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terça-feira, 31 de maio de 2011

O QUE AS ESCRITURAS TÊM A NOS DIZER


Tenho meditado nessa última semana em alguns temas relacionados à revelação Escriturística que talvez consiga relacioná-los em algumas das próximas postagens. Aparentemente não é tão fácil retomá-las após tê-las feito e ter que relembrá-las sem tê-las anotado. De fato, a validade da meditação bíblica e nas coisas de Deus ( algo recomendado nas próprias Escrituras, na Bíblia Sagrada, em não poucos textos da mesma ) só se consolida após a prática. Ou seja: não basta organizar o que se crê, mas conseguir por em prática ( obedecer ) o que se passa a saber . Daí a recomendação, talvez um pouco mais além a exortação: “para sermos praticantes e não meros ouvintes”.c
Então vamos ao desafio:


Se formos sintetizar algumas das revelações claras das Escrituras, muitas vezes a margem da organização teológica, e por isso mesmo, pela teologia tornado um tema secundario e até esquecido, é justametne o fato de a existência do homem, como indivíduo e como espécie, não ser a margem de qualquer influência, de uma influência alheia a si mesmo. Basta, para se perceber essa verdade, ler as Escrituras de modo linear, do Gênesis ao Apocalipse. Antes tenho comigo que o que nas Escrituras é revelado, o foi como lá se encontra e insento dos “acidentais” erros apontados pelos inimigos da verdade bíblica. De fato, tenho para mim o seguinte: se o que contem as Escrituras é a verdade e se o Deus das Escrituras é verdadeiro como ela, as Escrituras, nos revelam, o mínimo seria que esse Deus plena e seguramente verdadeiro, pudesse cuidar para que nada, nenhum erro de fato, passasse descuidada e despercebidamente. Logo o que eu e você encontramos nas Escrituras é a verdade. Se eu e você ou outros nos desentendemos e nos confundimos nas explicações é outra coisa, fato inteira e decididamente a parte de nossas limitações e erros.


Então temos que, pelas Escrituras, a Bíblia, o homem pende perpetua e dependentemente de algo externo a si mesmo para que viva. O homem, segundo as crenças do homem religioso ou do homem que se diz cético, incrédulo para a divindade judaico-cristã ou outra, o ateu confesso, coincidentemente não se encontra no ápice da existência. Para o materialista esse homem depende de uma melhoria, de uma evolução, de uma purificação, baseada, idealizada em algo que não é  decididamente ele mesmo. Para o crente na divindade absoluta, o Deus criador é decididamente esse ideal, o seu espelho e modelo maior. No Édem após a criação, e antes do Édem em nenhum momento nos é dito que a criação dos “ceús e da terra” tenham sido por causa do homem, mas na criação, no caso um certo tempo depois, na criação da terra, no último dia, no dia sexto, o homem é então criado e colocado em uma micro região da terra, em “um jardim”, como numa estufa em que uma nova espécie deveria ser desenvolvida, a humanidade.


Mas ao contrário dos demais seres e criaturas, o primeiro casal humano, foi assistido por alguém diferente dele, superior a ele, em um relacionamento inteligente e pessoal. O próprio Deus os fizeram, primeiramente o homem e depois a partir do homem a mulher. Outro dado só a esse casal de seres originais, os humanos, sem rivais em toda a criação, foi lhes apresentado um programa de desenvolvimento, com objetivos a serem alcançados e possibilidades. Em contra partida foi lhes dado, não um impedimento ( impedimento houve depois da queda, como por exemplo a impossibilidade de retornarem ao Édem, guardado por querubins com espadas flamejantes ), mas um aviso, um solene advertência de que não deveriam participar, almejar algo que não lhes tinha sido dado: o conhecimento do bem e do mal. Conhecimento que depois, revelado pelas mesmas Escrituras, trata-se de um dos atributos de Deus, e por apreensão, podemos inferir que seja um característica dos demais seres que habitam os céus, anjos, querubins, serafins, etc. Somente o homem, por alguma razão, estaria fora do número dos que poderiam conviver com esse conhecimento ( vale a pena, em um estudo posterior, constatar biblicamente se os anjos não rebelados, serafins, querubins, etc, conhecem ou não o bem e o mal ). Ao homem, ou melhor ao primeiro casal de humanos, não lhes for a permitido isso, de fato lhes for a proibido, mas notemos, não impedido.


Entretanto, obedecer ou desobedecer, necessitaria uma motivação, e para as duas ações, aquele recém-criado, recém-existentes homem e mulher, faltava-lhes motivação. Em nenhum lugar nos é dito ou regristrado que o casal humano amasse a Deus. De fato penso que não O amava de fato. Não haviam aprendido isso. De fato nem se amavam um ao outro, fato que fica claro quando Adão peremptoriamente atribui a queda, a desobediência, o comer do fruto, “ à mulher que me deste ” ou seja a Deus. A contragosto de muitos, uma outra personagem, Satanás tem a sua existência revelada e se insere nos acontecimentos como insinuador de outra “verdade”, motivando no seu diálogo com Eva, que o casal de humanos pense em outras possibilidades, no caso, serem iguais a Deus, pondo em dúvida duas coisas: o que Deus havia dito, ou o que os dois humanos haviam entendido e “a verdadeira” motivação da proibição, dando a entender erroneamente que “serem como Deus” representasse um valor e não um dissabor, um problema com todas as indesejáveis e invislumbraveis consequências.


Que lições o texto e relato de Gênesis, podem significar para qualquer um de nós, todos nós, milhares de anos, talvez incontáveis anos depois? O homem não pede incólume e independente de forças e seres superiores a si mesmo. Um ateu, materialista, um que negue toda cosmologia não material, do cosmos físico-químico que percebemos por sua materialidade, não pode subsistir independente de uma manifestação, influência, externa de si mesmo, qmesmo que queira e teime em professar uma crença nisso. O homem, segundo as Escrituras, é objeto de uma criação direta de Deus, criação objetiva e planejada, com fins a serem atingidos. O homem, a raça humana, não consiste em um acidente, um acaso, uma evolução de si mesmo ou de algo, alguém anterior a ele. Por não poder viver sem Deus, uma horrenda e terrível impossibilidade, e por sentir isso, o homem substitui Deus por outras coisas: idéias que arquitetadas lhe supram esse vazio, essa superioridade e ideal em que se possa espelhar, ainda que incoscientemente. O outro personagem, Satanás, sabe disso, e se introduz em toda a história humana, de diversas e variadas formas, e é aceito,muitas vezes, tanto quanto foi aceito no Édem, e a sua recompensa é ter no coração do homem um altar para si mesmo, ainda que não seja revelado como ele mesmo é, mas secretamente usufrui esse prazer, cada vez que o Deus verdadeiro não está, no coração do homem, no lugar que de direito de Deus lhe é devido.


Mas a queda ( do primeiro casal, de Adão e Eva ) foi programada e todo o mal dela consequente? Se o foi, Deus é o autor da primeira dúvida, da desobediência, do medo e da negação do erro, do primeiro assassinato e de tudo o mais. Se por outro lado, se a queda foi um acidente, algo que escapasse ao controle de Deus, como continuar a defesa de um dos atributos do Deus bíblico: a soberania. Esse tem sido um dilema teológico e um palco de confrontos intermináveis, particularmente entre os que crentes que se autodenominam calvinistas e aos demais atribuidos pelos calvinistas como arminianos. A teologia calvinista que deveria satisfazer uma cosmovisão ( compreensão além da compreensão fornecida pela teologia ) de fato, não o consegue, por mais sinceros que sejam de fato os esforços e a profusão de livros, artigos, ensaios, estudos produzidos nesse sentido. Quando confrontados com situações reais, valem-se como todo religioso, do dogma, das confissões, da ortodoxia, da igreja, etc, etc. Se por outro lado, arminianos estejam mais próximos da compreensão Escriturística, como um Deus soberano, possa ter seus planos alterados e a mercê dos acontecimentos, diga-se a bem da verdade, bem anteriores à queda do homem?


Esse é um debate que pode ser avançado em outro momento, por ora o que é necessário ser colocado é o fato e a verdade revelada em toda a Bíblia, que fato após fato, o homem não está só, alheio de qualquer influência e isento de ser exposto a uma escolha. Após o episódio do Édem , embora não sejamos informados acerca das próximas insinuações satânicas, certamente agora essa insólita personagem não deixará de espezinhar o casal de humanos e cada um de seus descendentes. Chame do que quiser, livre-arbítrio ( conceito posterior as Escrituras ), livre-agência, não importa o conceito filosófico ou teológico, que se concorde ou se combata, a Bíblia revela que constantemente somos, a exemplo de Adão e Eva e seus descendentes, expostos a escolhas e por ela colhemos bençãos ou nos afastamos inexoravelmente de Deus e de Sua vontade.


A negação de Deus, Sua existência, pessoalidade, vontade, soberania e perfeição, que geram a devida gratidão e reconhecimento bem como a mais próxima, se não exata, parcela das demais personagens envolvidas no drama humano, geram uma má compreensão da responsabilidade, culpa, e da necessidade de redenção. Há entretanto uma outra consequência: o mau dimensionamento da real situação e das possibilidades humanas: a história toda já está definida ou é conjuntamente escrita a cada dia? A história de todos os seres humanos são escritas sobre as mesmas bases ou há exceções de fato, e se há quais são essas exceções e porque elas existem? A Bíblia responde essas questões ou se omite terminantemente?


Se tudo está determinado há um elemento que se sobrepõe a pessoa de Deus: o tempo. O tempo nesse caso, como base a todas as formas de determinismo ( cristão ou filosófico ) persiste e impede que algo se modifique dentro de sua existência fenomológica. Entretanto, a eternidade descrita na Bíblia pode ser definida como o não tempo, uma realidade que mesmo não passando, os fatos nela aconteçam dinamicamente. Deus está na esfera e na realidade da eternidade, algo inconcebível para nós, mesmo que um dia nos seja contado e explicitado. Uma realidade em que nada tem começo e fim ( como Deus mesmo ) mas num dilema insolúvel, coisas se fazem e são desfeitas igualmente.

Nessa compreensão, que mesmo sendo um dilema, se nem tudo está determinado, coisas são determinadas, outras são deixadas para que se produzam outras coisas por si mesmo, e outras sofrem interferências decisivas, segundo a vontade dAquele que é sobre todas as coisas, tudo se explica, e é exatamente nessa última categoria, que o que já está revelado nas Escrituras, na Bíblia Sagrada, a infalível e perfeita Palavra de Deus, nos é desvendado numa provisão que não se esgota, por cada dia de nossas vidas, em todas as situações, por toda uma vida. Mas esse é apenas um próximo assunto.

Deus nos abençoe a todos.

Por Helvécio S. Pereira



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

RESPOSTAS ÀS SUPOSTAS CONTRADIÇÕES DA BÍBLIA. LEIA ESSE LIVRO




Desde o famoso "A Bíblia tinha Razão" ao qual li logo por ocasião da minha conversão,passando por uma série de outros bons livros em defesa das Escrituras, o  mais recente lançamento é:

“Demolishing Supposed Bible Contradictions” (Derrubando Supostas Contradições da Bíblia)


Será que Deus muda Sua mente? Podem todos os pecados ser perdoados ou existem alguns que são imperdoáveis? Por que Raabe foi elogiada por ter mentido, quando a mentira é proibida nos Dez Mandamentos?
Ken Ham, fundador do Museu da Criação, e uma equipe de colaboradores respondem a estas perguntas e muito mais no novo livro, “Demolishing Supposed Bible Contradictions” (Derrubando Supostas Contradições da Bíblia), que visa defender a palavra de Deus contra os críticos da fé que afirmam que a Bíblia é contraditória.
“Quando pensamos que existem contradições presentes, nós olhamos com atenção e entendemos o que a Escritura nos está dizendo, à luz de outras passagens,” Roger Patterson, um colaborador do livro, disse ao The Christian Post. “Então, podemos resolver esses conflitos muito facilmente.”
As afirmações de supostas incoerências na Bíblia, apontadas principalmente por ateus, têm contribuído para um aumento no número de jovens que abandonam a fé. Ham e sua equipe esperam que seu livro de fácil leitura ajude os Cristãos a refutarem qualquer alegação de supostas contradições da Bíblia.
Muitas pessoas, observou Ham no livro, compram a afirmação de que a Bíblia é “cheia de contradições,” mas não se preocupam em ler a palavra para afirmar por elas mesmas. Ham, também é presidente e CEO do ministério de apologética cristã Answers in Genesis.
Ao longo do livro, muitas supostas contradições são rapidamente descartadas quando a lógica simples, o contexto, as questões de translação ou de vários outros aspectos são levados em conta.
Em um capítulo intitulado “Change of Heart” (Mude o Coração), afirma que a natureza imutável de um Deus santo e justo contradiz Seu coração que se compadece de julgamento de uma nação ou grupo que são refutadas. A Escritura notável de Jonas sugere a “mudança” de Deus quando Ele não trouxe sobre a nação de Nínive, o desastre que havia ameaçado, após o arrependimento da nação.
Isto é repreendido pela contribuição do autor Stacia McKeever, que observa que “em nenhum lugar das Escrituras indica que Deus não é emotivo, mas na verdade [Suas] ações e emoções são frequentemente descritas em termos de ações e emoções humanas.”
“O caráter de Deus não muda. Porém, Ele pode mudar a forma como escolhe responder a ação de um indivíduo ou nação.”
O que distingue este livro dos outros ministérios baseados na apologética e livros é a visão compartilhada dos escritores de uma interpretação literal do Livro do Gênesis.
“O ministério da Answers in Genesis tem o objetivo de colocar toda a Bíblia como uma autoridade e não apenas selecionar e escolher as peças certas,” disse Patterson. “Os acontecimentos do dilúvio realmente ocorreram e houve realmente um Jardim do Éden com Adão e Eva reais.”
Mais do que nunca, a sociedade está questionando a credibilidade da Sagrada Escritura e colocando a sua precisão no âmbito de aplicação. Mas Patterson acredita que suas raízes por trás das tentativas de desacreditar a Bíblia é um problema psicológico de “aceitar a verdade da palavra de Deus como superior à opinião do homem sobre as coisas.”
“Eu acho que finalmente isso é a autoridade que Deus tem sobre a vida e cada uma de Suas criaturas,” afirmou. “As pessoas querem se rebelar contra essa autoridade.”
“Eles não querem viver a vida segundo o plano de Deus… por isso tentam desacreditar a Bíblia em uma tentativa de tirar Deus de Seu trono e colocar eles mesmos no trono.”
Patterson, um membro da equipe de desenvolvimento do currículo de Answers in Genesis, está atualmente trabalhando no desenvolvimento de recursos curriculares baseados na Bíblia, incluindo cursos on-line. Ele frequentemente contribui para a revista Answers, artigos na web, livros e outros recursos apologéticos do ministério.
Ham anunciou recentemente o apoio da AIG para o Ark Encounter Project, projeto de um parque temático da Arca de Noé em tamanho real em Kentucky do Norte, previsto para estrear em 2014.
Fonte: Christian Post / contando os nossos dias

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

AS MARAVILHAS OCULTAS DA BÍBLIA



É de fato uma grande pena e perca irreparável o desprezo que a maioria das pessoas, incluídas nesse número, cristãos e crentes, dão as Escrituras, a Bíblia como Palavra de Deus. Não me refiro a casos mais classos de não lê-la, mas de julgá-la rasa e de pouca monta. Não me refiro também às não poucas limitações naturais, de escolaridade, de aptidão para leitura, de pouco ou nenhum acesso ao objeto material, o livro, à própria disponibilidade em uma língua própria mas num vocabulário mais acessível e contemporâneo, todas essas limitações e problemas contemplados por alguma boa intencionada ação de levar  o texto bíblico minimamente à todas as pessoas.

Digo-o, no sentido dos que privilegiadamente, mais do que outros, se omitem e se excluem do número daqueles que podem cavar mais fundo e pelo entendimento ver mais do que se vê na superfície das coisas sem contudo enveredar-se por um perigoso caminho e uma terrível atitude, de transformar a verdade revelada em obscuro mito, coisa que se dá, com apoio da mídia e da sétima arte, de forma terrível.

O bom das Escrituras é que destroem com poucas cajadadas a ilusão de nós contemporâneamete sabemos mais coisas que o homem do passado. Sabemos mais relativamente: desenvolvemos mais ferramentas e meios, mas não sabemos mínimamente fazer o nosso próprio alimento e individualmente não conhecemos minimamente soluções banais para coisas banais da vida, coisa que o s antigos sabiam muito mais e melhor do que nós. Sem os suportes modernos corremos o risco de perecermos vergonhosamente em poucas horas ou dias, atravessando uma mata, e andando não muitos quilômetros.

Dessa forma o deus moderno é o aporte tecnológico e científico, que como espécie humana e com o tempo conseguimos, sob certo aspecto, conservar e desenvolver por motivos quase sempre dúbios e objetivos irresponsáveis. Os antigos, particularmente, os que dentre as grandes civilizações se alfabetizavam e privilegiadamente podiam se dar o privilégio de pensar a sua existência, sabiam usar as palavras com exatidão, descrevendo os seus mais profundos pensamentos por comparações magníficas, pouco alcançadas por escritores e pensadores modernos, indo do simples ao complexo, do material e palpável ao transcedental. Aí se inclui magnificamente todo o texto bíblico. Raso aos menos avisados, resumido e direto, pela dificuldade e demora de se escrever e reproduzir o texto, mas profundo, rico e por mais que se profunde quase sempre há mais a se ver.

A Bíblia não é um livro simples e seus textos não são simples e não se exaurem rápida e vagamente o sentido. Ninguém se árvore em ser mais esperto do que o Deus, que não só fez mas que também sustenta todas as coisas. É loucura e franca temeridade. Na Bíblia há mais coisas do que a nossa "vã filosofia" ousa tatear. Entretanto há um elemento de revelação, não possessivo como em crenças humanas, nas quais o crente passa a pensar ilógicamente sem nexo, mas a revelação escriturística é dialógica com a mente humana, demandando tempo, relação com o grande autor, reatamento de comunhão perdida, recebimento por parte do perdão e da virtude da fé, não no livro objeto, mas no autor da mensagem.

Disse o que disse para abordar um dos sentidos encontrados nas Escrituras, o qual pode ser compreendido  rasamente ou conforme estudo da própria Escritura  captados o seu sentido mais amplo.


Frequentemente se ouve e se usa o vocábulo "ordenar" para defender-se a inequívoca ( pois o é ) soberania divina. A idéia é que Deus tenha ordenado, dado ordens para que todas as coisas acontecessem indiscriminadamente como aconteceram até agora, e todas as demais para o infinito futuro, antes de todo o tempo e além de todo o tempo.

Dessa forma, relacionando certos textos com outros chega-se a conclusão apressada, que é aceita e justificada facilmente pelo seu objetivo inequívoco e legítimo, do reconhecimento da grandeza do Deus bíblico,algo que todos os cristãos crêem sem reservas e sem oposição. Só que as línguas originais da Bíblia dizem muito mais que as traduções possíveis para as muitas línguas modernas. Isso não é um defeito mas um problema natural do processo da comunicação linguística, o sentido está no ouvinte e não no emissor. conforme teorias bastante confiáveis de comunicação. Ou seja para entender-se corretamente a comunicação guardada no texto bíblico, devemos ter os ouvidos e conhecer o sentido do ouvinte para o qual presentemente à época foram ditos ou escritos. Tudo foi dito para as pessoas do passado primeiramente e por extensão a nós hoje. Esse é o processo a ser entendido para correto entendimento das Escrituras, das verdades contidas e  maravilhosamente "escondidas" na Bíblia.

Voltemos ao vocábulo " ordenar". keleuó significa entre outras coisas, "mandar", "ordenar", esse vocábulo, no NT, se restringe mais aos livros de Mateus e Atos, de dois autores contemporâneos mas diferentes, referindo-se a manifestação de autoridade humanas A palavra keleusma entretanto se refere a um "sinal" ou "convocação" de Deus. Para entender o seu sentido temos de procurá-la no único lugar em que é usada numa tradução grega no VT, exatamente em Provérbios 30:27 que diz: " os gafanhotos não tem rei; contudo, marcham todos em bandos;" Mas onde se encontra a palavra keleusma no texto antigo? acontece que para se chegar a frase em nossa língua, deve-se compreender a frase original, que por ser produto de uma outra família linguística não foi construída como a nossa língua moderna. De fato, keleusma explica a razão dos gafanhotos "sem rei", "marcharem em bandos". Não é maravilhoso?

Bem vamos agora compreender o "ordenar" de Deus no NT, com base no mesmo vocábulo: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro." ( I Tesalonicenses 4:16 ).

Ordenar nos dois casos é uma ordem, advinda de uma autoridade de Deus, a mesma que faz os gafanhotos, sem rei andarem em bandos e que ressuscitará os mortos em Cristo naquele dia. O espaço é pequeno mas quero adiantar que o simples vocábulo "ordenar"  parece nas Escrituras com vários sentidos e em diferente s situações, expressando cirurgicamente, poderíamos dizer, o sentido único, pois em cada situação significará algo diferente e revelador àquela situação especificamente. No caso de Tes 4:16 aparece como o próprio grito do arcanjo anunciando a vinda do Senhor. Keleusma nos dois casos é o sinal ao que obedecem os gafanhotos "sem rei" e a palavra de ordem, que no caso da parte de Deus pode ter sido anunciada por si mesmo, por Cristo ou pelo próprio arcanjo ( algo não claro no texto original ), mas semelhante a esse sinal e ordem ( a própria ordem ) gafanhotos e mortos em Cristo ressuscitarão.

Outra palavra é parangelló que também significa,entre outras coisas, ordenar. dar ordens, instruir, dirigir. Já parangellia significa  a própria "ordem." São muitos exemplos, e eu destacarei alguns, outros podem ser estudados pessoalmente: o sentido predominante é de uma ordem a ser obedecida, de algo que não possa ser feito de outro modo,  mas que potencialmente o ouvinte poderia não fazê-lo, ou ainda fazê-lo de outro modo, claro com consequências ao não cumprimento relacionadas. A ordem é dada e ao ouvinte fica a responsabilidade de cumprí-la, isso é muito importante. Os exemplos são entre eles: em Mateus 15:35 encontramos Jesus ordenando  "o povo assentar-se no chão "; em Lucas 5:14, o  mesmo Senhor Jesus ordena o silêncio do leproso curado por Ele. Ambos são o emprego do "ordenar" baseado na autoridade. As pessoas poderiam assentar-se ou ficar de pé, o leproso poderia soltar a língua e contar que fora curado. A autoridade e o reconhecimento dela é a garantia da obediência nesses casos.

Em 1 Cor 7:10 ao dar a sua opinião sobre o divorcio distinguindo a sua opinião da do Senhor, o faz como o mesmo uso do vocábulo "ordenar " (  parangelló/ parangellia ). Prosseguiremos em outra oportunidade, pois eu mesmo estou aprendendo sobre o assunto. Isso diminui a Soberania de Deus? Não. Há apenas a distinção de inúmeras situações diferentes que devem ser o mais exatamente compreendidas.

Há situações como essas que alguém pode se sentir incomodado pensando que Deus ficou "menor", o que não é o que as Escrituras deixam-nos ver. Outras entretanto, as quais julgamos o máximo da exigência, poder e autoridade divinas, veremos que é verdadeiramente bem pior ( se pudermos imaginar tal situação e suas implicações ).

Outro vocábulo é  "entolé ", significando "dar instruções" e também "ordenar" sob uma relação de autoridade. É encontrada, como um dos exemplos, em I Samuel 13:14 e 16:21, em que Saul é destituído por Deus e em sue lugar é escolhido o próximo rei de Israel: "o Senhor...já lhe ordenou que seja príncipe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou." - no caso é dito a Saul, sobre Davi novo rei, e sobre Saul, que não cumpriu as ordens de Deus.

Não é fantástico ver tantos detalhes, em textos que muitos não só evitam, olham apressadamente e supõem menos signifância?

Pois é. Vamos não só ler mas dedicarmos mais tempo em aprendermos com as Escrituras, entretanto convém lembrar que não é o volume de conhecimento que faz as coisas acontecerem na vida cristã e no mundo real, mas no volume e na qualidade da obediência e da fé pessoal. Não são poucos que conhecem muito e têm um conhecimento legitimamente invejável e desejável, mas que não possuem igual graça nas suas vidas.


Por Helvécio S. Pereira

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O QUE PRIORIZAR NA VIDA CRISTÃ?

A vida não é justa e isso não é apenas uma opinião mas uma constatação. A confusão se estabelece quando por constatação, por experiência, ou por simples projeção, reconhecemos que Deus é justo e não só mais um justo, mas O perfeito e  O totalmente justo. Deus é a própria justiça. Conciliar as duas idéias e compreensões aparentemente não parece possível, mas só quando se pensa que tudo o que acontece e como acontece, é da vontade de Deus e certamente não é, pois no caso da existência humana principalmente, o número de coisas que vão contra o que Deus deseja e tem prazer é imensamente maior que os atos de justiça, as boas ações e os feitos corretos.

Outrossim é que após a nossa compreensão do que Deus seja, de quem Ele é, e de qual é a sua natureza e vontade, não só desejamos um mundo diferente, mas nos esforçamos para sermos diferentes e aí não cabe nenhuma concepção teológica particular, nenhuma igreja cristã em particular, todo cristão sabe que não é aquilo que Deus gostaria que ele fosse e se esforça para alcançar um pressuposto padrão de qualidade espiritual, que no fundo não é tão espiritual, mas que constitui-se num modo único de vida e de reação e interação com um mundo real constituido de pessoas, de gente, de todas as situações possibilitadas pelo dom da vida nessa terra. É exatamente aí que nos deparamos com o dilema de sermos tudo ou pelo menos parte daquilo que cremos e professamos crer aos outros que não compartilham a nossa fé bem como àqueles que creem como nós, ambos exigindo de nós mesmos uma vida de fé qualitativa.

De fato todos os embates teológicos, todas as posições doutrinárias, todas as controvérsias, todas as possiveis dúvidas e certezas, advéem únicamente daquilo que nos possibilita, em tese, dizer que há uma validação do nosso cristianismo, da nossa vida cristã, da nossa e da dos outros.

Na esfera privada ou pessoal o dilema é o mesmo, mesmo dentro de uma cômoda cultura denominacional religiosa evangélica-cristã. Quantas vezes devo ir a minha igreja? Em quantas e em quais atividades dentro da sua organização particular devo me envolver? Deve ter um cargo, uma função, dentro dela? Tem a mesma validade se for voluntária ou com vínculo empregatício? Posso ficar sem igreja, sem cargo, sem ocupação? Quanto de dinheiro devo dar além do dízimo? Devo mesmo dar dinheiro a igreja? E se contribuir para um missionário, uma sociedade bíblica, uma creche, ou ter outro  empreendimento legítimo e importante para o crecimento da obra de Deus como uma livraria, gravadora, produtora, televisão emissora de rádio, etc?  As questões não se esgotam a esses parcos exemplos. E um blog, um site, um vlog, etc?

Na família como deve ser o meu agir? Se ninguem vai onde vou, (o caso a igreja ) e não faz o que eu acredito que deva ser feito para Deus, os abandono? Prego para os outros de fora e  não prego para eles, esposa, filhos, pais, irmãos, primos? A prioridade é ensinar as pessoas a pensarem como eu penso, concordarem com as minhas opiniões, alcançarem o meu nível particular de compreensão das coisas, ainda que sejam as coisas de Deus?

É razoável que eu vá para o céu e que a minha esposa (ou esposo no caso das irmãs ) não vá? É razoável termos filhos para povoar o inferno e não os céus? A vida cristã deve se resumir em apenas um sutil exemplo, de como ir a igreja, como cantar tais hinos, como vestir-se  o mais adequadamente em uma cultura absolutamente particular?

Trata-se de uma reflexão facinante e de modo nenhum inóqua para quem se disponha sinceramente a fazê-la. É, de fato, o nosso dilema diário, mas que pode sutilmente passar desapercebido. E as nossas prioridades, como a do jovem rico ( não eram as riquezas e nem a sua religiosidade exemplar o verdadeirto problema ). Jesus afirmou que " o que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma". Em qualquer situação, a salvação é a prioridade, para nós mesmos e para qualquer situação da vida, incluindo-se aí a legítima religião cristã-evangélica.

Pessoalmente não discuto, nem cogito, a qualidade secundária de uma pretensa vida cristã. Qualquer igreja, pregador, que ciscunstâncialmente estiver apontando para Deus como criador e Jesus Cristo como único Salvador e Redentor, não ouso discutir o resto. Trata-se do conhecimento, da experiência e  do contato como único Deus e Senhor, a pessoa então fará o resto. Ela caminhará ou não com o Senhor, o seu amor por Ele será a medida e qualidade de sua vida cristã.

Muitas pessoas infelizmente irão para o inferno, pois a elas está sendo vendida uma vida cristã e regiliosidade denominacional mais ideal, e infelizmente inexistente. Não há, e se você a procura está enganado, uma igreja perfeita seja na sua organização, seja na sua teologia, na sua doutrina, seja na qualidade humana de seus membros. Há melhores e piores, claro, mas nunca a ideal e perfeita. Mas o Senhor está disponível e disposto a operar em nosso favor, seja curando, libertando, restaurando, salvando, capacitando, ensinando, abençoando, etc. Essa mensagem, essa boa notícia chega todos os dias, todos os momentos, através de homens e mulheres imperfeitos, organizações imperfeitas, métodos imperfeitos, e por que não dar ouvidos a ela?

Como obstar que alguém, despertado, sacudido, exortado, olhe para o Senhor e seja salvo por Ele? Quantos crentes, aparentemente vêem seus entes queridos irem para o inferno ( já que é só questão de tempo ) simplesmente  porque segundo o seu conceito, não podem ouvir outras vozes a não ser a sua própria e exatamente como a mensagem é concebida e aceita pela sua própria mente? E olhe que não estou falando de uma pressuposta mensagem "ecumênica" que não seria o evangelho. Falo de aceitar a Cristo, de em uma simples e sincera oração, recebê-Lo em sua vida com a ajuda de um outro crente, na rua, na praça, em uma reunião numa igreja "X", "Y" ou "Z", mas na forma de uma experiência real, única, pessoal, insubstituível, e validamente única.

Não é passar os outros uma idéia religiosa-denominacional-teológica, mas a urgência da decisão e acentimento a pessoa do Senhor Jesus como único Salvador de nossas almas, da alma do meu interlocutor, do ser humano ao meu lado ou diante de mim. Dizem as Escrituras: "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." Coloquemos no devido lugar aquiloque é prioritário e deixemos de gastar energias inutilmente com comportamentos e atitudes que não são prioritáriamente bem vistas pelo Senhor. Lembra-se da oferta da viúva, do perfume de Madalena sobre os pés de Jesus, lavando-lhes os pés empoeirados pelas muitas caminhadas? A Bíblia esta repleta de bons exemplos de prioridades bem vistas por Deus. Estude-as e reflita em cada uma delas, e olhe que são muitas.

Por Helvecio S.Pereira

domingo, 18 de abril de 2010

POR QUE DEUS CRIOU O HOMEM? SEGUNDA PARTE

A Bíblia nos mostra, nos revela inexoravelmente aquilo que não imaginamos, que desejaríamos saber e até o que não concordamos e gostaríamos que fosse diferente. Por outro lado nos oculta detalhes que não nos dizem respeito. Justamente com essa desculpa é que muitos , quando não a ignoram, se rebelam em relação às suas revelações e declarações.

Que Deus criou o mundo é uma de suas revelações e declarações. Revelação no sentido de ser uma absoluta novidade e absolutamente original se comparada às demais cosmovisões de outras culturas. Nas demais religiões e culturas as divindidades surgem de um estado caótico e cujas existências dependem uma das outras. Há uma outra cosmovisão em que a divindade se funde a criação apreendida pelos nossos sentidos, ou seja a divindade máxima é o mundo, o universo até onde apreendemos ou imaginamos. O Deus Bíblico se revela como  único e autosuficiente e auto sustentado, externo a todas as demais coisas. A prática religiosa, a liturgia, os dógmas nos deixam pessoas realmente "religiosas" e menos pensantes com relação a essas coisas. Não deveria assim ser. A religião como uma janela não deveria nos impedir de ver a paisagem depois dela, além dela. Muitas vezes essa "janela religiosa" se mostra , quando não, inteiramente fechada ou parcialmente aberta, revelando apenas uma tênue fresta. As pessoas são , muitas vezes, fiéis religiosas  e menos compreendedoras de quem Deus é e como Deus é.

Há não poucas explicações e reflexões acerca do motivo principal ou dos motivos relacionados pelos quais nós seres humanos fomos criados ( desde que você já tenha superado a fase de descrença na existência de um Deus inteligente, pessoal e soberano ). Algumas, só para citar, afirmam que fomos criados para substituir os anjos e principalmente Satanás e a legião de rebelados que o seguiu. Outras, simplificadamente, afirmaria que Deus no seu eterno fazer "novas todas as coisas", nos criou como criaria qualquer outro ser ou mundos, ou universos, ou dimensões, etc. Mas , a exemplo, das demais coisas, com um propósito a ser atingido, e para o seu absoluto prazer e produzir coisas perfeitas e admiráveis. A expressão registrada nas Escrituras, "e viu Deus que era bom" não reflete a surpresa ou a constatação que ele tenha conseguido acertar com o tempo naquilo que se propôs a fazer, mas no prazer em vê-las prontas. Deus não precisa experimentar para ver se vai dar certo. Ele é o criador perfeito e inerrante.

Então por que, mais uma vez a reflexão, por que fomos criados? Lendo atentamente e refletindo no sentido do texto de Gênensis, gostando ou não o único documento que trás luz a nossa origem, vemos que Deus nos criou para dominarmos e sujeitarmos, sobre parte da criação, particularmente o planeta terra. ligando a criação do homem ao Pai nosso, oração ensinada por Jesus, cujos elementos deveriam fazer parte das nossas petições a Deus, que a vontade de Deus fosse feita "na terra como é feita no céu". Em Gênesis somos definidos como "feitos a Sua imagem e a Sua semelhança". Foi nos dada a terra e a semelhança de Deus deveríamos refletir nela a vontade de Deus feita nos céus. Deus olharia para a terra e veria a semelhança de seu reino no reino concedido aos humanos. Satanás ciumentamente, por não ter tido nunca esse privilégio, pôs em dúvida justamente o que o homem já tinha ( domínio sobre os seres da terra ), dizendo que se comêssemos ( em Adão e Eva ) da árvore do conhecimento do bem e do mal "seríamos iguais a Deus", confundindo duas coisas aparentemente iguais mas opostamente diferentes: já éramos semelhantes a Deus, não poderíamos ser "iguais a Deus".

Como mordomos, éramos livres para cumprirmos o plano original de Deus, não precisaríamos mais do que já havia sido designado para nós. A contra gosto dos calvinistas, livres para escolhermos os nomes para cada animal, planta e ser e até para nós mesmos ( curiosamente como o fazemos até hoje). Um ser humano livre a quem foi dada uma soberania relativa, mas soberania dentro de um mundo preparado para ele ( o jardim, errôneamente traduzido por paraíso no latim- embora fosse parasidíaco ). A mentira de Satanás nos tirou o poder e relativou a soberania dada ao homem sobre o seu habitat. As coisas pioraram sensivelmente e só agora milhares de anos depois, nós privilegiados do século XXI, gozamos de maior conforto e recursos mas que mesmo sendo tão grandiosos e demorados para serem atingidos não nos livram de coisa aparentemente tão simples como bactérias letais, vírus, bacilos, poluição, desastres ambientais, problemas genéticos, doenças mentais e uma tendência a errar em todos os níveis, algo reconhecido por Freud em seu último livro como algo , como uma tendência em se auto destruir, incrivelmente semelhante ao conceito de pecado Bíblico.

Deus criou o homem, nós seres humanos, para que nos relacionássemos com Ele, Deus. Uma relação possível individual e coletivamente, com cada um particularmente e com todos como grupo, multidões , nações, humanidade. Relação captada por Satanás ( abordagem que merece outra postagem específica ) a cada dia. Por diversos modos e maneiras, de uso de vários estratagemas, Satanás chama a atenção para si ou pelo menos desvia a atenção e o relacionamento com esse homem com o seu Deus e o envergonha e descredencia diariamente como ser semelhante a Deus e que exerça domínio responsável sobre parte da criação a ele, homem confiada. Esse é o grande teatro, o grande drama humano, do qual muitos de nós ignora por simplesmente se recusar a saber e crer. Jesus inverteu o jogo por nós, demonstrando domínio,senhorio e trazendo a vonrtade de Deus a terra durante o seu ministério e hoje através da Sua Igreja,não exatamente a denominacional, a ministerial, a instituição humana, mas a invisível e constituída de todos os eleitos ( para o serviço de Deus e testemunho ) em todo o mundo, em todas as épocas depois de sua primeira vinda e até a Sua volta.

Por Helvecio S. Pereira

P.S: Não citei os textos Bíblicos inferido na reflexão por serem amplamente conhecidos e que deva ser lidos individualmente por cada um de nós.

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