PARA DEUS! EIS UMA IMPORTANTE QUESTÃO!



I
nicio essa minha reflexão não com uma análise minha, embora o que me arremeteu a essa análise feita por uma mulher e mãe, foi exatamente esse episódio da mãe de Tiago e João e sua reivindicação inusitada ao Senhor Jesus:

[A mãe de Tiago e João não foi uma mãe diferente de mim e de você. Para ela, Tiago e João eram:

1- os melhores filhos do mundo;

2- aqueles que mais amavam o Senhor;

3- os que agiam com mais fidelidade. E, por estas e por tantas outras boas características que eles possuíam, ela tinha em seu coração uma reivindicação a ser feita ao Senhor. Chegando bem pertinho de Jesus, ela não temeu, nem se envergonhou mas disse-Lhe:

Senhor, por favor, "dize que estes meus dois filhos se assentem, um à Tua direita e outro à Tua esquerda, no Teu reino" (Mateus 20:21).

Esta sua atitude foi de uma mulher arrogante ou de uma mulher que amava tanto os filhos e conhecia tanto seus corações que não mediu esforços para, corajosamente, fazer tal pedido ao Senhor? Para as outras mães que, por acaso, se encontravam juntas a Jesus e que também amavam seus filhos, ela era uma mulher arrogante, excessivamente orgulhosa e soberba. Talvez pensaram ...

 1- "Como ela se atreve a fazer tal proposta?"

 2- "Ela pensa que seus filhos são melhores e mais importantes do que os nossos?"



3- "Não acredito no que estou ouvindo!" [A mãe de Tiago e João não se importou com o que os outros iriam pensar. Ela amava muito seus filhos e sabia que eles amavam muito o Senhor. Ela conhecia seus corações e achava que eles mereciam sentar-se um à direita e o outro à esquerda do Senhor quando o reino fosse estabelecido.]*




*Copiado de:

solascriptura-tt.org/DoCoracaoDeValdenira/MaeDeTiagoJoaoUmaMulherComoEu.




A reflexão acima, como disse não é minha, acerca do texto que usarei para a minha reflexão dessa postagem, mas para uma abordagem mais ampla, e não apenas direcionada às mães e o seu amor exacerbado ( mas natural e louvável ) pelos seus próprios filhos.

A minha reflexão tem como ponto de partida o fato de nós cristãos, de qualquer igreja, denominação ou tendência teológica, se somos sinceros em por em prática o que de alguma forma ouvimos e amamos a Deus, aspiramos naturalmente em sermos aceitos pelo que e no que fazemos ( e isso não tem nada a ver com a salvação que é unicamente pela fé no Senhor Jesus e dada graciosa e imerecidamente! ) e dessa forma toda a nossa vida cristã e esforços dentro da igreja fazendo qualquer coisa é naturalmente nomeado como "servir a Deus" ou um serviço a Deus.

A Bíblia nos assevera, como a Palavra do próprio Deus em várias ocasiões, que pequenas coisas serão recompensadas mesmo que seja "um copo d'água!" "Ganhar almas" por exemplo ( entendido como levar pessoas ao conhecimento de Deus e da Sua salvação, "cobrirá multidão de pecados". Às mulheres que tiverem filhos "salvar-se ão" ( não se relaciona à salvação da alma ) mas uma condição de vida dessa mulher, de certa proteção, distinção, enfim de benção condicionada à maternidade!

Curiosamente a participação da Santa Ceia com a devida postura, de certo modo garantirá saúde bem como aos filhos que honram aos seus pais. O Dízimo garantirá prosperidade, não fato de apenas entregar como os fariseus, exatos em seus dízimos, mas o reconhecimento adjunto que tudo vem de Deus. Há outras como a alegria do Senhor, a satisfação dEle conosco, ou a nossa alegria baseada na comunhão com ele ( ou as duas coisas ) é a nossa força. O temor do Senhor é a garantia máxima de sabedoria. O Reconhecimento dEle em todos os momentos da vida é a garantia de realização e superação.

Há muitos mais promessas nas Escrituras relacionadas à vida, ou às coisas cotidianas, provando que uma "espiritualização" excessiva e falsa não tem base e nem é um modelo bíblico.

Curiosamente, a primeira reflexão mencionada acima, que não é minha, é de fato de uma mãe cristã, é de um blog de irmãos calvinista, que são deterministas bíblicos, admitindo em sua visão que tudo estaria pre-determinado e que nada, nenhum fato possa ser mudado inclusive pela oração! Aliás fazem uma ginástica hermenêutica para explicarem ( ou tentarem  explicar ) que a "oração não muda nenhum fato, apenas harmoniza o nosso pensar com o que aconteceria de fato e sem possibilidade alguma de outra alternativa. É claro que nem é necessário dizer que a Bíblia está repleta de textos, fatos e menções que destroem fácil e definitivamente esse embóglio calvinista.

Mas voltemos a reflexão que intenciono fazer com os leitores:

As duas situações  e possibilidades diferentes fartamente descritas, exemplificadas e fatuais nas Escrituras, na Bíblia:

1) A possibilidade de SERVIR a DEUS;

2) A possibilidade de SERVIR para DEUS;


SERVIR A DEUS


A Bíblia é repleta de expressões, nas quais nos inspiramos e reproduzimos como jargão na nossa vida cristã, como "servo de Deus", "seus servos", etc.


Qual o significado da palavra “escravo”, “servo” nos originais? No Novo Testamento grego, a palavra mais usada é δουλος (doulos) que vem da palavra δεω (deo) que significada “atar um laço, prender, atar, prender com cadeias, lançar em cadeias.” A palavra δουλος (doulos), então, significa “escravo, servo, homem de condição servil, (metáf.), alguém que se rende à vontade de outro; aqueles cujo serviço é aceito por Cristo para estender e avançar a sua causa entre os homens. Assim, δουλος (doulos) é a palavra comum para escravo, alguém que está permanentemente em servidão, em sujeição a um mestre.

Essa palavra grega possui alguns sinônimos: θεραπων (therapon) é simplesmente alguém que presta serviço num tempo particular, algumas vezes como um escravo, mais freqüentemente como um homem livre, que presta serviço voluntário estimulado pelo dever ou amor. Denota alguém que serve, em sua relação com uma pessoa. διακονος (diáconos) também pode designar um escravo ou um homem livre, denota um empregado visto em relação ao seu trabalho. οικετης (oiketes) designa um escravo, algumas vezes sendo praticamente equivalente a δουλος (doulos).

Geralmente, no entanto, como a etimologia do termo indica, significa um escravo como um membro da família, não enfatizando a ideia servil, mas antes a relação que deveria tender a suavizar a severidade de sua condição. υπηρετης (huperetes) significa literalmente um remador inferior, e era usado para descrever um remador comum numa galera de guerra.

É então usado, como no N.T., para indicar qualquer homem, não um escravo, que servia numa posição subordinada, sob um superior.

Na LXX ocorre 372 vezes, sendo alguns exemplos: Sl. 89:50; 90:13; 90:16; 102:14; 102:28; 105:6; 105:17; 105:25; 105:26; 105:42; 109:28; 116:16; 119:17; 119:23; 119:38; 119:49;119:65; 119:76; 119:84; 119:122; 119:124; 119:125; 119:135; 119:140; 119:176; 123:2; 132:10; 134:1; 135:1; 135:9; 135:14; 136:22; 143:2; 143:12; 144:10; Pro_9:3; 30:10; Ecl 2:7; 5:12; 7:21; 10:7; Isa 14:2; 42:19; 45:14; 48:20; 49:3; 49:5; 49:7; 56:6; 63:17; 65:9; Jer 2:14; 7:25; 25:4; 29:19; 30:10; 33:21; 33:26; 34:11; 43:10; 46:26; 46:27; Lam 5:8; Eze 28:25; 34:23; 34:24; 37:24; 37:25; 38:17; Dan 3:26; 6:20; 9:6; 9:10; 9:11; 9:17; Joe 2:29; Amo 3:7; Jon 1:9; Ag. 2:23; 1:6; 3:8; Mal 1:6; 4:4; No NT ocorre 125 vezes: Mat 8:9; 10:24; 10:25; 13:27; 13:28; 18:23; 18:26; 18:27; 18:28; 18:32; 20:27; 21:34; 21:35; 21:36; 22:3; 22:4; 22:6; 22:8; 22:10; 24:45; 24:46; 24:48; 24:50; 25:14; 25:19; 25:21; 25:23; 25:26; 25:30; 26:51; Mar 10:44; 12:2; 12:4; 13:34; 14:47; Luc. 2:29; 7:2; 7:3; 7:8; 7:10; 12:37; 12:38; 12:43; 12:45; 12:46; 12:47; 14:17; 14:21; 14:22; 14:23; 15:22; 17:7; 17:9; 17:10; 19:13; 19:15; 19:17; 19:22; 20:10; 20:11; 22:50; Jo. 4:51; 8:34; 8:35; 13:16; 15:15; 15:20; 18:10; 18:18; 18:26; At 2:18; 4:29; 16:17; Rom 1:1; 6:16; 6:17; 6:20; 1Co 7:21; 7:22; 7:23; 12:13; 2Co 4:5; Gal 1:10; 3:28; 4:1; 4:7; Ef. 6:5; 6:6; 6:8; Fil 1:1; 2:7; Col 3:11; 3:22; 4:1; 4:12; 1Ti 6:1; 2Ti 2:24; Tit 1:1; 2:9; Flm 1:16; Tg 1:1; 1Pe 2:16; 2Pd. 1:1; 2:19; Jud 1:1; Ap 1:1; 2:20; 6:15; 7:3; 10:7; 11:18; 13:16; 15:3; 19:2; 19:5; 19:18; 22:3; 22:6;

( se tiver disposição e interesse leia cada um dos textos, recomendável e louvável para um estudante e pregador diligente da Palavra de Deus! )

No NT ocorre 125 vezes:

 Mat 8:9; 10:24; 10:25; 13:27; 13:28; 18:23; 18:26; 18:27; 18:28; 18:32; 20:27; 21:34; 21:35; 21:36; 22:3; 22:4; 22:6; 22:8; 22:10; 24:45; 24:46; 24:48; 24:50; 25:14; 25:19; 25:21; 25:23; 25:26; 25:30; 26:51; Mar 10:44; 12:2; 12:4; 13:34; 14:47; Luc. 2:29; 7:2; 7:3; 7:8; 7:10; 12:37; 12:38; 12:43; 12:45; 12:46; 12:47; 14:17; 14:21; 14:22; 14:23; 15:22; 17:7; 17:9; 17:10; 19:13; 19:15; 19:17; 19:22; 20:10; 20:11; 22:50; Jo. 4:51; 8:34; 8:35; 13:16; 15:15; 15:20; 18:10; 18:18; 18:26; At 2:18; 4:29; 16:17; Rom 1:1; 6:16; 6:17; 6:20; 1Co 7:21; 7:22; 7:23; 12:13; 2Co 4:5; Gal 1:10; 3:28; 4:1; 4:7; Ef. 6:5; 6:6; 6:8; Fil 1:1; 2:7; Col 3:11; 3:22; 4:1; 4:12; 1Ti 6:1; 2Ti 2:24; Tit 1:1; 2:9; Flm 1:16; Tg 1:1; 1Pe 2:16; 2Pd. 1:1; 2:19; Jud 1:1; Ap 1:1; 2:20; 6:15; 7:3; 10:7; 11:18; 13:16; 15:3; 19:2; 19:5; 19:18; 22:3; 22:6;

 No Antigo Testamento, a palavra hebraica normalmente usada é עבד (‘ebed) que vem do verbo עבד (‘abad) que significa trabalhar (Êx. 5:18), cultivar a terra (Gn. 2:5, 2:15), servir, ou trabalhar para outro (2Sa 16:19; Êx. 21:6), com a preposição ב se traduz “servir-se de” (Lv. 25:46), prestar serviço em um culto (Nm 3:7; 8:25), celebrar um rito – lit. la-avód et avodáh (Êx. 13:5), servir, render culto (2Rs 21:3; Ex. 3:12). — Perf. עָבַד; Impf. יַעֲבֹד; Impv. עֲבֹד, עִבְדוּ; Inf. עֲבֹד; Part. עֹבֵד; Const.pl. עֹבְדֵי.

( novamente leia e estude todos os textos, vale muito a pena! )

Logo servir a Deus, não é fazer que mais aprecio ou agrado! claro que posso e devo diante de cada situação fazer o que certo, aquilo que claramente se depreende como a melhor vontade de Deus, nesse campo estão todas as formas de caridade, de ajuda, de misericórdia e de justiça, bem como todas as atitudes que claramente se mostrem como fujir do mal, da aparência do mal, de não proceder injustamente nem com o irmão de fé, nem com o inimigo, mas isso não significa servir a Deus como se depreende dos muitos textos e análise acima.

O fazer coisas certas, corretas pontualmente, é apenas o nosso esforço diário em melhorarmos e tentarmos fazer o que é "certo"!

Logo tocar a canção ou o hino de minha preferência não é "servir a Deus", apenas o exercício de um prazer e de algo saudável, mas que faço ou deixo de fazer pontualmente. Como pastores, escolher a melhor igreja, na melhor cidade do mundo, diante das pessoas mais pacíficas embora sem conhecimento de Deus é bem diferente e Jonas ser enviado a Nínive ou ter o conturbado ministério do profeta Jeremias. Quem desejaria tal coisa prazeirosamente? nem os dois desejaram nas suas próprias vidas! foram enviados!

No Antigo Testamento o sentido visto acima é o de executar algo necessário ( para uma coletividade ou motivo maior ) pois quem cultivava  a terra o fazia para seu próprio sustento e sustento das demais pessoas incluindo o rei e os demais nobres, pessoas que por ocupação e função não podiam fazer as mesmas coisas embora necessárias.

Logo "servir", "servir a Deus", pode ser compreendido como fazer uma tarefa necessária ao Reino de Deus! Deus faz e age de várias maneiras, mas muitas coisas Ele não o fará pessoalmente, no passado bíblico, enviou anjos, enviou outras pessoas, seja para anunciar algo, seja pra curar ( veja o episódio da conversão de Paulo em que ele foi enviado a casa de alguém para que através desse servo de Deus recuperasse a visão! )

João Ferreira de Almeida, missionário reformado ( calvinista ) teve que fazer o trabalho e tradução das Escrituras para a língua portuguesa, pelo menos duas vezes, Deus não o mandou fazer, mas aceitou o seu serviço e trabalho e hoje somos todos abençoados e incontáveis pessoas conheceram, conhecem e aprendem de Deus graças ao seu também penoso e obstinado trabalho.

Logo "servir a Deus" pode significar fazer algo consciente e voluntariamente em prol do Reino de Deus! calvinistas certamente odeiam essa ideia e torcem os seus narizes para essa afirmação mas também pentecostais que exaltam o tal do "chamado", do "chamamento" pendendo para um lado oposto: calvinistas desconhecem e negam o fato de alguém poder fazer voluntariamente algo para Deus; pentecostais exaltam o fato de alguém estar fazendo algo para Deus e se tornar quase que intocável e inerrante em tal coisa que se proponha a fazer. Ambos estão errados e os fatos o demonstram: João Ferreira de Almeida, calvinista se dispôs e fez o que precisava ser feito em prol do Reino de Deus!

Um determinado pregador pentecostal que tenha fundado um igreja e alcançado milhões de pessoas para o Evangelho, mesmo errando teologicamente em alguns pontos, serviu a Deus, anunciando a Jesus Cristo, mas a sua mensagem não  é de modo nenhum a mensagem irretocável de um profeta antigo testamentário e portanto irretocável e irrepreensível e modelo máximo e último de igreja! Apenas se inclui na categoria de que "quem é por mim não é contra mim", serviu, trabalhou para algo maior, contribuiu com seu esforço, ele, João Ferreira de Almeida e tantos de nós, com blogs, sites, gravadoras, composições musicais, mine-séries, livros, palestras, congressos, debates, apologética, educação, etc, etc.

Por isso, por esse leque de possibilidades, não há e nunca houve um modelo único de serviço a Deus! ao final a obra de cada um será provada pelo fogo, e o que realmente tenha valido a pena será justamente recompensado! Compreendeu agora? ao olhar todo o movimento cristão, na história e no mundo, agora faz sim sentido!



SERVIR PARA DEUS

A
gora é que vem uma segunda controvérsia:

A mãe de Tiago e João, tinha observado nos seus filhos, vários elementos, características ou qualidades que os distinguia certamente de outras crianças, filhos de outras mães e portanto ela se achou no direito de com justiça reivindicar o melhor para os seus filhos. Somos atualmente mais de sete bilhões de pessoas no mundo, com características físicas diversas por etnia, por nacionalidade, por cultura, por educação, por condição social e por aparência física além de aptidões naturais ou falta delas.

A olho nu, podemos incorrer numa dura mais real seleção de pessoas para várias coisas: algumas pessoas não podem ou não devem ser cantores, instrumentistas,nem mesmo passando em uma faculdade de medicina, médicos ou médicas, nem mesmo podendo bancar o referido curso! outras por motivos claros não podem e nem devem se atrever a serem magistrados, ou professores, ou militares, ou políticos, ou religiosos, ou pilotos de aviões, ou atletas ou astronautas, agricultores, economistas, artistas, escritores, empresários, etc. Trata-se aptidão, perfil, resistência para tal tarefa, trabalho o empreendimento.

É também evidente, que boa parte das pessoas que, ou sobrevivem em funções e situações em que não sejam exatamente a que elas foram de algum modo talhadas, ou se confrontam com o vexame de serem frustradas naquilo que jamais deveriam terem almejado ou são infelizes e ineficientes naquilo que mal mensuradamente teimaram em ser ou fazer, mesmo pra Deus!

Nem todo mundo pode ser um pregador, um pastor ou pastora, um escritor, um mestre na Palavra de Deus ( falando do círculo cristão evangélico herdeiro do protestantismo e pós bendita e libertadora Reforma Protestante ) e claro, os que sem aptidão, firmeza e fortaleza necessária, com o tempo se estrepam em algum escândalo e erro grave! Não tente ser o que você não pode ser apenas porque tal função lhe trará uma satisfação pessoal e egoísta! você irá quebrar a cara e causa r algum desastre irreparável!

Servir para Deus significa minimamente dar conta de fazer o que lhe exigido pelas circunstâncias na obra de Deus! As igrejas em geral erram em enviar ou animar artificialmente seus missionários, pregadores e pastores para algo que, alguns não darão conta e as quedas e frustrações e escândalos se tornam inevitáveis! Pode parecer duro dizer isso: nem todo homem pode ser ginecologista, nem todo homem pode ser açougueiro ou abater animais, tão necessário à nossa alimentação, ou ser enfermeira (o ) ou cirurgião de olhos,  ou psicólogo ou soldado em uma guerra ou presidente de um país!

Davi foi escolhido por Deus, por apresentar qualidades que nenhum de seus irmãos tinha aos olhos justos e oniscientes de Deus! Moisés após longo preparo ( quarenta anos no Egito ) e mais um hiato de mais quarenta anos do deserto, ainda era vagar com a língua e seu irmão Arão foi escolhido para falar em seu lugar ao Faraó e ao povo judeu no Egito.

Servir e não servir, ser capaz e não ser capaz!

E isso é totalmente diferente das quedas de falhas possíveis de acontecer ( algo que também calvinista são recalcitrantes em compreender e admitir ) como sucedidas e exemplificadas em toda a Bíblia como o temor e depressão do profeta Elias, de Jonas, as falhas morais de Davi ou a impaciência de Moisés só para citar algumas!

Se entre os calvinistas não há segundo a compreensão deles a mínima possibilidade do homem decidir ser útil à oba de Deus, entre os pentecostais e neopentecostais a crença de que Deus tomará um inapto completo e fará alguma coisa dele está sinceramente arraigada e simploriamente definida no jargão errôneo que Deus capacita ( do nada ) os que Ele envia! Isso não é verdade: já viram alguém com medo de altura ser paraquedista?

Só Deus sabe, mas há um mínimo desejável e conhecido somente por Ele ( Deus ) sobre o qual Ele ( Deus ) realiza o resto! Davi já era corajoso! Paulo e Lucas já eram cultos, letrados! Pedro não era, mas possivelmente não fora ele, Pedro que escrevera as suas cartas, mas as tenha ditado a uma outra ou pessoa! Possivelmente a exemplo de Moisés Deus providenciara alguém para suprir a incapacidade literária de Pedro.

Algumas pessoas podem servir a obra de ao que Deus queira realizar, outras não! Um substituto para Judas foi escolhido, aliás dois foram votados e foi finalmente lançadas sortes e a escolha final caiu sobre um homem que nunca mais é mencionado e não poderia fazer o que Paulo fez na e em prol da Igreja Primitiva. Mas não era esse homem um crente exemplar? sim, ao que parece, tanto que fora escolhido junto com mais um contemporâneo, mas essa escolha não se traduziu como a escolha do Senhor Jesus!

Peça alguém que não tenha o menor pendor musical e nem tenha sido minimamente ensinado, para cantar e veja o resultado! peça alguém que não seja ler nato para liderar e não conseguirá conduzir um grupo mínimo de pessoas!peça a alguém que seja preguiçoso para acumular informações e saber e peça para-lhe para aprender e ser mestre, e o desastre estará feito!

Judas Iscariotes fora escolhido, por sua cultura e condição social para fazer o que possivelmente Paulo fez, ao menos no mesmo nível de atividade e qualidade! Jesus escolheu Judas como seu discípulo contando com os demais onze apóstolos! é importante notar que a profecia da traição, setecentos anos  antes do fato não fez de Judas o traidor, a profecia é apenas uma prova para os contemporâneos de Cristo e para todos nós hoje da onisciência de Deus e prova de que Deus conhece todas as coisas! Judas escolheu seu próprio caminho! E se Judas tivesse sido abortado, a condição dele na eternidade seria melhor do que se seguiu à sua traição e suicídio! Judas é o maior fiasco que alegoricamente nos arremete a quem teve a melhor oportunidade para ser salvo e se perdera! Hoje muitos são membros ou frequentadores da melhor igreja, da melhor denominação, ouvem os pregadores mais bíblicos, vivem na sociedade com melhor liberdade religiosa para terem comunhão com Deus e dEle testemunharem e vão para o inferno ou menos mal, têm uma vida cristã apenas medíocre!

Calvinistas afirmam que todos somos predestinados: para a salvação e para perdição, e por inferência para sermos isso ou aquilo ( eles não dizem isso abertamente, pois seria algo publicamente ridículo! ): alguns para namorarem e casarem com mulheres bonitas e outra para feias, alguns para serem ricos e inteligentes e outros para pobres e simples  porém as palavras encontradas nas Escrituras para "escolha" ( predestinação seria basicamente uma escolha feita anteriormente, ou então, na visão deles algo pior, um sorteio, uma patética "loteria divina"! ) são as como vemos a seguir:

Convém um entendimento da terminologia que Deus usa pela Bíblia no tratamento desta doutrina. Existe a palavra ‘eleito’ tanto no Velho Testamento (# 972, 4 vezes somente: Isa 42:1; 45:4; 65:9,22) e no Novo Testamento (# 1588 com raiz em #1586, 27 vezes junto com as suas variações: eleição, elegido). Não obstante onde a palavra ‘eleito’ é usada, tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento, a palavra ‘eleito’ significa a mesma coisa: escolhido, um preferido, elegido - por Deus (Strong’s, Online Bible).


As vezes, essa palavra hebraica traduzida na maioria dos casos por ‘eleito’ em português é também traduzida, em português, umas quatro vezes, por ‘escolhido’ ( I Crôn 16:13; Sal 89:3; 105:6; 106:23). A palavra em grego traduzida por ‘eleito’ no Novo Testamento (27 vezes) é também traduzida ‘escolhido’, com a suas variações, não menos que trinta vezes ( Mat. 20:16; Mar 13:20, "eleitos que escolheu"; João 13:18; I Cor 1:27; Efés. 1:4, etc.). Somente por um olhar ao significado desta palavra ‘eleito’, como ela é usada pelas Escrituras Sagradas, podemos entender que a eleição é uma escolha, uma escolha feita por Deus.

A palavra ‘eleito’ em português significa como adjetivo:

1. Escolhido, preferido.

2.Como substantivo significa: Indivíduo eleito (Dicionário Aurélio Eletrônico).

Pense nos dois sentidos a um candidato político, é analisado o seu perfil e então votado pelo eleitor em certos casos por seus pares.

A própria palavra ‘eleição’ significa em português: 1. Ato de eleger; escolha, opção (Dicionário Aurélio Eletrônico). Como é claro pelo estudo das palavras usadas biblicamente para explicar a determinação de Deus, tanto em Hebraica, em grego ou em português a palavra ‘eleito’ e ‘escolha’, junto com a suas variações, significam a mesma coisa, ou seja, uma escolha de preferência.



Pela análise rápida acima ( que mais uma vez não é minha, trata-se de conhecimento e informação pública ) vemos que a escolha é feita com base em algo, logo não é graciosa, imerecida sem nexo ou razão lógica para sê-la!


Mas vejamos outra análise das palavras em hebraico e em grego para o mesmo vocábulo:


“Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.” (Mateus 22.14.)

Esse texto, entre alguns outros é de preferência citado por irmãos de confissão ou inclinação calvinista. Mais uma vez por não cair na tentação e na incompetência de reinventar a roda, uso uma análise de terceiros que obviamente se apropriaram de informações de outros anteriores a eles mesmos:


[O versículo acima anuncia uma verdade espiritual muito séria: nem sempre aqueles que conhecem a Cristo serão aprovados por ele. Desvendando o original grego e hebraico, buscaremos meditar sobre o que é ser chamado e o que significa ser escolhido. Em grego, o termo para “chamados” é “kletos”, que está relacionado a “kello”, que significa “dar uma ordem”.

Assim, percebemos que neste primeiro momento de encontro com Cristo, recebemos dele uma ordem. Todavia, muitos não dão ouvidos a tais ordenanças, e por isso são apenas chamados, mas nunca escolhidos. Em Lucas 6.46 Jesus faz a seguinte pergunta: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando”. Isso é o que acontece com aquele que escuta o chamado, mas não obedece, e assim não é escolhido. Na tradução hebraica do Novo Testamento, o termo usado para “chamados” é “qara”, palavra que possui uma gama de derivações, cada uma trazendo uma verdade espiritual surpreendente. Uma dessas derivações é “qar”, que significa “frio”. Uma característica fundamental da presença de Deus é o fogo, que traz consigo o calor. O próprio João Batista anunciou que ele batizava com água, mas Jesus batizaria com o Espírito Santo e com fogo (Mateus 3.11). O Antigo Testamento possui inúmeras passagens que também associam a presença de Deus com o fogo. Quando Abraão fez um pacto com Deus, o Senhor se manifestou através de uma chama de fogo (Gênesis 15.17). Assim também Moisés teve um encontro com Deus na sarça através do fogo (Êxodo 3.2).

No deserto, saindo do Egito, o povo foi acompanhado por uma coluna de fogo (Êxodo 13.21). Assim concluímos que aquele que é chamado por Jesus, mas não atende ao chamado, permanece frio, pois não é aquecido pela presença de Deus, e acaba morrendo espiritualmente. E não se purifica, pois em grego, a palavra para fogo é “puros”, que origina o termo “purificar” (que significa literalmente “passar pelo fogo”). Outro termo derivado de “qara” é “qeriy”, que significa “oposição”. O curioso é que esta palavra aparece apenas no livro de Levítico, e sempre como uma condenação para aqueles que iniciaram uma caminhada com o Senhor, mas não deram continuidade.


Em Levítico 26.21, por exemplo, lemos: “Se andardes contrariamente (“qeriy”) para comigo e não me quiserdes ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vossos pecados” (Levítico 26.21). Assim, vemos que aqueles que são chamados (“qara”), mas não atendem ao chamado, acabam sofrendo oposição (“qeriy”) do próprio Deus, pois se opuseram a Ele. Infelizmente, a igreja acaba sofrendo com pessoas que escutaram a voz, o chamado de Cristo, mas por não terem obedecido às coordenadas do mestre, acabam por tonar-se adversários da causa do Evangelho, como ocorreu com Judas Iscariotes.

Na verdade, Iscariotes significa “homem de Queriote”. Em hebraico, “qeriyoth” significa “cidades”, plural de “qiryah” (“cidade”), termo relacionado com “qara”. Assim, o nome Iscariotes poderia significar “’ish qeriyoth”, ou seja, “homem das cidades”. Porém, se relacionarmos “qeriyoth” a “qeriy”, poderemos traduzir o nome Iscariotes como “homem da oposição”. Assim é todo aquele que escuta o chamado, mas não dá ouvidos a ele. Uma curiosidade é que a palavra hebraica geralmente usada para cidade é “’iyr”, e não “qiryah”. O termo “qiryah” é usado para se referir, por exemplo, à cidade de Quiriate-Arba, também conhecida como Hebrom (Gênesis 23.2), local que era governado pelo gigante Arba, que foi pai de Anaque (Josué 15.13) e antepassado dos gigantes Aimã, Sesai e Talmai (Números 13.22 e Juízes 1.10). Pode ser que o nome Iscariotes faça referência a Quiriate-Arba, cidade que abrigava os maiores opositores ao povo de Deus: os gigantes. Na verdade, o nome “Hebrom”, que em hebraico é “chebron”, vem de “cheber” que significa “encantamento”. O termo “chaber” aparece, por exemplo, em Deuteronômio 18.11 quando se fala sobre “encantador” e em Isaías 47.12, na palavra “encantamento”. Assim vemos que Hebrom, além de cidade de gigantes, era também local de intensa prática de feitiçaria.

 Voltando a Mateus 22.14, a palavra “escolhidos” é, por sua vez, em grego, “ekletktos”, que significa “destacados”. O termo equivalente em hebraico é “bachar”, que significa “testar”. Isso porque somente quem passa por uma prova pode ser selecionado. Assim vemos que primeiro há o chamado, depois o teste, e então a escolha. Muitos fogem do teste, outros são nele reprovados. Todavia, o Senhor sempre concede uma nova chance, assim como fez com Abraão, que mentiu sobre sua esposa e que engravidou a criada tentando agradar a Deus. Jacó também passou por diversos testes. Sua prova definitiva foi a batalha no vau de Jaboque. Ali ele reconheceu sua fraqueza, ao tornar-se manco, e reconheceu que Deus era seu mestre. Naquele momento, Jacó foi escolhido.

 Outro termo derivado de “bachar” é “bachan”, que significa “sentinela”. Ou seja, o escolhido é aquele que vigia, que está sempre alerta, constantemente guardado os portões para que o inimigo não lhe imponha nenhum dano. Esta é a posição do escolhido: ele foi chamado para a obra maravilhosa, mas primeiro deve passar por um teste. Se ele confiar em Deus e dedicar ao Senhor sua vitória, vencerá a prova e se tornará um escolhido, um sentinela, um atirador de elite do Reino de Deus, recebendo ordens diretas do Senhor dos Exércitos. Um esclarecedor desejo bíblico expresso em Filipenses 3.14.

Leia mais: http://igrejaplenaclimabom.webnode.com.br/products/chamados-e-escolhidos/

Escolhido, eleito, predestinado, não tem nada a ver com a salvação mas com o ministério, após o conhecimento de quem é o sujeito, Deus o escolhe, o elege, o predestina para uma obra, para algo a ser feito! "Todos são chamados... mas pouco 'escolhidos' "... todos são chamados a pregar e anunciar o Evangelho, a curar enfermos, etc, mas poucos serão aprovados, escolhidos para tal serviço ou trabalho ou obra!

Claro que na Igreja, em toda a Igreja de Cristo, todos almejam os fazeres com maior visibilidade e status! quantos não desejam cantar belamente, serem reconhecidos como cantores e cantoras talentosas ou músicos. Quantos não aspirariam ser pregadores eloquentes? porém ser diáconos que fazem serviços simples e invisíveis quem aspiraria? ninguém para ser mais exato!

Se só você ou pouco siguais a você podem fazer algo para o Reino de Deus, como se desculpar e fugir a essa escolha e exigência de Deus?

A famosa parábola dos Talentos com a terminal punição aos que escondem os talentos e não os multiplicam é um texto para aterrorizar os incapazes, os despreparados, ou uma advertência a quem é capaz, poderia realizar algo e não o faz?


Claro que há também uma passagem importante e esclarecedora na escolha dos soldados de Gideão ( vale a pensa ler e observar o sentido original ) mas pela análise acima, não a única e a final, depreende-se que a "escolha" bíblica não é a predestinadora sem razão ou lógica ou justiça e que também não pode ser para a salvação, mas para o serviço, para uma tarefa, para uma missão, em prol do Reino e da vontade de Deus!

No caso dos soldados de Gideão foram observados e escolhidos ( a palavra original significa escolha por observação ) os que não se abaixavam para beber água!

Sobe Jó, o Senhor diz a Satanás: "Observaste o meu servo Jó?"

Deus nos observa e Ele sabe se 'servimos' para o 'servir' e nos omitimos ou se nos iludimos com uma pressuposta capacidade que não temos e não teremos por algum motivo singular e por vaidade nos lançamos em uma empreitada desastrosa,deixando de fazer justamente outra coisa que poderíamos fazer para a Sua obra e seríamos mais eficientes e bem sucedidos!

A Salvação é "pela graça mediante a fé e não vem de vós". O "servir" a Deus nesse segundo sentido, mais exatamente "servir para Deus", ser capaz de receber uma ordenança, uma ordem, é definida pela capacidade, pois Deus não dá a ninguém "carga maior que possa suportar", ou a "Deus não tenta a ninguém", ou a "ninguém tenta"!


Se "servimos" para determinada tarefa, Deus razoavelmente pode exigir que a façamos, se somos naturalmente inaptos a tal tarefa, Ele jamais nos pedirá para fazer algo que não sejamos capazes ou passíveis de capacitação para fazê-lo!


Qual a conclusão que devemos chegar ao final dessa reflexão?


Todos podemos fazer algo para Deus:

Primeiramente:

Voluntariamente de acordo com as demandas surgidas a cada dia e em cada situação! "Tudo o que fizerdes fazei-o em nome do Senhor Jesus"!

Uma segunda possibilidade:

Se Deus nos escolher, ou nos chamar para determinado fazer, o qual tenhamos capacidade para desenvolve-lo, que não desistamos como o Jovem Rico, que não nos omitamos, que após a escolha sejamos aprovados como Saulo e não reprovados como Judas Iscariotes.


Por Helvécio S. Pereira




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Judas era o mais culto, de origem e status social diverso dos demais, de outra cidade, e foi substituído não pelo apóstolo dentre os discípulos eleito pelos demais, por própria escolha de Jesus, após a morte de Estevão, Saulo, discípulo de Gamaliel, provavelmente o mais preparado ...Melquesedeque, Maria , José, e tantos outros. Deus se dá a conhecer plenamente a cada um que o ama. O ue Ele fará na história as vezes não noscompete saber, as vezes sim. Essa é a diferença. ...
19 Mar 2010
Tal qual os fariseus, põem não poucos impencilhos que vão desde reparações a pregação simples e com pouca ligação com a hermeneutica e pregação convencionais, a música, letra das canções, a ordem do culto, forma dos apelos e ... Essa pessoa , esse novo crente, como filho ou filha de Deus de fato, tem agora uma nova vida, como Madalena, Zaqueu, o Gadareno, o Centurião, Nicodemos,o ladrão da cruz, Marta e Maria, Lázaro ( não necessariamente nessa ordem ), e tantos outros. ...
04 Mar 2011
Nesse aspecto seria legítimo um católico cultuar Maria como N.Senhora, um muçulmano a Maomé como seu legítimo profeta, um budista como objeto de culto, e assim por diante. Todoslçegitimamente amparados por sentimentos sinceros e ...
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