COME TO ME

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

CHEGANDO-SE A DEUS DE FORMA INESPERADA MAS REAL
















Em que medida a cultura e a informação acadêmica de seu tempo e as oportunidades à maior informação, podem ser facilitadoras de uma experiência com Deus? Há certamente pessoas que o conhecimento singular e acima da média aparentemente as afasta de Deus. Não foi esse o caso. Veja.


César Vidal(*) esteve em Lisboa para falar sobre a polémica obra ‘Jesus, o Judeu’ [Esfera dos Livros], em que diz que muitos cristãos não seguem os Dez Mandamentos.


Correio da Manhã - Quando decidiu que queria ser cristão evangélico?

César Vidal - Já lá vão muitos anos. Foi em 1977. Não decidi que queria ser evangélico. Na verdade, o processo foi diferente. Converti-me lendo o Novo Testamento em grego. Eu tinha tinho aulas de grego durante o bacharelato e tinha muita pena de perder uma língua que aprendera. Então, todos os dias tentava alguns capítulos do Novo Testamento nesse idioma. Durante essa leitura, ao fim de uns anos, converti-me, mas não sabia onde ir, sabia sim onde não podia ir. Meses depois acabei numa igreja evangélica. Não decidi ser evangélico, sofri uma conversão e só depois terminei numa igreja evangélica.

- Antes de o ler em grego, já o tinha feito em outros idiomas?
- Sim. Tinha-o lido várias vezes em espanhol e também em inglês, um ano antes. Mas a leitura em grego teve várias consequências: permitia-me maior analisar com mais profundidade os textos e lia mais devagar. Às vezes lemos demasiado depressa.

- Notou alguma diferença nos mesmos textos em línguas diferentes?
- Diferenças não. Podia ter-me convertido a ler a Bíblia noutro idioma. Mas a leitura em grego marcou-me muito.

- Colabora com rádios, publicações e ainda escreve livros. Como consegue ainda ter tempo para consultar as dezenas de livros que refere na bibliografia de 'Jesus, o Judeu' [Esfera dos Livros]?
- Na verdade, esta obra é a consumação de mais de 20 anos de trabalho. A minha tese de doutoramento, que escrevi no final dos anos 80, era um documento que se centrava nos primeiros cristãos ou judeu-cristãos que, num momento determinante, no final do século I, são expulsos de Israel, dando origem à separação entre judaísmo e cristianismo. Essa tese, que obteve um prémio carreira da Universidade [Nacional de Educación a Distancia] e a máxima classificação académica, fez-me ler bastante durante quatro anos. Foi um início. A partir daí comecei a trabalhar com o cristianismo primitivo, com Jesus, e livros meus, alguns dos quais distinguidos com prémios, estão relacionados com esses temas. Por exemplo, a minha biografia de Paulo, que se intitula 'Pablo, el judío de Tarso', obteve um Prémio Biografia [Algaba] em 2006. E o meu mais recente livro, que será lançado nos Estados Unidos no final de Abril, é uma edição do Novo Testamento em grego com uma tradução interlinear, palavra por palavra, em espanhol. Portanto, é uma área em que trabalho há mais de 20 anos.

- Afirma que Jesus sempre foi judeu. Então o que mudava era apenas a sua interpretação da Torá?
- Eu tenho a certeza de que Jesus foi judeu desde o nascimento até à sua morte: foi circuncidado ao oitavo dia após o nascimento, a sua mãe passou pelo rito de purificação das mulheres judias quando dão à luz, foi levado ao Templo, ia à Sinagoga aos sábados, podia ler em hebraico do rolo da Torah e morreu a recitar o Salmo 22. Portanto, é muito claro que era judeu. A interpretação da Torah feita por Jesus não é nova. Mas é uma interpretação especial, no sentido em que ele afirma que o tempo chegou, ou seja, dizia que 'Vocês esperam o Messias, e eu sou o Messias. Vocês esperam que Deus entre na História e eu digo-vos que Deus está a entrar'. Esse é o elemento essencial e provoca um choque com as autoridades espirituais da época. Porque Jesus parte de uma mensagem que é muito simples, que ele expressa recorrendo a uma metodologia judaica, os ‘meshalim’, o que nós chamamos parábolas, e dessa forma conseguia explicar, por exemplo, que todos os seres humanos, como indivíduos ou mesmo em conjunto, são iguais a um doente que precisa de médico, a uma ovelha que se perdeu, a uma moeda que se extraviado, a um filho que gastou tudo o que tinha. Neste caso, a ovelha não pode voltar a casa, a moeda não regressa ao bolso e o filho apenas pode entrar se o pai o deixar. Mas a mensagem de Jesus é a boa notícia: o pastor vai procurar a ovelha, a mulher encontra a moeda e, claro, o pai abraça o seu filho. São símbolos das acções de Deus. Isto faz com que qualquer pessoa, ainda que seja má, perceba que pode ser recebida por Deus, coloca-se no caminho para a salvação. É o que Jesus conta na parábola do fariseu e do publicano: o primeiro é visto, desde o ponto de vista humano, como sendo bom enquanto que o segundo era um pecador, mas Jesus disse que o fariseu não foi para casa perdoado e o publicano sim. A razão disto acontecer é simples: o publicano reconhece que é pecador e o outro não. Isto faz com que Jesus possa afirmar que as prostitutas e os publicanos precedem os outros no Reino dos Céus. Esta é a primeira parte da sua mensagem. E isto tudo é legitimado pelo facto de Jesus ser o Messias. Logicamente que isso vai contra algumas autoridades, como por exemplo as do Templo. 

– Como é que Jesus, sendo criado por um carpinteiro, numa família pobre, tinha os conhecimentos necessários para interpretar as escrituras? Onde foi instruído?
- Isso é algo que numa cultura, como por exemplo as de algumas sociedades católicas, se torna chocante, porque a aquisição da alfabetização e dos estudos escritos não está relacionada com os conhecimentos religiosos. Não se pode ser muito católico, muito religioso e ser analfabeto. Algo que é praticamente impossível numa sociedade como a judaica ou a protestante, onde a religião e a piedade estão ligadas com os estudos de um livro, o que faz com que no judaismo, em que sempre houve uma taxa de alfabetização superior à de outras sociedades, pois se não sabes ler e escrever não podes ler a Bíblia e, além disso, os ensinamentos da Bíblia dão-se na mesma Sinagoga e noutra língua. Assim sendo, uma pessoa muito humilde, e a história do tempo de Jesus tem muitos exemplos, pode ser muito instruída no que chamaríamos de teologia. A situação economicamente débil não significa que não se tenha educação.

– Refere na sua obra que existem várias teorias que negam a concepção virginal de Jesus: Maria pode ter sido violada, ter tido relações sexuais antes da menstruação ou mesmo relações extra-conjugais. Em que tese acredita mais?
- Acredito que todas essas teorias são novelas. Tentam explicar algo que só se pode explicar de uma forma milagrosa. Teorias muito sofisticadas mas que não têm fundamentação. Como historiador tenho que contar a existência dessas teorias mas acredito que, tendo em conta o que sabemos, não podemos ir mais além. Há uma referência clara no Evangelho de Mateus, que destaca que a concepção de Jesus foi virginal, referindo ainda uma profecia do Livro de Isaías. Uma pessoa que acredite na Bíblia tem de aceitar que a concepção foi virginal. Tentar explicar isso recorrendo a teses como a de um pai romano, as relações sexuais anteriores, a violação... Parece-me novela e não uma investigação histórica.

– Há uma outra teoria, defendida por alguns historiadores, em que é afirmado que Jesus terá casado com Maria Madalena...
- Isso é uma estupidez, um disparate. Não temos nenhuma referência histórica de que Jesus fosse um homem casado. Se ele tivesse casado sabe-lo-íamos pois, no caso do judaismo, não existia praticamente o celibato, era normal que as pessoas se casassem, até mesmo os rabinos. Não exista nada nesse sentido.

– Neste livro diz que, ao longo dos anos, foi feita uma má interpretação da Bíblia, que existiam duas Maria Madalena: a prostituta e irmã de Lázaro. Como ocorreu a deturpação das personagens de forma a que se acreditasse que se trata da mesma pessoa?
- Os evangelhos são muito claros relativamente a Maria: é uma personagem que está relacionada com Lázaro e que João, a certa altura, refere que esta tinha vários demónios e que Jesus a curou. É também uma das primeiras pessoas que o vê ressuscitar. Isto é o que sabemos de Maria. Historicamente quis-se identificar Maria com a prostituta que lava os pés de Jesus. Mas nos evangelhos não há nada disso. A identificação das duas personagens não parte da Bíblia, é uma interpretação posterior. Além de que é praticamente impossível que o seja. A família de Lázaro é uma família rica, não existindo referências de que Maria se comportasse dessa forma. É uma interpretação errónea.

– Poderá ter sido porque ambas lavam os pés a Jesus e os secam com o seu cabelo?
- Sim, penso que é isso. Apesar de serem dois episódios diferentes. Uma quando Jesus se encontrava na casa de um fariseu e outro antes da Última Ceia. Pode ter sido esta origem do engano, apesar de, qualquer pessoa que leia com atenção os textos dos Evangelhos, veja que são dois episódios diferentes.

– Antes da traição de Judas, Jesus já sabia que este se desviara do caminho dos restantes apóstolos há um ano, que roubava e se sentia desiludido com as acções do seu Mestre. Sabendo isto, porque não o tentou trazer de volta para a harmonia do grupo?

- Penso que Jesus tentou até ao último momento que Judas volte atrás. Mesmo no último encontro entre ambos, em Getsémani, dirige-se a Judas como amigo, até ao último instante tenta dar-lhe a mão. O problema de Judas é o de uma pessoa magoada por estar desiludida. A prova está na quantia que recebe para atraiçoar Jesus, quase ridícula. É o salário de um mês de um jornaleiro, 30 moedas de prata. Aí se verifica o quão decepcionado estava, e mesmo assim Jesus dá-lhe a oportunidade de voltar.

– Judas apercebe-se do seu erro apenas quando Jesus é detido, devolve o dinheiro e enforca-se. Acredita que ele se arrependeu das suas acções?
- Não me parece que assim seja. Acredito que ele seja uma pessoa que vê que a sua mágoa o levou demasiado longe.

 – Na obra revela que o governo de Pôncio Pilatos era caracterizado por ser corrupto, violento e com execuções sem julgamento. No entanto, quando vê que Jesus está inocente tenta libertá-lo. Porque esta demonstração de algum sentido de Justiça?
- Não se trata de uma mudança por parte de Pilatos. É algo que encaixa muito bem nele. Ele não pode permitir que o Sinédrio lhe diga o que tem de fazer. Tenta manter a autonomia do seu poder, como se dissesse 'Não vou entrar nesses jogos de poder. Sou demasiado importante como governador romano para entrar nisto'. Tenta enviar Jesus a Herodes e evitar que o executem mas, no final, a forma de governação corrupta de Pilatos continua, porque quando se vê ameaçado decide que irá acabar com a vida de um inocente. No fundo, o que tentou mostrar foi que se tratava de um poder independente, e acima de tudo alguém que odeia as autoridades do templo, pois quando Herodes lhe devolve Jesus sem o julgar, ficou amigo do rei. Nesse momento, ambos perceberam que odiavam as autoridades do Templo.

- De acordo com as conclusões do seu livro, muitos cristãos não seguem os Dez Mandamentos, pois prestam culto às imagens de Jesus e de santos, quando devem louvar apenas um Deus...
- Esse é um mandamento muito claro. Se consultarmos a Bíblia, no capítulo 20 do Livro do Êxodo, podemos ver os Dez Mandamentos, sendo que nos versículos 4 e 5 está a proibição de prestar culto às imagens. Jesus defendia isso. Não se conhecem imagens cristãs durante o século I. E, mesmo no século II, os aparecem alguns desenhos nas catacumbas que não são imagens de culto mas sim símbolos, como o lírio, a âncora, etc..

- Como vê o poder que a Igreja Cristã detém actualmente no Mundo?
- Jesus é muito crítico quanto ao poder. Uma das tentações diabólicas que enfrenta é exactamente a do poder. Há um determinado momento em que ele faz ironia ao afirmar que 'os reis dominam sobre nações, e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores, mas vós não sereis assim'. Penso que há uma incompatibilidade entre o domínio, o poder e o facto de se seguir Jesus.

- Conhece Fátima, em Portugal? Em torno da cidade existe um grande comércio religioso. Pode comparar-se aos comerciantes que estavam no Tempo na época de Jesus e que este expulsou, de forma a ‘limpar’ a casa de seu Pai?
- É algo totalmente contrário aos ensinamentos de Jesus. Na passagem do Templo ele afirma que é uma casa de oração e que o converteram num covil de ladrões. Provavelmente aquelas pessoas não roubavam e vendiam objectos religiosos, mas para ele era claro que tal não podia ser. Também porque a oração que Jesus ensina [Pai Nosso] é uma oração íntima, não é uma repetição contínua de orações. Não se trata da exibição da oração mas de entrares no quarto e, em segredo, dirigires-te ao Pai, que te escuta e ouve. Não visitei ainda Fátima mas conheço. Não é muito diferente de outras partes no resto do Mundo.

- Defende que Jesus tinha quatro irmãos e, pelo menos, duas irmãs. Quando se referem esses irmãos no Novo Testamento não poderá ser no sentido de muito amigos, que o seguem por toda a parte?
- Não, porque as palavras não as diz Jesus. O texto que aparece em Mateus 13, 54-55 e em Marcos 6, 3-4, refere que são os vizinhos quem o diz. Os vizinhos conhecem os irmãos e as irmãs. E, realmente, existem palavras para parentes ou primos que são distintas das que indicam irmãos. Mas, além disso, há um ou facto importante: num apêndice do livro, juntei 52 profecias messiânicas que se cumprem em Jesus. Uma das profecias, que recolhi no Salmo 68, o mesmo onde diz que ele se irritaria com os que comerciavam na casa de Deus, é dito que os filhos da sua mãe não acreditarão nele. Penso que essa profecia também se cumpre.

– O livro apresenta muitas referências bíblicas e, certamente, requereu muita análise. Mas há quem afirme que alguns dos livros que constituiam a Bíblia foram retirados da mesma ao longo da História...
- Não penso que seja verdade. Há circunstâncias que comprovam o que digo. Por exemplo, a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, de Qumran, mostram a exactidão do texto bíblico que temos, relativamente ao Antigo Testamento. E o mesmo sucede com o Novo Testamento. No meu próximo livro apresento as variantes que aparecem em alguns manuscritos, que deixa isso bem claro.

- Jesus é condenado à morte porque os sacerdotes temiam que os romanos, ao ouvir falar de um Messias, destruíssem o Templo de Jerusalém. Esperavam o Filho de Deus, mas quando este aparece desprezam-no para se salvarem?
- Isso acontece muito nos Evangelhos. Por exemplo, quando Jesus chega a Gesara e cura um endemoniado que vivia no cemitério. Aqueles que tinham visto durante anos o homem possuído, a quem não conseguiam prender nem com correntes, disseram a Jesus que se fosse embora.

– Mesmo com todos os milagres que lhe são atribuídos, como não o reconheceram como sendo o Messias?
- O problema é que, em muitos casos, a própria sensação de auto-justificação e de bondade própria fazem com que fechemos a porta de vez. Esse é um grande problema. Se acreditas que tens a chave do Reino dos Céus, e que és tu quem abre e fecha a porta de Reino, é muito difícil que escutes o Messias. No capítulo 23 de Mateus, Jesus diz que eles têm a chave do Reino dos Céus e não entram nem deixam entrar outros, penso que é feita uma descrição muito triste mas também muito exacta dessa situação.

– Apesar dos receios da destruição do Templo, este chega mesmo a ser destruído, 40 anos após a morte de Jesus...
- Considero esse outro ponto importante. Primeiro há gente que considera que a sua estrutura religiosa é o mais importante do que Deus. Mas isso não significa que a mesma vá durar. E penso que este é um caso muito claro.

- Acredita que o Filho de Deus vai voltar?
- Sim. Mas não sei quando.

– Acha que o Mundo estará preparado para o receber?
- Essa é uma pergunta que Jesus faz também, no Evangelho: 'Quando o Filho do Homem voltar à Terra, encontrará fé?' Eu penso que haverá pessoas que estarão preparadas e outras que não.

– O seu próximo livro será publicado nos EUA. Apenas estará disponível nesse país?
- Não. Será publicado pela editora americana Thomas Nelson mas será distribuído por toda a hispano-américa e também estará disponível em Espanha.

(*)PERFIL
César Vidal nasceu em Madrid, em 1958. Licenciado em Direito e doutorado em História, Teologia e Filosofia, leccionou em várias universidades da Europa e dos EUA. Tem publicadas mais de cem obras.

Fonte: Notícias Cristãs com informações do Correio da Manhã




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domingo, 27 de fevereiro de 2011

NÃO JULGAR, UM MANDAMENTO OU UM AVISO SOLENE?

DEUS nos adverte através das Escrituras que não somos como Ele, não estamos no mesmo nível de pensamento, de raciocínio, não vemos como Ele mesmo vê, não sabemos como Ele sabe e portanto não julgamos como Ele julga. Isso parece algo solto e facilmente esquecido. Traduzido na pŕatica significa para crentes e não crentes, cristãos e até ateus que se gabam por pensarem de modo aparentemente mais lógico, racional que as demais pessoas fanáticas e místicas, que nem por possibilidade remota, nos aproximamos do seu perfeito padrão de ser e de existência. Isso seria plenamente suficiente para nos calarmos não poucas vezes, houvesse  o que houvesse, parecesse o que parecesse.

Porém aparentemente, o fato de sermos os únicos a sermos ordenados a sermos efetivamente testemunhas, pregando, anunciando, compartilhando, testemunhando e até ensinando, em nome dEle, vamos um pouco mais além, e como Judas damos "pitacos" bem menos contidos, esquecendo tolamente das muitas advertências do Senhor com relação às nossas atitudes. Li uma das postagens mais lidas em um dos blogs de um querido irmão, me cocei para dar uma opinião, postar um comentário, mas como se diz, dei meia volta ( metafóricamente ) e pensei "não farei isso dessa vez", tirarei uma lição primeiro para mim e não farei a mesma coisa, não terei a mesma atitude, se ele está errado segundo o que vejo, errarei com ele, e se percebi isso ( o erro ) não o farei.

Tocar nesse assunto aqui não é o mesmo de dar uma resposta ou fazer uma defesa naquele momento que implicaria em uma série de detalhes relativizados e que não só não o convenceria mas criaria uma polêmica em torno do que definitivamente não é importante. Por razões naturais, por ser de uma outra denominação e ramo evangélico, o irmão foi a uma igreja e não gostou do culto, do pregador, do barulho, das músicas, etc. No resumo da ópera, embora muito compreensíveis as suas opiniões sobre tudo, que bem podem ser consideradas, o referido irmão fez um julgamento, condenou toda a reunião, a atitude das pessoas ali, a músicas, a mensagem, a própria existência daquela igreja. Obviamente deveria ser trocadas aquela reunião, aquele pregador, as músicas, os músicos, as pessoas, toda a reunião ( muita gente, mas muita mesmo, que tal uns gatos pingados de gente conhecida há algumas décadas? ) e substituídas pelo quê? Pela reunião de preferência do referido irmão, ouvindo as palavras que ele mesmo gostaria de ouvir e do modo de sua preferência...

Coincidentemente era a igreja que me levou a Cristo, primeiro a minha mãe, já falecida, que graças ao pai do pastor e pregador criticado pelo irmão, faleceu salva e um dia a poderei encontrá-la. Mas não é uma defesa da minha denominação, da "minha igreja", ou de qualquer pessoa... Encontramos a declaração do próprio Senhor Jesus para não julgarmos, não como proibição " não julgueis" e pronto, mas "não julgueis", você não fará isso bem...pois logo a seguir ouvimos: "pois com a medida que julgardes sereis julgados...entende? É sério. A língua pode coçar, posso aparentemente ter toda a razão, mas se o fizer posso cometer um grave deslize, tal como alguém inabilitado usar um bisturi para fazer uma cirurgia cardíaca em alguém, ou nos olhos de alguém... o resultado não será bom, será fatalmente desastroso.

No caso, aquele pastor que animava as pessoas, que pregou uma pregação rasteira, tocou mal ( gostaria de saber se o crítico é pelo menos músico ou cantor ) tinha até pouco tempo uma doença grave nos rins, aliás desde a infância, o seu destino seria fatalmente a hemodiálise em poucos anos. O mínimo que deveria fazer como toda pessoa portadora de uma doença crônica grave era ficar em casa, e tentar aproveitar os seus momentos reservada e egoísticamente. De um modo ou de outro pregou, cantou, testemunhou, aproveitou todas as oportunidades para estar em qualquer lugar e falar algo de Jesus as pessoas. Espero que o tal irmão que não gostou e os demais que lhe fizeram coro, estejam fazendo mais, ainda que a sua maneira para a obra do Senhor. Ah... esse jovem pastor deu testemunho recentemente que foi curado milagrosamente, para a surpresa do médico a doença estabilizou. Terá os 50% de cada rim mas agora perfeitametne funcionais, sem uso de medicamentos, nada. Um milagre do ponto de vista médico.

Um depoimento pessoal apenas: com a idade ficamos mais chatos, mais saudosistas, preferimos coisas que já conhecemos, falo de mim, trata-se de um fato. Por exemplo entre um carro novo que ao parar no meio da rua, eu fique olhando para o motor do bicho como a um Rolex legítimo na joalheria, prefiro um modelo que já vi aberto na oficina e que saiba onde se põe a água no radiador, em que se saibam onde estejam as velas, etc, etc.  Acho que não gosto da média das reuniões nas igrejas evangélicas hoje. Quando era jovem ( e já faz algum tempo rs...rs...rs... ) não perdia uma e saia feliz das igrejas, seja mais tradicionais ou "renovadas". Traduzindo: não gosto dos cultos seja pentecostais ou tradicionais, os primeiros são acadêmico demais e repetições do que se sabe que será dito e dito de novo e igualzinho e muito do que vejo na Bíblia acontece e nem é reconhecido, os outros festivos demais para o meu temperamento melancólico.

Mas e daí? O culto não e para o meu agrado pessoal como um filme ou um show...uma reunião em nome do Senhor Jesus é para que Ele esteja entre nós e faça o que Lhe aprove, cure, console, converta, ensine, mostre o Seu amor e poder. E isso não depende da nossa "fórmula"e muito menos aprovação. Os fariseus sempre desaprovavam as ações do Senhor, Judas ídem e até os demais discípulos apresentavam "sugestões" e "observações". Quem pensa assim não entendeu absolutamente nada.

Você acha que gostaria das "reuniões ao ar livre" do próprio Senhor Jesus, que as apreciaria inteiramente? Não era horrorosas, escandalosas... as pessoas fediam, se empurravam, havia discussões, oposições, se movimentava o tempo todo, demônios se manifestavam e pessoas fétidas, horripilantes eram trazidas ou se arrastavam até o Senhor... Já imaginou algo pior? E no templo, na religião oficial? imagina que era melhor? Animais berrando, cheiro, fezes ( animais estressados defecam de mêdo ), empurra-empurra, barulhos, vozes, trombadas entre as pessoas... Você imagina Paulo ou Pedro com vozes bonitas como as do Cid Moreira, a emoção do narrador Galvão Bueno, ou quem sabe de algum pastor ou pregador conhecido? Imagina-os simpáticos e afáveis ou estranhos e aparentemente antipáticos, coléricos? E João Wesley? João Calvino? tuberculoso, por dois anos ou mais, acho que foram quatro anos, sentado ensinado, pregando com uma tosse horrível e perigosa, escarrando frequentemente, cuspindo a sua volta. Possivelmente espalhou a sua doença entre  várias pessoas mais próximas de si. Só para citar alguns irmãos de fé e algumas situações. Esse irmão e os que lhe fizeram coro no comentário do referido blog, não têm a real e nem pelo menos  próxima visão das coisas.

A igreja as vezes, me é absolutamente estranha, não só a esse irmão e talvez a você que lê essa postagem... mas o Senhor Jesus disse que as portas do inferno não prevaleceriam sobre ela. Há uma guerra, sempre houve, espiritual e com reflexos materiais, que olhos  desatentos não conseguem perceber, mesmo porque não são sintonizados com o olhar do Senhor e se julgarmos pelos nossos pobres critérios, estaremos reprovando o que o Senhor aprova e vice-versa. O Senhor faz nos nossos dias uma grande obra e o seu Reino avança e prevalece, não duvide disso e nem desmereça a grande obra que será realizada ainda nos nossos dias, bem diante de nossos olhos, julgamento apressado, egoísta e baseado em seus sentimentos pessoais. Há ainda de se lembrar que o alvo do Senhor são efetivamente as ovelhas que ainda estão fora do aprisco, mais do que as que já  estão nele ( não sou eu que estou dizendo isso, não reclame comigo )

Não tenho procuração e nem me arvoro tanto em defender totalmente e a julgar a qualquer um que seja, claro evito cometer os mesmos erros, mas como não me ocupo em fazer as mesmas coisas ( dirigir uma igreja, pregar como ministro, me expor publicamente ) não "posso" julgá-los no que efetivamente fazem.


Para o irmão em questão há uma saída justa: fundar uma igreja e fazer tudo conforme sinceramente acredita, e terá algo a apresentar ao Senhor para galardão. Menos que isso é perda de tempo e algo absolutamente temerário.

Por Helvécio S. Pereira

Que tal ouvir e meditar na bela canção de Amy Grant...afinal há coisas que agrandam mais a Deus que a nossa conveniente religiosidade cristã, certamente.


sábado, 26 de fevereiro de 2011

A BÍBLIA FALA DE UMA SELEÇÃO NATURAL SIM. CONHÊÇA-A

Respondendo a um e-mail acerca de uma de minhas postagens recentes, disse que a TE ( Teoria da Evolução ) foi um grande achado para setores científicos ansiosos por se libertarem supostamente do  poder do conhecimento religioso. Um grande achado, pois o mais honesto a ser feito por esses mesmos setores e cientistas renomados, seria afirmarem publicamente: "não sabemos", "não temos a resposta". Foi um achado pois passaram a proclamar de forma, nem sempre honesta, e com o objetivo inequívoco de matar Deus, de tirá-lo das conjecturas humanas, ainda que honestas e sinceramente em busca de respostas. Engendraram todo um conjunto de informações que aparentemente conjugadas "provam" o que afirmam: primeiro que Deus não é necessário; segundo se existe, as coisas se arranjaram por si mesmas, portanto sem Ele. Por conseguinte, e em uma conclusão lógica, não precisamos dEle, de conhecê-Lo, muito menos de suas opiniões, e que também não lhe devemos satisfações. Simples assim.

Uma suposta auto-origem das coisas, de tudo, e a sua auto-organização ( complexa para dizer o mínimo ), a sua sustentação contra toda a possibilidade certa de entrar em colápso, a sua manutenção dentro de limites razoáveis, mas cirurgicamente definidos, é de fato uma forçassão de barra, poderíamos dizer, com objetivo de se autolibertarem de uma imaginada moralidade que se opõe sim, à moralidade ( agora sim ) auto-criada pela humanidade.

A sobrevivência do mais forte, do mais apto, justificaria em implicações maiores, a destruição de tudo e de todos que ameaçassem a sua própria existência de forma irrestrita, de certo modo uma realidade sem misericórdia e sem nenhuma ética. Somente os mais desenvolvidos ( para quê e por que? ) seriam agentes de um mundo sem os ináptos e por que não, indesejáveis, sob o ponto de vista dos primeiros, sob quais justificativas morais e éticas?

Enfim uma bela explicação que não explicaria nada. Plausível? sim claro a evolução descrita pela TE ( Teoria da Evolução ) seria possível sim, como a reencarnação, como a aniquilação, como todas as possibilidades aventadas pela imaginação humana criativa, e apontando para possibilidades múltiplas. E se Deus não existe ou se existe e a TE ( Teoria da Evolução ) seja a melhor descrição de um processo criativo de milhões e milhões de anos? Bem esse Deus evolucionista teria outras características não expostas como tais nas Sagradas Escrituras, um Deus que erra e aprende, desperdiça enfim, e por consequência é injusto e inconsequente, bem diferente do Deus bíblico e revelado rica e complexamente nas mesmas Escrituras.

Afinal quem fez tudo do nada não precisaria da limitação do tempo, do cozimento dos elementos, do ensaio e erro, por ser talvez incapaz de acertar de primeira. Enfim seriamos levados fatalmente a uma concepção de um Deus com outras prerrogativas e características.Teríamos mais problemas do que soluções, respostas as quais presunçosamente se arvora apressadamente a tê-las e proclamá-las como status de legitimidade.

A Bíblia só faz uma seleção natural, real e de fato, a qual será patente um dia... veja:


Mateus 24:13

Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.



Marcos 16:16

Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.



Atos 2:21

E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.







Essas são apenas algumas declarações das Escrituras, encontradas na Bíblia Sagrada, acerca da única e grande seleção natural, permitida e instituída por Deus. Nessa seleção haverá os aprovados e reprovados, os 
que se perderão pelo caminho e os  vencedores, veja:




  

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

SE QUER NEGAR A EXISTÊNCIA DE DEUS A TEORIA DA EVOLUÇÃO NÃO É SUFICIENTE PARA ISSO


A EVOLUÇÃO NÃO É UM FATO PROVADO. A SUA IMPOSIÇÃO TEM SIDO A CUSTA DE NÃO POUCAS FRAUDES HOJE CONHECIDAS E CONSTATADAS. VEJA!

O vídeo a seguir é parte de uma vídeo completo "CRIATURAS INCRÍVEIS" produzida por um cientista proeminente e de conceito no mundo acadêmico, o mesmo que promove a TE em todos os níveis escolares hoje. A parte a seguir é um resumo dos fatos que vão contra a Teoria da Evolução e quem nem são mencionados no seu ensino. 



SÉRIE "ALMAS DO MUNDO". AS ALMAS A SEREM SALVAS NO NEPAL

Aproveitando a excelente qualidade de matérias jornalísticas desvendando as várias regiões do mundo e seus respectivos contingentes populacionais, iniciamos com essa postagem, ao lado de outras já publicadas sobre a Índia e outras regiões, abordando culturas, modos de vida e seres humanos cujas almas valem, segundo palavras do próprio Senhor Jesus, mais que o mundo inteiro. O objetivo é o de lembrar aos acomodados pregadores profissionais de grandes cidades e de bairros de classe média, que há muitas outras almas a serem salvas,  e que necessitariam ouvir o evangelho. Afinal a seara é grande e os ceifeiros são poucos, dissera o Senhor Jesus.



Fonte: Jornal da Record/ Rede Record de televisão/ Portal R7.com/ Record News

RESPOSTAS ÀS SUPOSTAS CONTRADIÇÕES DA BÍBLIA. LEIA ESSE LIVRO




Desde o famoso "A Bíblia tinha Razão" ao qual li logo por ocasião da minha conversão,passando por uma série de outros bons livros em defesa das Escrituras, o  mais recente lançamento é:

“Demolishing Supposed Bible Contradictions” (Derrubando Supostas Contradições da Bíblia)


Será que Deus muda Sua mente? Podem todos os pecados ser perdoados ou existem alguns que são imperdoáveis? Por que Raabe foi elogiada por ter mentido, quando a mentira é proibida nos Dez Mandamentos?
Ken Ham, fundador do Museu da Criação, e uma equipe de colaboradores respondem a estas perguntas e muito mais no novo livro, “Demolishing Supposed Bible Contradictions” (Derrubando Supostas Contradições da Bíblia), que visa defender a palavra de Deus contra os críticos da fé que afirmam que a Bíblia é contraditória.
“Quando pensamos que existem contradições presentes, nós olhamos com atenção e entendemos o que a Escritura nos está dizendo, à luz de outras passagens,” Roger Patterson, um colaborador do livro, disse ao The Christian Post. “Então, podemos resolver esses conflitos muito facilmente.”
As afirmações de supostas incoerências na Bíblia, apontadas principalmente por ateus, têm contribuído para um aumento no número de jovens que abandonam a fé. Ham e sua equipe esperam que seu livro de fácil leitura ajude os Cristãos a refutarem qualquer alegação de supostas contradições da Bíblia.
Muitas pessoas, observou Ham no livro, compram a afirmação de que a Bíblia é “cheia de contradições,” mas não se preocupam em ler a palavra para afirmar por elas mesmas. Ham, também é presidente e CEO do ministério de apologética cristã Answers in Genesis.
Ao longo do livro, muitas supostas contradições são rapidamente descartadas quando a lógica simples, o contexto, as questões de translação ou de vários outros aspectos são levados em conta.
Em um capítulo intitulado “Change of Heart” (Mude o Coração), afirma que a natureza imutável de um Deus santo e justo contradiz Seu coração que se compadece de julgamento de uma nação ou grupo que são refutadas. A Escritura notável de Jonas sugere a “mudança” de Deus quando Ele não trouxe sobre a nação de Nínive, o desastre que havia ameaçado, após o arrependimento da nação.
Isto é repreendido pela contribuição do autor Stacia McKeever, que observa que “em nenhum lugar das Escrituras indica que Deus não é emotivo, mas na verdade [Suas] ações e emoções são frequentemente descritas em termos de ações e emoções humanas.”
“O caráter de Deus não muda. Porém, Ele pode mudar a forma como escolhe responder a ação de um indivíduo ou nação.”
O que distingue este livro dos outros ministérios baseados na apologética e livros é a visão compartilhada dos escritores de uma interpretação literal do Livro do Gênesis.
“O ministério da Answers in Genesis tem o objetivo de colocar toda a Bíblia como uma autoridade e não apenas selecionar e escolher as peças certas,” disse Patterson. “Os acontecimentos do dilúvio realmente ocorreram e houve realmente um Jardim do Éden com Adão e Eva reais.”
Mais do que nunca, a sociedade está questionando a credibilidade da Sagrada Escritura e colocando a sua precisão no âmbito de aplicação. Mas Patterson acredita que suas raízes por trás das tentativas de desacreditar a Bíblia é um problema psicológico de “aceitar a verdade da palavra de Deus como superior à opinião do homem sobre as coisas.”
“Eu acho que finalmente isso é a autoridade que Deus tem sobre a vida e cada uma de Suas criaturas,” afirmou. “As pessoas querem se rebelar contra essa autoridade.”
“Eles não querem viver a vida segundo o plano de Deus… por isso tentam desacreditar a Bíblia em uma tentativa de tirar Deus de Seu trono e colocar eles mesmos no trono.”
Patterson, um membro da equipe de desenvolvimento do currículo de Answers in Genesis, está atualmente trabalhando no desenvolvimento de recursos curriculares baseados na Bíblia, incluindo cursos on-line. Ele frequentemente contribui para a revista Answers, artigos na web, livros e outros recursos apologéticos do ministério.
Ham anunciou recentemente o apoio da AIG para o Ark Encounter Project, projeto de um parque temático da Arca de Noé em tamanho real em Kentucky do Norte, previsto para estrear em 2014.
Fonte: Christian Post / contando os nossos dias

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

FÉ EVANGÉLICA E NOVO QUADRO SOCIAL II


Solenidades oficiais esquecem evangélicos e descumprem Lei
Em 21 Fev 2011 04:26 AM 

Lei determina que eventos devem dar vez ao menos dois credos, mas pastores são esquecidos.

A posse dos deputados estaduais no início do mês reascendeu a polêmica sobre direitos dos evangélicos no Estado Laico. A presença apenas de representante da Igreja Católica na Assembleia Legislativa foi alvo de críticas de entidades que pedem a presença de alguém dos credos em solenidades oficiais. E não se trata apenas de um pedido, mas cobrança para que a Lei número 5112, sancionada em 13 de dezembro de 1999, seja cumprida.

Diz a Lei prosposta pelo deputado estadual Hélio Isaias (PTB) que "As solenidades oficiais promovidas pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, quando da participação das autoridades eclesiásticas, de forma facultativa, deverão contar com a presença de representantes de pelo menos dois credos religiosos". 

O pastor Robson Marcelo, presidente da Associação Interdenominacional de Pastores do Piauí, pretende solicitar audiência pública com deputados estaduais e o Ministério Público para tratar desse e outros temas, como a permanência de imagens sacras, objetos do catolicismo, em órgãos públicos. Segundo ele, os evangélicos se sentiram discriminados por não terem representante na posse dos deputados, mesmo tendo procurado o cerimonial antecipadamente. 

"Não somos contra a Igreja Católica. Somos contra a Assembleia Legislativa não contemplar as outras religiões", disse o pastor, lembrando que na oportunidade foram empossados deputados evangélicos. "Não reconhecer a representação de um pastor é desconsiderar o cargo", acrescentou.

Remédios Carvalho, presidente da Associação Evangélica Piauiense - AEPI -, se queixa que o descumprimento da Lei em diversas solenidades. Segundo ela, uma das raras exceções no Estado e municípios foi a posse do governador Wilson Martins em janeiro. A inauguração de prédios públicos costumam contar com um padre para benzer o local, mas pastores não são convidados. 

"Se chamar um padre, tem que chamar um pastor, um representante evangélico. E isso não é cumprido. O que nós da associação pedimos são direitos iguais. Que as autoridades nos respeitem, assim como repeitam a Igreja Católica", declarou.


Notícias Cristãs com informações do Cidade Verde

FÉ EVANGÉLICA E NOVO QUADRO SOCIAL... VEJA!


Projeto reconhece arte evangélica como cultura
Em 21 Feb 2011 05:50 PM


Lourival Mendes ressaltou a diversidade da arte evangélica.



A Câmara analisa o Projeto de Lei 58/11, do deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), que reconhece a arte evangélica como cultura no Brasil, desde que ela não tenha conotação de culto religioso.
O parlamentar é autor de uma lei maranhense (Lei dos Eventos Gospel, 8.431/06) com teor semelhante. Segundo ele, a arte evangélica "compreende vigília, marchas proféticas, música, gravação de CDs, publicação de livros, dança, artes plásticas, shows e eventos".



Evolução cultural
O autor da proposta observa uma "explosão da arte evangélica como cultura, valorizando as diversidades de gêneros musicais existentes no Brasil". De acordo com ele, a mídia religiosa é o maior veículo de disseminação dessa cultura.
Mendes argumenta: "Este projeto de lei consolida, de uma vez por todas, a pretensão do povo evangélico deste País, que quer ver os seus direitos culturais, de fato já aprovados pela sociedade, agora pelos poderes constituídos, como reconhecimento do processo de evolução da nossa cultura".



Tramitação
O projeto tramita pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.

Íntegra da proposta: PL-58/2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011

POR QUE A BÍBLIA NÃO SERIA A VERDADE?



O homem contemporâneo, do alto da sua recente comodidade tecnológica, como energia elétrica, transporte e comunicação aliada a melhor e maior capacidade de resolver dilemas como saúde e alimentação, além de multiplicidade de entretenimento disponiveis, se julga capaz de em sã consciência duvidar que algo como os registros e relatos bíblicos e assim puder descredencia-los. É claro que essa desconfiança no fundo é de si mesmos, reforçando e comprovando que até para si mesmos, nós seres humanos, eles mesmos e quaisquer um somos capazes de dissimular e mentir. E qual a novidade nisso? Tudo o que  ser humano diz, escreve e constrói, pode sim, ter a marca da corrupção, da dissimulação e da mentira mais deslavada.

Entretanto isso não invalida e nem tira a possibilidade de alguém que tenha criado todas as coisas, sido a origem útima de todas essas mesmas coisas, de toda a razoabilidade e lógica, possa se pronunciar com o objetivo de se comunicar, no caso, conosco. É lógico que esse tipo de informação não possa ser dada por outro mas únicamente por Aquele que antecede e também sucede todas as coisas. Não há outra opção não temos e jamais teremos respostas para um tempo e espaço em que nenhum de nós existia. A chamada "Teoria da Evolução" que nada mais é que uma simples  teoria tão fantástica como a existência de Atlântida, mesmo disseminada com "status" de verdade, é de fato um grande achado para a ciência moderna, que de fato deveria dizer a todos: não sabemos e não temos respostas.

Do mesmo modo é lógico também, que sob todo ponto de vista exequível, Deus que não é como nós, na sua forma de pensar as coisas, de vê-las, e seu conhecimento pleno, distante anos luz de nosso conhecimento penosa custosamente construído repleto de contradições se revele a nós. A Bíblia não diz tudo sobre tudo mas é objetiva no  que devemos saber e conhecer para o nosso bem. Não se trata portanto de um simples e inútil enciclopedismo, de uma simples e inobjetiva satisfação de curiosidades sejam individuais ou de espécie humana.

Nós seres humanos mentimos por covardia, para ocultação de verdades e realidades que tememos. Mentimos para suplantar nossos oponentes e inimigos. Mentimos para a sobrevivência que também é conveniência. Mentimos por problemas de saúde mental, de interesses múltiplos e quase sempre objetivamos ganhar alguma coisa como admiração, poder, aceitação, etc. Deus não deve nada a ninguém e só nos diz algo para que de posse desse conhecimento, segundo as próprias Escrituras, a Bíblia, não nos encontramos em uma situação de rejeição por parte dEle Deus, não nos percamos e em última análise não soframos mais do que, de certo modo, já sofremos frente aos complexos desafios da vida.

A bem da verdade, incrivelmente não temos respostas melhores, por mais aparentemente mais bem engendradas que possamos culturalmente, como etnias e povos diversos, como resultado de muita imaginação e criatividade possamos nos aventar a construir. Nossas "verdades" são na maioria das vezes patéticas frente ao modelo revelado nas Escrituras para a existência, vida e morte e o sobrenatural. Tolo quem entra na vida e sai dela fiando-se nas estórias ( com "e" mesmo" ) que explicam e aparentemente aquietam as consciências as vezes sacudidas por algum temor e dúvida.

Não há vários deuses, nem santos, nem xamãs, nem profetas fora das Escrituras judaico-cristãs, nem reencarnação, nem rios de leite de cabra, nem setenta virgens e nem as inumeráveis descrições do universo e de uma pré vida ou de uma pós vida. Há somente o que a contra-gosto é revelado na Bíblia Sagrada e pronto, não importando o que se diga, mesmo que sejam líderes religosos autodenominados cristãos ao longo de mais de dois mil anos, os doutores da igreja, os doutores em divindade atuais, os grandes reformadores, etc. O que há é o que é dito nas Escrituras, ainda que eventualmente alguém repita e ensine o que está lá todo o tempo, sempre esteve desde que ela foi escrita. O mérito não é de ninguém, nem dos que  vieram depois e nem tão pouco dos escritores originais, inspirados e movidos a escreverem e registrarem o que registraram. Nem eles sabiam ou tinham plena consciência do que faziam. Muitas vezes esse dado, esse fato é esquecido e valoriza-se além do que deveria até mesmos esses homens com suas naturais limitações culturais e temporais.

Fato é que sorte tem quem dá ouvidos e crê no que está na Bíblia, a qual cremos como a única e genuina Palavra de Deus. Gostando-se ou não ela é a verdade e dá testemunho de um Salvador e de uma tão grande salvação. Os seus registros nos dizem sobre alguém que é indubitavelmente além de tudo e de todas as coisas, que por algum motivo não nos ignorou e não no ignora totalmente, oferecendo-nos graciosamente uma única e maravilhosa possibilidade: a de experimentarmos a sua próxima criação, a de novos céus e nova terra ou de não termos nada além do que penosamente tivemos em nossas experiências diversamente individuais. A Bíblia nos avisa que se não quisermos a sua oferta graciosa nada teremos, e esse nada significa não outra coisa que a completa e extrema ausência de todo o bem imaginável. Essa falta do mínimo de bem ou prazer é de fato um tipo de sofrimento extremado e inimaginável e é justamente esse o significado de perder a sua alma, ir-se para o inferno, ser condenado no juízo final, apartar-se para o fogo eterno, de forma única e definitiva sem nenhuma possibilidade de volta ou uma segunda oportunidade.

Podemos não gostar dessa historia e dessa possibilidade, mas a vida é o único tempo para uma decisão e não há outra oportunidade quando essa se finda por qualquer motivo exequível, seja acidente, doença, velhice, crime, etc. Mas como crer se não ouvir a Palavra de Deus? Como  crer nela se não a conhecer, se a desprezar previamente? Ou ainda se julgar conhecê-la quando de fato não se a conhece convenientemente e mais corretamente? Como ser salvo se a ignora clara e afrontosamente desculpando-se julgando-a como simples fábula engendrada e construída por outros seres humanos?

De fato e finalmente, Deus não nos deixa sem provas, e se formos minimamente justos e honestos reconehcermos a sua inigualável misericórdia dando-nos um prova pessoal, inconfundível e inestinguível. "Só sei que era cego a agora vejo", "Amazing Grace how swet is that sound"..."Ó quão cego eu andei e perdido vaguei..", não são poucos os testemunhos através dos séculos pós vinda de Jesus Cristo a esse mundo e Ele mesmo afirmara: "Eu o ressuscitarei no último dia", "Onde Eu estou estarei vós comigo"...

Não teremos todas as explicações, afinal qual de nós sabe todos os detalhes sobre o seu próprio parto e nascimento? Somente os que a época contribuiram factualmente para que descêssemos pela vagina e fossemos dados a luz ou ainda pro meio de uma cesariana e hoje nos encontramos adultos, pais e mães de família e ativos de uma forma ou de outra em uma vida caracteristicamente individual e única. Do mesmo modo há uma salvação provida por um Salvador real e vivo eternamente. Como isso se dá, predestinados, por aceitação individual, pouco importa. Os salvos são salvos, os perdidos o são ou permenecem nessa condição mas não deveriam. 

Não há "cabra suficiente macho" como no jargão regional capaz de encarar uma perdição, um fogo eterno, um sofrimento vagamente descrito como sêde, calor que queima, um bicho que não morre, dor e fedor, além de solidão e falta completa de qualquer forma de sociabilidade. Não queira, não se aventure, não aposte em ser e permanecer um perdido. Vá a Jesus, implore, clame, peça para ser salvo. Senhor lembra-te de mim quando entrares noTeu reino, disse um dos condenados, um ladrão, ao próprio Senhor Jesus na cruz. Não espere e não se desculpe. Não transfira aos outros, às igrejas, aos pregadores, as suas falhas e deslizes a sua própria perdição. Afinal cada um dará contas de si mesmo a Deus naquele dia.

Por Helvécio S. Pereira


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

IGREJA EVANGÉLICA BOLA DE NEVE REAGE CONTRA A OBRIGATORIEDADE DO REGISTRO DOS "MINISTROS DE LOUVOR" DAS IGREJAS JUNTO A "PRIMEIRA DELEGACIA CRISTÃ MUSICAL"


Após entrar na justiça contra a Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) pela obrigatoriedade dos ministros de louvor de terem seus registros no órgão como músicos profissionais, valendo oficialmente com a criação da Delegacia Cristã Musical, a Igreja Bola de Neve abriu o chamado “precedente jurídico” para que outras igrejas também fiquem livres dessa lei que julga como atividade ilegal louvar a Deus dentro da Igreja sem que os músicos sejam dados como profissionais pela OMB e pagando os tributos exigidos pela entidade.
A decisão judicial anunciada nesta semana foi favorável a denominação criada pelo Apostolo Rina e graças a ela os ministros de louvor da Igreja Bola de Neve não precisarão obrigatoriamente ter carteira profissional da OMB. Assim nem os músicos e nem o Ministério serão penalizados pela entidade, segundo a advogada da Bola de Neve, Taís Amorim.
“A vitória da Bola de Neve não inibe a OMB de multar ou cobrar qualquer outra Igreja. Porém, reforça esse direito de qualquer outra denominação, de maneira que, numa autuação, a Igreja poderá se valer deste julgado e, se o caso tiver que ir à justiça (se a multa não for cancelada administrativamente, o que é muito provável), este novo caso certamente tomará como base a decisão proferida no caso da Igreja Bola de Neve”, explicou a advogada.
O “precedente jurídico” acontece quando um juiz entende uma causa e bate o martelo sobre ela, como os juízes devem estar de comum acordo e tendo a mesma linha de pensamento, uma decisão deste tipo acaba sendo usada como prova para mostrar o que outros magistrados pensam sobre determinado caso. Por tanto se alguma denominação quiser ou for autuada pela Delegacia Cristã Musical poderá entrar na justiça e se valer deste precedente.
Fonte: Gospel+

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25 Nov 2010
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