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sexta-feira, 16 de julho de 2010

O QUE PRIORIZAR NA VIDA CRISTÃ?

A vida não é justa e isso não é apenas uma opinião mas uma constatação. A confusão se estabelece quando por constatação, por experiência, ou por simples projeção, reconhecemos que Deus é justo e não só mais um justo, mas O perfeito e  O totalmente justo. Deus é a própria justiça. Conciliar as duas idéias e compreensões aparentemente não parece possível, mas só quando se pensa que tudo o que acontece e como acontece, é da vontade de Deus e certamente não é, pois no caso da existência humana principalmente, o número de coisas que vão contra o que Deus deseja e tem prazer é imensamente maior que os atos de justiça, as boas ações e os feitos corretos.

Outrossim é que após a nossa compreensão do que Deus seja, de quem Ele é, e de qual é a sua natureza e vontade, não só desejamos um mundo diferente, mas nos esforçamos para sermos diferentes e aí não cabe nenhuma concepção teológica particular, nenhuma igreja cristã em particular, todo cristão sabe que não é aquilo que Deus gostaria que ele fosse e se esforça para alcançar um pressuposto padrão de qualidade espiritual, que no fundo não é tão espiritual, mas que constitui-se num modo único de vida e de reação e interação com um mundo real constituido de pessoas, de gente, de todas as situações possibilitadas pelo dom da vida nessa terra. É exatamente aí que nos deparamos com o dilema de sermos tudo ou pelo menos parte daquilo que cremos e professamos crer aos outros que não compartilham a nossa fé bem como àqueles que creem como nós, ambos exigindo de nós mesmos uma vida de fé qualitativa.

De fato todos os embates teológicos, todas as posições doutrinárias, todas as controvérsias, todas as possiveis dúvidas e certezas, advéem únicamente daquilo que nos possibilita, em tese, dizer que há uma validação do nosso cristianismo, da nossa vida cristã, da nossa e da dos outros.

Na esfera privada ou pessoal o dilema é o mesmo, mesmo dentro de uma cômoda cultura denominacional religiosa evangélica-cristã. Quantas vezes devo ir a minha igreja? Em quantas e em quais atividades dentro da sua organização particular devo me envolver? Deve ter um cargo, uma função, dentro dela? Tem a mesma validade se for voluntária ou com vínculo empregatício? Posso ficar sem igreja, sem cargo, sem ocupação? Quanto de dinheiro devo dar além do dízimo? Devo mesmo dar dinheiro a igreja? E se contribuir para um missionário, uma sociedade bíblica, uma creche, ou ter outro  empreendimento legítimo e importante para o crecimento da obra de Deus como uma livraria, gravadora, produtora, televisão emissora de rádio, etc?  As questões não se esgotam a esses parcos exemplos. E um blog, um site, um vlog, etc?

Na família como deve ser o meu agir? Se ninguem vai onde vou, (o caso a igreja ) e não faz o que eu acredito que deva ser feito para Deus, os abandono? Prego para os outros de fora e  não prego para eles, esposa, filhos, pais, irmãos, primos? A prioridade é ensinar as pessoas a pensarem como eu penso, concordarem com as minhas opiniões, alcançarem o meu nível particular de compreensão das coisas, ainda que sejam as coisas de Deus?

É razoável que eu vá para o céu e que a minha esposa (ou esposo no caso das irmãs ) não vá? É razoável termos filhos para povoar o inferno e não os céus? A vida cristã deve se resumir em apenas um sutil exemplo, de como ir a igreja, como cantar tais hinos, como vestir-se  o mais adequadamente em uma cultura absolutamente particular?

Trata-se de uma reflexão facinante e de modo nenhum inóqua para quem se disponha sinceramente a fazê-la. É, de fato, o nosso dilema diário, mas que pode sutilmente passar desapercebido. E as nossas prioridades, como a do jovem rico ( não eram as riquezas e nem a sua religiosidade exemplar o verdadeirto problema ). Jesus afirmou que " o que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma". Em qualquer situação, a salvação é a prioridade, para nós mesmos e para qualquer situação da vida, incluindo-se aí a legítima religião cristã-evangélica.

Pessoalmente não discuto, nem cogito, a qualidade secundária de uma pretensa vida cristã. Qualquer igreja, pregador, que ciscunstâncialmente estiver apontando para Deus como criador e Jesus Cristo como único Salvador e Redentor, não ouso discutir o resto. Trata-se do conhecimento, da experiência e  do contato como único Deus e Senhor, a pessoa então fará o resto. Ela caminhará ou não com o Senhor, o seu amor por Ele será a medida e qualidade de sua vida cristã.

Muitas pessoas infelizmente irão para o inferno, pois a elas está sendo vendida uma vida cristã e regiliosidade denominacional mais ideal, e infelizmente inexistente. Não há, e se você a procura está enganado, uma igreja perfeita seja na sua organização, seja na sua teologia, na sua doutrina, seja na qualidade humana de seus membros. Há melhores e piores, claro, mas nunca a ideal e perfeita. Mas o Senhor está disponível e disposto a operar em nosso favor, seja curando, libertando, restaurando, salvando, capacitando, ensinando, abençoando, etc. Essa mensagem, essa boa notícia chega todos os dias, todos os momentos, através de homens e mulheres imperfeitos, organizações imperfeitas, métodos imperfeitos, e por que não dar ouvidos a ela?

Como obstar que alguém, despertado, sacudido, exortado, olhe para o Senhor e seja salvo por Ele? Quantos crentes, aparentemente vêem seus entes queridos irem para o inferno ( já que é só questão de tempo ) simplesmente  porque segundo o seu conceito, não podem ouvir outras vozes a não ser a sua própria e exatamente como a mensagem é concebida e aceita pela sua própria mente? E olhe que não estou falando de uma pressuposta mensagem "ecumênica" que não seria o evangelho. Falo de aceitar a Cristo, de em uma simples e sincera oração, recebê-Lo em sua vida com a ajuda de um outro crente, na rua, na praça, em uma reunião numa igreja "X", "Y" ou "Z", mas na forma de uma experiência real, única, pessoal, insubstituível, e validamente única.

Não é passar os outros uma idéia religiosa-denominacional-teológica, mas a urgência da decisão e acentimento a pessoa do Senhor Jesus como único Salvador de nossas almas, da alma do meu interlocutor, do ser humano ao meu lado ou diante de mim. Dizem as Escrituras: "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." Coloquemos no devido lugar aquiloque é prioritário e deixemos de gastar energias inutilmente com comportamentos e atitudes que não são prioritáriamente bem vistas pelo Senhor. Lembra-se da oferta da viúva, do perfume de Madalena sobre os pés de Jesus, lavando-lhes os pés empoeirados pelas muitas caminhadas? A Bíblia esta repleta de bons exemplos de prioridades bem vistas por Deus. Estude-as e reflita em cada uma delas, e olhe que são muitas.

Por Helvecio S.Pereira

domingo, 27 de junho de 2010

UMA ÚNICA MENSAGEM QUE APONTA PARA A MESMA PESSOA, ÊNFASES DIFERENTES

ADÃO, ISRAEL E A IGREJA

A postagem que ora faço, tem origem em meditações e reflexões que faço ao longo de todos os dias, sempre que há momentos que possibilitem fazê-las. Afinal, todo aquele que crê e diz conhecer a Deus, o Criador de todas as coisas e mantenedor de nossas vidas e de todas as demais coisas, deve obrigatoriamente, separar momentos em  sua pŕopria vida para pensar nEle, razão e fim de todas as coisas, e de quem recebemos graciosamente todas as coisas.


Meditar nas coisas de Deus, não significa exatamente, que de repente você tenha uma compreensão privilegiada das coisas e que de repente, repito comece a compreender e saber coisas que outros milhares de cristãos jamais souberam em dois mil anos. Essa presunção é a razão de muitas das heresias surgidas ao longo da história do cristianismo. Mas repito: pensar em Deus e nos seus feitos, meditar em Sua vontade revelada nas Escrituras e não fora dela, e compará-la com o mundo, o universo, com a criação diante de nós é a verdadeira fonte do aprendizado e da verdadeira sabedoria. Reuniões nas igrejas, cultos, liturgias,sacramentos nada são sem essa prática que deve anteceder e sobrepujar todas as outras: conhecimento das Escrituras, meditação nelas e na pessoa do nosso Criador.


Quem conhece minimamente acerca das Escrituras, da Bíblia, deve saber que dos quatro Evangelhos, livros constantes da Bíblia, que constituem a Biografia autorizada do Senhor Jesus Cristo, foram escritos por autores diferentes, em épocas ligeiramente diferentes, e com ênfases diferentes. Não vou consultar algum livro, tentarei não errar de memória, de algo aprendido nas aulas das Escolas Dominicais: Mateus foi escrito aos Judeus; Marcos aos Romanos;Lucas aos Gregos e João aos Gentios ou demais povos, sem a cultura própria dos antecessores. Há algumas poucas omissões de dados e fatos em cada um deles e ênfases particulares em cada um , igualmente do mesmo modo. Todos, indistintamente apontam para o mesmo Salvador e com a mesma urgência apela para o homem para que creia e aceite urgentemente essa mensagem, livrando-o do terrível destini eterno, da perdição e ada morte eterna. 


Visto desse modo, ninguém necessita, na prática de ter toda a Bíblia, ou conhecê-la profundamente por completo. Nem mesmo de cada um dos evangelhos completamente. Uma vez conhecida a mensagem de que Jesus seja a única salvação, sem nenhuma outra possibilidade alternativa, resta ao homem somente crer e ponto final. Depois pode-se construir uma igreja institucional com nome "x" ou "y", organizar uma teologia, uma hierarquia e práticas eclesiásticas, mas tudo o mais é no mínimo não essencial. O que importa é a salvação efetuada na vida do crente em dado momento da sua curta vida. 

Eventualmente podemos , cada um de nós ter uma compreensão mais ou menos apropriada das coisas de Deus mas isso também não é relevante e nem muda radicalmente as coisas no que concerne a salvação individual. Poderíamos lembrar do que fora dito pelo Senhor Jesus: "Naquele dia me dirão: não fizemos isso ou aquilo em Teu nome? ao que responderei: Nunca vos conheci, apartai vos de mim para o fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos."- propositadamente omiti a expulsão de demônios e curas para não relacionar a passagem apenas aos pentecostais e neopentecostais. De fato podemos nos ocupar erroneamente com atividades e posturas religiosas legitimamente cristãs-evangélicas e deixarmos de enfatizar e priorizar o mais importante.


O segundo título: "Adão, Israel e a Igreja" sintetiza ou tenta simplificar o que as Escrituras revelam facilmente. Adão e sua companheira Eva, foram criados com um propósito, que não falhou, mas foi postergado ( não quero detalhar o que compreendo da queda do homem). Posteriormente um povo foi criado, separado, a partir de Abraão e Israel tendo falhado em glorificar a Deus, após a vinda do Senhor Jesus, a Igreja tem entre outros, o  papel de glorificar a Deus entre os homens.


Essa glória a ser factualmente dada a Deus se materializa no testemunho aos outros seres humanos do que Deus é, da Sua vontade e do que Ele, Deus faz por nós. Inclui-se nisso tudo aquilo que vemos Deus fazendo aos homens nas Escrituras, na Bíblia e o que Ele fará pois Deus não encontra limites no seus atos de justiça e bondade. A Deus todas as coisas são possíveis. Salvação eterna, perdão dos pecados, curas, nova vida, compreensão das coisas de Deus, serviço a Deus, testemunho incluindo-se aí o exemplo, para que os demais homens vejam as boas obras e glorifiquem a Deus, são resumidametne as possiblidades diante de cada crente, desde  que as circunstâncias não o façam optar entre Deus ou a negação do Seu Senhor. Em tempos de paz o crente pode prosperar, construir família, ter um trabalho que sirva a humanidade e finalmente partir farto em dias.


Porém a igreja institucional pode em cada caso ser uma benção, propiciando que todas essas coisas aconteçam ou ser um tropeço ao crente, prendendo-o com grilhões mais fortes que o pecado que o escravizava anteriormente. Um crente que não crê que Deus pode tudo, e se não crê e não diz isso aos outros, sejam crentes ou incrédulos, que se contenta em apenas se posicionar simpático a uma forma ou outra em detrimento da liberdade e possibilidades do que Deus pode fazer não só na sua vida, através da sua vida, e a todos os outros ao seu redor, perde o melhor do que, como quem conhece a Deus pode fazer nesse mundo.


Finalmente e resumidamente, Adão , Israel e a Igreja estiveram e estão ( a igreja ) em meio a um cenário em que Deus é absoluto, mas que observa e aguarda a posição dos filhos dos homens, sejam crentes ou incrédulos em cada momento de nossas vidas. Engana-se quem e a teologia, seja qual for, que assevera que somos apenas agentes passíveis diante dos fatos. Não somos, e essa talvez seja a pior parte, podemos ser criativos, "fazer obras maiores que essas", disse Jesus ou sermos tais quall Abraão, que temeu e cessou a sua intercessão por Sodoma e por Gomorra.


Preferencialmente alguns enfatizam tanto a pregação de Paulo e outros acerca da eleição, algo também declarado nas Escrituras, porém Paulo, Mateus, Marcos e João como outros, eram homens formados pelas suas origens e época e também enfatizavam aspectos baseados em suas próprias experiências e foco. Paulo o apóstolo, era Judeu, pregava aos Judeus e em sinagogas convencendo-os que ao crerem e fazerem parte da Igreja não era de modo algum uma negação à situação antigo testamentária como Israelitas que eram. Paulo esforçou-se sobremodo para anunciar aos Judeus que o Evangelho, essa boa e nova notícia, se destinava a todos os homens e não somente aos Israelitas.

Hoje uma compreensão errada por parte de certos grupos de crentes evangélicos, restringe a mensagem de forma terrivelmente herética: a salvação não é para todos, somente aos eleitos. As consequências práticas são absolutamente terríveis: o mendigo, a celebridade, o profissional x, aparentemente não podem ser eleitos, pois se não não estariam na situação em que estão, distantes e ignorantes acerca de Deus e portanto perdidos. 

A situação pouco avaliada é pior no interior da família do próprio crente: sua mulher, seu marido, sua mãe e pai, sua avó ou avô, seus filhos, seu parente, etc, podem não ser "eleitos" e portanto não serão jamais salvos e o tal crente convive normalmente com isso e em paz. como você poderia olhar para alguém, sabendo que irá para o inferno, sofrerá eternamente, que nada poderá ser feito, pois seguindo essa teologia, nem ele mesmo, nem ninguem poderá fazer nada por ele ou ela. E o pior nem mesmo Deus, pois o que Ele , Deus fez, já o fez antes da fundação do mundo. Não é propósito detalhar esse desatino, pelo menos nessa postagem, mas esse é o fato, esse é o quadro real.


Contrariamente as Escrituras abrem a todos os homens, em todos os lugares  e épocas, a possibilidade de crerem e serem salvos. O único problema, tambem colocado pelas Escrituras, e portanto por Deus, é como "crerão se não houver quem pregue?" Ou seja o destino dos perdidos está nas mãos de quem já conchece a verdade e já salvo. O efetivo testemunho e o sucesso da pregação que pode ser feito somente por homens e que fora "desejado pelos anjos", é a única possibilidade para o perdido, seja um estranho distante ou um parente e pessoa mais que amada, próxima de nós e convivendo conosco e nos amando e fazendo coisas boas para nós todos os dias, como esposa, mãe, irmãos, filhos, etc.


Que tenhamos a compreensão clara e real das coisas de Deus e como fazê-las do melhor modo. Que não cometamos o erro de "enfiar os pés pelas mãos" deixando nos levar por enganos teológicos e deixar de fazermos o que realmente podemos fazer em prol da salvação não só das pessoas que tanto amamos como das demais que essa possibilidade, do testemunho e da pregação se efetivarem no dia a dia. Amém.


Helvécio S. Pereira

segunda-feira, 24 de maio de 2010

SENHOR TEÓLOGO AS COISAS AS VEZES SÃO TÃO SIMPLES...

Essa postagem não foi planejada. Na verdade não havia decidido previamente em tocar nesse assunto. Em um certo blog, vi anteriormente, uma discussão acerca da "graça comum" e a "graça eletiva", assunto que ocupa as cabeças privilegiadas de teólogos e estudiosos da Bíblia em um nível menos popular.

De forma geral todo postulante a pastor, pregador, etc, deveria ter conhecimento ainda que minimamente, mas de forma séria (  e não como mais um conteúdo acadêmico do qual o sujeito estuda para ter nota para aprovação e nunca mais voltar a ele ) de bom conhecimento bíblico além de histórico do cristianismo. Quando ocorre o contrário é classo indicativo de que  no fundo mesmo, tais informações não tem para esse sujeito a menor importância. Seja a  história do cristianismo, a história das diversas igrejas cristãs e dos embates teológicos com suas naturais resultantes ao longo da história. Não só para reconhecer e compreender o que realmente  é importante, o que aparentemente surge como algo  novo ( geralmente nada ) mas sobretudo para ater-se mais a própria Bíblia, às Escrituras como única Palavra de Deus.

O engraçado é que essas disputas calorosas e esses posicionamentos não trazem geralmente paz ao coração, não acalenta convenientemente a esperança. Escolhe-se uma ou outra posição como livros em uma estante. Escolhe-se crer em algo porque não se crê no outro modelo. Tem-se mais afinidade com o pensamento de A por que se tem menos afinidade pelo pensamento de B ou de C, ou de Y ou de Z.

Deixe-me dizer, a Bíblia não me agrada, me maravilha, mas não me agrada em todas as suas revelações mas não há problema nisso. Suas revelações, a sua verdade ( pois o que nela está é acerca da verdade ) são do dono de todas as coisas - significado pouco claro em nossa cultura moderna da palavra SENHOR. Não gosto exatamente do relato de Jardim do Édem, não poderia ser de outra forma? Mas é inconcebível ser cristão, ser crente sem crer no relato Bíblico exatamente como lá está, nem mais e nem menos. Bolas para o mundo acadêmico, para o século XXI e para todos os que virão. Não são os cientistas que sustentam o universo, que proporcionam um mundo, a vida, a sustentam sem levar em conta o desprezo que as únicas criaturas que podem compreender sua grandeza atribuem a seu criador. Deus, mesmo sem saber quem Ele é é que dá vida inclusive a estes. É plenamente possível manter convenientemente uma religião autodenominada cristã, uma igreja e negar pontos importantes das Escrituras ( embora todos sejam importantes há uns cruciais que se negados derrubam todo o edifício ). Essas igrejas históricas, tradicionais ou mais novas, produzem bons cidadãos e sem dúvida muitas vezes melhores do que se elas não existissem ( há obviamente excessões claro...) 

Pois bem teólogos, ou parte deles negam essa história de "graça comum". Outros a aceitam como verdade a ensinam e a exemplificam no mundo real. Para mim é indiferente tanto uma ou outra posição. Uma pessoa simples não precisa de maiores complicações para situar convenientemente  essa questão. Basta ser sábio e grato e crer que Deus exista. Fui levar meu filho ao médico e falávamos com o taxista que nos levava ao hospital hoje de manhã acerca as reformas em uma das vias mais importantes da cidade. O assunto passou pela mina d'água nas terras de seu avô e de seu pai, passou por pedras preciosas da cidade de Diamantina e terminou no petróleo e no asfalto.

Não sei que igreja o motorista frequenta, se católica, evangélica ou outra ou ainda nenhuma religião. Reproduzo abaixo a frase do que nos disse literalmente:

"- Tudo isso já estava aí e Deus preparou para dar ao homem para que fizesse todas essas coisas".

Tudo dado por Deus a toda a humanidade...a simplicidade, a compreensão de algo tão simples e verdadeiro. Ninguém pediu, planejou ter, pagou...já estava lá para que nós usássemos em nosso benefício um dia. Não sei que nome mais pomposo poderia ser dado a esse simples fato, a essa grande ação de Deus em favor de todos nós. Mas é indiscutivelmente inegável.

Finalmente Deus é para ser crido, o infinito não pode ser analisado nem na Sua essência e nem nos Seus perfeitos propósitos. A teologia - já disse o que penso dela, sua importância e cuidado no seu uso - não permitiria que no último momento aquele ladrão se dirigisse a Jesus e pedisse: " - "Senhor lembra-te de mim quando entrares no Teu Reino." e ele ( o ladrão ) não ouviria jamais: " - Em verdade te digo que, hoje mesmo estarás comigo no Paraiso ( palavras de Jesus sobre a cruz).

Eu sei que nome a teologia dá aos bois ( tema de outra postagem anterior ) mas não preciso dela para crer na Bíblia mais do que creio, mas do que simples e docemente Ela, as Escrituras me revelam sobre mim mesmo, sobre a humanidade e sobretudo, sobre a vontade do meu Criador e Senhor. Amém. 

domingo, 23 de maio de 2010

QUANDO A TEOLOGIA DÁ NOMES AOS BOIS

Não sou contra a teologia e definitivamente não sou contra o conhecimento. Apenas tenho a convicção que não conseguimos saber tudo, e mesmo com o máximo de informação não a hierarquizamos convenientemente, desse modo o teólogo mais erudito e de melhor formação, ainda que doutrinariamente a sua teologia esteja melhor situada, dentro do contexto estritamente bíblico, não estará um milímetro ( para não usar a nanometria ) mais próximo de Deus do que outro pecador igualmente arrependido. 

Trata-se de fato para quem tem o privilégio de ter mais informação, por ter tido acesso a mais infomação, de ter a atitude exatamente mais sábia, como recomendou sábiamente o apóstolo Paulo: "que os ricos vivam como se não fossem ( ricos)". Que os crentes que têm o privilégio de serem um pouco mais sábios vivam como se não fossem tão  sábios e disso não se gabassem.

Leio menos blogs cristãos do que lia antes, a algum tempo atrás, mas leio alguns e particularmente de um querido irmão do qual discordo de muitas de suas colocações, e ele igualmente das minhas. Mas ele tem um diferencial nas coisas que escreve. Elas redem, elas convidam a reflexão, você então confere o que ele diz com o que você pensa, você vê o outro lado, e se sente que em determinada refexão ele esteja correto você lucra e se não estiver você lucra do mesmo jeito. Ele aborda temas que devem ser perpassados. A sua reflexão  faz com que você perceba que as Escrituras têm muito mais do que arranhamos, percebemos a primeira vista. A Bíblia Sagrada se torna importante e dígna de investigação. Ela tem mais coisas a dizer e o seu entendimento demanda devoção, organização, amor e sobretudo oração. Nos sentimos humildes diante de Sua grandeza e igualmente lamentamos profundamente o período, ou vários períodos dentro da  própria vida cristã que a deixamos no esquecimento, em segundo plano.

Há entretanto um porém: só pessoas com mais escolaridade podem e se dedicam a esmiuçar detalhes de cada nuance bíblica. É necessário bem ou mal, um vocabulário um pouco mais extenso, um conhecimento geral em boa medida, uma maior capacidade de abstração e isso, naturalmente só é verdadeiramente afeito a uma elite intelectual, queiramos, gostemos, aceitemos  ou não.

No blog desse irmão muitas vezes, além do preciosismo de seus textos e temas abordados, quase sempre , e isso é mais pura verdade ( pouquíssimas vezes não ) os comentários redem tanto ou mais que as postagens, que já são ótimas - mesmo que eu e ele discordemos diametralmente em certos pontos menos relevantes ( ??) . Em um desses comentários diferentemente do tema da postagem, rendeu uma conversa sobre a "graça", incluindo "graça comum" e "graça eletiva", mais ou menos isso, é que estou com preguiça de ir lá  conferir no texto original enquanto escrevo e ler tudo de novo. Se fiz uma citação errada espero que ele comente-a corrigindo a minha colocação.

Teológicamente "Graça "Comum" seria a graça derramada sobre toda a humanidade. Por exemplo, o sol, a chuva, os alimentos, a água doce, o ar , a terra, o sexo funcional, ter filhos, etc. Coisas que se não forem dadas por Deus não subsistimos até sequer o arrempedimento e a fé. "Graça "Eletiva", segundo o conceito calvinista é graça concedida aos salvos. Somos todos salvos pela graça, calvinistas e Armenianos concordamos plenamente sobre essa questão e até católicos com adendos teológicos, penduricalhos católicos que não negam totalmente a graça mas lhe conferem idesejáveis e incorerentes cores.

Surgiu uma possibilidade, com os comentários de um dos leitores do blog e irmão na fé, acerca do incrédulo que tem tudo, trabalho, mulher bonita, filhos e do crente que não tem casa própria ( o exemplo é dele, mas os  dados ilustrativos são meus, mas dá no mesmo ), come mal, seus filhos não tem a educação desejada, morre em um desastre, etc, etc. Onde estaria a graça comum e em que consistiria a Graça Eletiva, já  que para esse irmão, como calvinista, todo salvo é eleito. Aí ele constrói por si mesmo as prováveis possibilidades todas com nomeclaturas teológicas distantes  da maioria dos quase trinta milhões de evangélicos no Brasil. Será que para ser um bom filho de Deus, salvo, resgatado, purificado e remido, santificado e cheio de Deus, terá que saber na ponta da língua essa lenga-lenga toda, ainda que compreensível? Acho que não.

Bem conforme o título dessa postagem, a teologia dá nomes aos bois, mas nem sempre positivamente, de forma a tornar as coisas mais fáceis à compreensão. Digo e afirmo que não necessito  dessa terminologia para entender o que a Bíblia declara sobre o homem e como Deus lhe concede bençãos, coisas e salvação.

Qualquer um pode perceber e confirmar que não fazemos nada para receber absolutamente nada. Eu tenho 51 anos, uma esposa e um casal de filhos e não fiz absolutamente nada para ter a benção de tê-los. De zero até 17 anos vivi sem conhecer a Deus, e recebi esses17 anos de vida sem saber ao certo de onde eles vieram. Quando chegar ao céu e vivenciar aquilo que excede toda a compreensão e entendimento não há como eu imaginar que fiz algo para estar lá.

Estou usando nesse momento um computador relativamente de última geração, a eletricidade, a web, tudo funciona e eu tenho a sincera convicção de que embora tenha o comprado em algumas prestações de ( como disse o irmão Jorge há muitos anos ) "arrancar o couro de qualquer um" - brincadeira foram só dez de não sei quanto no cartão... tenho a firme consciência de que desde a existência dos materiais necessários, as ínúmeras vidas que por décadas desenvolveram as suas mentes e possibilitara a invenção e concretização dessa máquina e de todas as possibilidades necessárias vêm únicamente de Deus! Não preciso que a teologia ainda que cristã me diga isso! Certamente não! Não preciso! Qualquer um menos idiota pode chegar a essa conclusão por si mesmo, no que concerne a chamada "graça comum". Mas quando pessoas se reunem e discutem nomeclaturas e terminologias se instaura um debate de alto nível com todas as armadilhas intelectuais possíveis e as próprias  pessoas se perdem nelas!

Não sou calvinista - não por ser contra, é mais por não ser de corrente nenhuma, me mantendo na esfera mais simples da fé, e digo-o honestamente- admiro sinceramente Calvino e antes dele Lutero, etc, etc. Calvino estava absolutamente certo sobre muitas coisas ( muitas mesmo, em um período de ainda densas trevas  espirituais que se refletiam na sociedade de sua época ) e absolutamente errado sobre tantas outras. Sua vida foi curta, comparada a expectativa de vida hoje na mesma região do mundo, seus anos duros, seus desafios grandiosos e deu conta de todos eles. Se eu não posso entender como Deus faz as coisas deixo de tentar explicá-las em detalhes. Limito-me a minha pequenês e pronto. Deus proveu a salvação para os que crêem ( é concenso que só os que crêem serão salvos - algo bíblico ). Se como chegam a fé é algo de menos importância. Abraão teve uma experiência decisiva com Deus no que concernia a história humana, experiência inegável. Graças a Deus que Abraão não se arvorou a teólogo ao  invés de patriarca da fé - termo com certa conotação teológica.

E ai vai: teologia da prosperidade, renovação carismática, pentecostalismo, neopentecostalismo, hipercalvinista, milensitas, pré-milenistas, pós-milenistas, unitarianos, adventistas e uma centena de termos teológicos, parateológicos, sociológicos, antropológicos... e agora ao invés de aprenderemos de Deus recorremos a termos plásticos em uma prateleira e a cada momento sacamos um ou outro, cruzamos um com outro, vemos com quais nos agradamos mais, quais nos parece mais ou menos convinientes...quais e quantos combinam mais entre si, e assim por diante. Perfilamos autores e pregadores que mais ou menos se alinhem com tal compreensão. É aparentemente ruim ficar do lado da maioria mas também do lado da minoria alinhada com tal pensamento.  Alguns se alinham a maioria dependendo de seu temperamento e expectativas, outros com a minoria pelas mesmas razões.

Finalmente a teologia não é de todo inútil, ela tem o seu lugar, e assim pode ser sim bastante, digo  na verdade, plenamente útil, assim como o dinheiro, como a usamos, com que fins, com que limites, determinam a sua benção ou a sua maldição.

Por Helvécio S. Pereira 


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domingo, 11 de abril de 2010

A ESPADA DA PALAVRA DE DEUS

A idéia era fazer um longo estudo Bíblico sobre o caráter da Palavra de Deus ou das Sagradas Escrituras, ou simplesmente da Bíblia. Por ora me limitarei, em linhas gerais e em um esquema simples, mostrar de forma prática o que ocorre com a Palavra de Deus em relação ao pensamento humano construido ambiguamente durante toda a sua história. Ambiguamente que, mais que contraditório, se perde entre erros e acertos e se afasta cada vez mais da verdade revelada na Bíblia, a Palavra de Deus.

Suponhamos que alguém que nunca tenha ouvido da história de Jesus - parece difícil mas há culturas e povos em que a simples mensão de seu nome é desconhecida- passe diante de uma igreja qualquer, um templo cristão. Sumponhamos que por intermédio dessa igreja, católica ou evangélica, conheça agora a história de Jesus, seu nascimento, vida, milagres, morte e ressureição. Essa pessoa agora tem a possibilidade de crer no Jesus histórico e pode evoluir, na sua fé, para o Jesus divino, Salvador e Senhor. Essa pessoa pode agora ser um cristão do ponto de vista religioso. Pode parar e crer só até esse ponto somente.

Suponhamos que como religioso se interesse e prossiga em conhecer mais da Bíblia, das escrituras, enfim da teologia cristã construida ao longo dos séculos, cerca de vinte, e comece a discordar de passagens e declarações Bíblicas. Começa aí o embate entre a cultura que o envolve, as descobertas, as tendências, o que uns e outros disseram ou dizem acerca de um assunto e o que a Bíblia declara e está lá em seus registros  a muito tempo.

Com o correr do tempo esse processo desembocará em crer-se mais, ou crer-se menos nas pessoa de Jesus e no Deus revelado nas Escrituras. A Bíblia não é verdade em parte ou parte dela  ela - As Escrituras- é a verdade. Toda ela é a verdade, embora aparentemente, contrapondo-se ao conhecimento atual, à filosofia e até as minhas opiniões e sentimentos mais pessoais, pareçam absolutamente  ridículas ( o que certamente não são ). Costumo provar as pessoas, pois faço o mesmo com realação a mim e a minha fé, desafiando-as a crer nas passagens Bíblicas mais  aparentemente ingênuas, repito.

Por exemplo, não adianta crer em Jesus e não crer na narrativa da queda do homem e da criação do homem, ou antes, na narrativa da criação  do mundo. Para quem conhece e crê de maneira correta, a Bíblia é uma arquitetua absolutamente coesa e inteiramente coerente consigo mesma, e com o que ela revela sobre Deus, o mal, o homem e sobre o destino futuro de todas as coisas até onde nos compete conhecer.

Por isso ao confrontarmos o que as pessoas acreditam pessoalmente com o que a Bíblia revela, fica patente os pensamentos delas, como os nossos pensamentos e nossas  intenções do coração. Como uma espada que corta até a divisão da alma e do espírito - declaração da própria Escritura- restando apenas se a pessoa em
questão decidirá crer em Deus e no que Ele declara e  revela ou se rebelará contra o que Deus diz  e seguirá suas póprias e falhas convicções.

A Bíblia é inerrante e o que ela, as Escrituras revelam, ainda que não sejam compreendidas integralmente em dado momento se comprovarão ser a mais absoluta verdade finalmente. Resta-nos tão somente aceitá-la pela fé, únicamente.

Algumas questões que contradizem a lógica humana e estão declaradas na Bíblia:

 Deus criou o mundo em sete dias ( não sete qualquer oautra medida de tempo );

Deus feaz o homem do pó da terra;

Deus fez a mulher da costela de Adão;

Satanás existia e ele como serpente falou pessoalmente a Eva;


O  homem pecou ao comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal;


O Jardim do Édem existiu e dele foram expulsos Adão e Eva;


O pecado é aorigem de todo o sofrimento humano e a situação contraditória eoncontrada na própria natureza;

O Dilúvio e Babel são acontecimentos históricos reais;

A chamada de Abrão, Sodoma e Gomorra e a criação da nação de Israel como Povo de Deus são verdades escriturísticas;

Os filhos de Ismael são herdeiros das promessas  feitas pelo Senhor a Hagar, sua mãe,  concubina de Abraão;

Essas bem como todas as narrativas e declarações antigo-testamentárias são igualmente verdadeiras. Podemos crer naquele pouco que conhecemos mas nunca negar parte do que ela, Bíblia declara, desde que a conheçamos.



Qualquer religião que desminta, desautorize,desacredite as Escrituras ou parte delas é falsa na sua prática. A Bíblia, como Palavra de Deus é a única regra de fé e prática para o homem seja quem for, onde viva em que condições, de tempo e espaço, cultura, etc. A Escritura é também o único livro que aponta rumo a única e efetiva esperança, de salvação e de vida eterna, algo aspirado por quase a totalidade das religiões e culturas humanas.

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09 Dez 2010
Reflexões acerca do que a Bíblia revela e declara sob a ótica cristã autêntica. Nada porém substitui a leitura pessoal da Bíblia, a inerrante Palavra de Deus. LEIA A BÍBLIA! Salmos 119:105 Lâmpada para os meus pés é tua palavra, ...
19 Dez 2010
Essa pessoa sai pensando em Deus de um modo ou de outro, e em decisões que fatalmente terá de tomar frente ao divino. Nas prisões, após ouvir um pregador ou missionário de uma ou outra igreja, os criminosos mais terríveis param para ...
01 Dez 2010
A Bíblia é fonte inesgotável de ensinamentos dados do ponto de vista de Deus. As Sagradas Escrituras só não revelam o que, segundo a aprovação de Deus, Ele mesmo por Si não quer revelar-nos. Deus não revela coisas imposto pela ...
09 Dez 2010
Infelizmente ou ao contrário, como seres sociais e assim planejados por Deus, só construímos conhecimento em cima de informações e conhecimentos que nos antecedem. Por isso é natural não poucos de nós repetirmos conclusões feitas por ...

UM ABENÇOADO E VITORIOSO ANO NOVO A TODOS! OBRIGADO A TODOS OS LEITORES E VISITANTES!

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TEOLOGIA EM DESTAQUE: DIVERSAS POSTAGENS


26 Ago 2010
Nessa postagem quero deixar claro que dentre as diversas teologias usadas ( teologia popular, teologia leiga, teologia ministerial, teologia profissional e teologia acadêmica ) a que move a igreja e faz avançar o seu ...
27 Out 2011
Por experiência entenda-se todas as comprovações factuais acerca do que se crê conforme a teologia crida, seja essa oficial, oficiosa, leiga, individual, etc. Assim posto, é necessário colocar que o que me fez tocar nesse ...
25 Ago 2010
A teologia leiga é portanto um passo além da teologia popular, na verdade uma passo acima. Quando um crente dedica-se mais sistematicamente a investigação da sua fé , buscando uma melhor forma de não só expor o ...
11 Jan 2011
Conforme postagens anteriores que esclarecem a diferença entre teologia oficial e leiga, evidentemente em todas as igrejas há, por parte de seus membros uma teologia mais popular e uma teologia pessoal. Mesmos ...

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CRISE NO CATOLICISMO

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QUEM INVENTOU O APELO NOS CULTOS?

SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS, LEIA AS PRINCIPAIS POSTAGENS

25 Nov 2010
Tenho algumas vezes, em minhas despretenciosas reflexões ( despretenciosas por não terem o tom acadêmico e muito menos professoral, são apenas reflexões ), dito que se não se crer no que o Livro de Gênesis declara, não é necessário ...
31 Jan 2011
-A razão das atuais, ou pelo menos de predominância histórica, das condições existenciais e morais do homem têm no Gênesis a sua satisfatória resposta. A existência de condições nem sempre e totalmente favoráveis a nosso conforto ...
11 Jan 2011
Como parte do pentateuco, o Gênesis, depreciado modernamente graças a nossa submissão e endeusamento da ciência, que com a sua contribuição à saúde, tecnologia e construção material da sociedade, pouco ou quase nada tem a dizer sobre ...
21 Nov 2010
A religiosidade cristã moderna ou atual, de há muito tem se contentado e desprezado as narrativas de Gênesis, precioado por parte majoritária de setores quase que totais do mundo científico e da falsa sensação de que tudo pode ser ...

O GÊNESIS, COM NARRAÇÃO DE CID MOREIRA E IMAGENS

NÃO DEIXE DE LER OS SEGUINTES POSTS DENTRE OS MAIS LIDOS...

29 Mai 2010
UM LIVRO OBRIGATÓRIO PARA CATÓLICOS E EVANGÉLICOS ACERCA DA ERRÔNEA CULTURA DO CULTO A MARIA. Recebi por indicação do irmão Jorge Fernandes Isha, um e-book gratuito, de leitura obrigatória para os evangélicos e para ...
16 Fev 2010
Judas era o mais culto, de origem e status social diverso dos demais, de outra cidade, e foi substituído não pelo apóstolo dentre os discípulos eleito pelos demais, por própria escolha de Jesus, após a morte de Estevão, Saulo, discípulo de Gamaliel, provavelmente o mais preparado ...Melquesedeque, Maria , José, e tantos outros. Deus se dá a conhecer plenamente a cada um que o ama. O ue Ele fará na história as vezes não noscompete saber, as vezes sim. Essa é a diferença. ...
19 Mar 2010
Tal qual os fariseus, põem não poucos impencilhos que vão desde reparações a pregação simples e com pouca ligação com a hermeneutica e pregação convencionais, a música, letra das canções, a ordem do culto, forma dos apelos e ... Essa pessoa , esse novo crente, como filho ou filha de Deus de fato, tem agora uma nova vida, como Madalena, Zaqueu, o Gadareno, o Centurião, Nicodemos,o ladrão da cruz, Marta e Maria, Lázaro ( não necessariamente nessa ordem ), e tantos outros. ...
04 Mar 2011
Nesse aspecto seria legítimo um católico cultuar Maria como N.Senhora, um muçulmano a Maomé como seu legítimo profeta, um budista como objeto de culto, e assim por diante. Todoslçegitimamente amparados por sentimentos sinceros e ...
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