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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O GÊNESIS POSSUI MUITO MAIS A SER COMPREENDIDO E O ERRO ATUAL É DESPREZÁ-LO MESMO EM CÍRCULOS CRISTÃOS

Nós pessoas do século XXI somos extremamente vaidosos e presunsosos em nossa embriagues tecnológica. Só há três alternativas para a narrativa do Gênesis:

   - é mentirosa
   - é verdadeira
   - nós não a compreendemos

Ser mentirosa é algo inapropriado, portanto não razoável, se Deus mentiu ou permitiu a sua mentira como seria confiáveis as demais declarações atribuídas a Ele?

Ser verdadeira é a mais razoável mesmo a despeito do conhecimento acumulado cientificamente, pois sem testemunhas, o único testemunho só pode ser a partir de quem tudo criou. 

Não a compreendermos devido a problemas de linguagem e do conhecimento pleno de fatos além da nossa compreensão real é um elemento importante a ser considerado. Podemos estar focando a nossa atenção em elementos errados e aí distorcendo a verdade das Escrituras.

A narrativa é enxuta, fato natural decorrente da anterior transmissão oral, de Deus a Adão e de Adão e Eva aos demais descendentes, até que fossem registrados definitivamente por Moisés, no Egito ou depois da saída dele. 
Várias são as críticas e declarações resistentes ao narrado no Gênesis, das quais rapidamente enumerarei algumas:

- Os dias da criação, como fazer algo tão complexo e grandioso em vinte e quatro horas? Do ponto de vista de Deus isso é irrelevante, mas em se tratando do ponto de vista físico e biológico parece uma ilusão, já que a mesma natureza criada por Deus obedece a leis fixas, sendo o tempo uma delas. Mas o tempo não parece sr o foco do texto, pois a palavra dia pode muito bem ser a descrição de um período dividido entre franca atividade e acomodação. Sob esse aspecto a ordem da criação é perfeita no que se apreende no aparecimento da vida, na água, na terra, e finalmente o homem.

-As coisas criadas se dividem em ordenadas a existir, ordenadas a cumprir funções, e feitas diretamente por Deus, nesse caso só o homem foi feito diretamente por Deus.

- A demonstração que tudo se encaixa num todo e que cada coisa e ser tem seu lugar na complexidade do mundo parece ser o verdadeiro foco, ideia que se contradiz a chamada sobrevivência do mais forte e adaptado. Cada ser tinha o seu lugar e um papel no complexo milagre da vida, que segundo a própria ciência, a vida é uma excrescência, algo improvável do ponto de vista físico-químico.  

-Logo a vida não vem do mundo criado, mas diretamente de Deus, ou por Sua ordem ( palavra ) ou por um elemento especial, no caso do homem, algo que o fez e o faz diferente de todos os demais seres sobre a terra.

-Coisas maiores que o homem foram criadas para o homem e não o contrário, as estrelas vistas da terra, o sol, a lua, etc.

-Isso contradiz a ideia de que o homem é apenas um sobrevivente e que nessa sobrevivência consiste a razão e a finalidade de sua existência, portanto um fim em si mesmo. Se não fosse o homem segundo o materialismo seria o macaco, uma barata, um réptil, etc, tratando-se no fundo de uma causalidade. Não é o que o Gênesis nos revela. 

- A diferença de gênero não é apenas uma solução reprodutiva possível, ou mesmo herdada, tem raízes na diferença psicológica, Adão e sua mulher, chamada de Eva após a expulsão do Édem, não são iguais mas complementares.
-A chamada natureza ( a criação geológica ) cumpre papéis rígidos dentro de um macro ecossistema ( divisão das águas, separação da terra, etc. ) coisas que só muito recentemente recebem a devida atenção científica.

-A razão das atuais, ou pelo menos de predominância histórica, das condições existenciais e morais do homem têm no Gênesis a sua satisfatória resposta. A existência de condições nem sempre e totalmente favoráveis a nosso conforto
e tendência a auto destruição como descrita muito mais recentemente por Freud ( em um dos seus últimos livros menos conhecidos ), algo que se aproxima muito da condição de queda e de pecado revelado nas Sagradas Escrituras.

- Ao invés, portanto de  desprezá-lo deveríamos nos debruçar mais sobre ele para apreendermos aquilo que nos está oculto graças principalmente a nossa presunção, mesmo nós que nos confessamos crentes nas mesmas Sagradas Escrituras.

Infelizmente pula-se e busca-se outros temas mais "importantes" e aparentemente ao fugir-se do Gênesis, embora afirmemos a nossa fé em outras revelações da Bíblia, fazemos Deus mentiroso, conforme sugestão satânica a Eva. Não incorramos nesse erro.

Ouça e veja a belíssima narração de Cid Moreira em mais uma leitura da passagem do Gênesis sobre a criação. Que a sempre perfeita Palavra de Deus nos revele e nos fale de modo a entendermos e crermos cada vez mais nela. Amém.

DESAFIOS À PREGAÇÃO DO EVANGELHO: A ÍNDIA E SUAS CRENÇAS

Muitos cristãos evangélicos defendem a supremacia de uma pregação professoralmente teológica e que apele somente à razão e consequentemente, não por intenção, seja compreendida em toda a sua amplitude por determinadas pessoas de determinado nível intelectual e educacional. Gostaria de desafiar os que assim pensam a levarem a mensagem de Cristo a algumas regiões do mundo, bem diferentes e mais propensas á esse tipo de pregação, seja no Brasil ou nos EUA, mas a regiões místicas como as da África e da Índia.  Um homem que há vinte anos não abaixa o braço para nada, nem para dormir. Esse homem diz ter dedicado o braço a Deus. Outro não se senta há doze anos, dorme em pé. Essas pessoas têm almas, não salvas, vidas escravizadas literalmente por seres espirituais aos quais não reconhecem como do mal. Veja o vídeo:


Fonte: R7.com / Rede Record / Record News

ALGUNS CONSELHOS DE UM CRISTÃO APÓS A SUA NONA DÉCADA DE VIDA


Inútil falar de Billy Graham, mais do que se pode facilmente ler e saber de testemunhos diversos. Trata-se de um ícone, um referencial de como um cristão pode não só ter a sua fé genuína no Deus bíblico e compatilhá-la ao um expressivo número de pessoas em uma vida. Só por isso trata-se de um feito e um exemplo a ser cobiçado se não seguido.

Alguns respostas dadas em uma entrevista por esse importante evangelista do século XX que alcança o início doséculo XXI.

Leia abaixo algumas das perguntas feitas pela Christianity Today, ao Billy Graham:

Que conselho o senhor daria para as pessoas que estão envelhecendo?

Primeiroaceite como parte do plano de Deus para sua vida, e agradeça-lhe todos os dias pelo dom da vida daquele dia. Nós olhamos para a velhice como algo a ser temido, e é verdade que não é fácil. Eu não posso dizer honestamente que eu gosto de estar velho não ser capaz de fazer a maioria das coisas que eu costumava fazer, por exemplo, e ser mais dependente dos outros, e enfrentando os desafios físicos que eu sei que só vão piorar. A velhice pode ser um momento solitário, a filhos espalhados, cônjuge e amigos que se foram.
Mas Deus tem um motivo para nos manter aqui (mesmo que nem sempre entendemos isso), e precisamos recuperar a compreensão da Bíblia de vida e longevidade como dons de Deus e, portanto, como algo bom. Várias vezes a Bíblia menciona pessoas que morreram “em um boa velhice “. Então, parte do meu conselho é aprender a estar contente, e que só vem quando aceitamos a cada dia como um dom de Deus e compromete-lo em suas mãos. As palavras de Paulo são verdadeiras em cada etapa da vida, mas especialmente à medida que envelhecemos “piedade com contentamento é um grande ganho” (1 Tm 6:06)..
A outra parte do conselho que eu daria é o outro lado da moeda, por assim dizer. É assim: À medida que envelhecemos, devemos focalizar não só o presente, mas mais e mais sobre o céu. Este mundo, com todas as suas dores e tristezas e dos encargos, não é nosso lar definitivo. Se conhecemos a Cristo, sabemos que temos “uma herança que jamais poderá perecer, macular ou esbotar, temos reserva nos céus para vós” (1 Ped. 1:4). Eu sei que não vai demorar muito para eu estar indo lá, e estou ansioso por esse dia. Céu nos dá esperança e faz com que as nossas cargas presentes sejam mais fácil de suportar.

 O que senhor diria para os filhos que têm pais idosos?


Quando somos jovens geralmente não pensamos muito sobre envelhecer, ou sobre os nossos pais envelhecer ou não pensamos nada sobre isso. Mas isso vai acontecer, se eles viverem o tempo suficiente. Então a primeira coisa que eu diria para aqueles cujos pais estão envelhecendo é estarem preparados para isso, e aceitarem o que lhe traz responsabilidades.

Então sejam paciente com elas. Eles podem não ser capazes de fazer tudo que já fizeram, mas isso não significa que eles são necessariamente impotente ou incompetente. E estajam atentos às suas necessidades, incluindo as suas necessidades emocionais e espirituais. Às vezes, eles só precisam saber que você está lá, e que você se importa com eles. Seja sensível também. Às vezes eu tenho visto as crianças se tornarem pesadas e insensível ao lidar com seus pais que estão envelhecendo, isso só causa ressentimentos e mágoas.
Por outro lado, pode tornar-se necessário intervir e insistir que lhe entreguem as chaves do carro, ou deixá-lo lidar com suas finanças, ou mesmo arranjá-los para ir a um lugar onde eles terão um melhor atendimento. Eles podem resistir, e você precisa se colocar no lugar deles e perceber o tumulto que essas alterações podem causar-lhes. Mas eles precisam perceber que você está fazendo isso porque os amam e querem o melhor para eles. E orar para eles, que eles venham experimentar a paz e o conforto de Deus à medida que envelhecem. Algum dia você vai estar lá também, e o que você faz agora vai ser um exemplo para seus filhos.

Se você pudesse, você iria voltar e fazer algo diferente?


Sim, claro. Eu passaria mais tempo em casa com minha família, e eu estudaria mais e pregaria menos. Eu não teria realizado tantas palestras, incluindo algumas das coisas que eu fiz ao longo dos anos que eu provavelmente não precisava realmente fazer, casamentos e funerais e dedicatórias de construção, coisas assim. Sempre que eu aconselho alguém que se sente o chamado a ser um evangelista, eu sempre instá-los a guardarem o seu tempo.

Eu também teria se mantinha afastado da política. Eu sou grato pelas oportunidades que Deus me deu para ministrar às pessoas em lugares altos, as pessoas no poder têm necessidades espirituais e pessoais, como todos os outros, e muitas vezes eles não têm ninguém para conversar. Mas olhando para trás Eu sei que às vezes cruzei a linha, e eu não faria isso agora.

Quais são as questões mais importantes para os evangélicos de hoje?


Eu sou grato pelo o ressurgimento evangélico que temos visto em todo o mundo no último meio século ou mais. Ele realmente foi obra de Deus. Não era assim quando eu comecei, e estou espantado com o surgimentos de novos seminários evangélicos e de organizações e igrejas, uma nova geração de líderes comprometidos com o evangelho, e assim por diante. Mas o sucesso é sempre perigoso, e precisamos estar atentos e evitar que nos tornemos vítimas de nosso próprio sucesso. Será que vamos influenciar o mundo para Cristo, ou o mundo vai nos influenciar?

Mas a questão mais importante que enfrentamos hoje é a mesma que a igreja tem enfrentado em cada século: Será que vamos alcançar o mundo para Cristo? Em outras palavras, vamos dar prioridade ao mandato de Cristo de ir por todo o mundo e pregar o evangelho? Ou vamos nos virar cada vez mais para dentro, presos em nossos própria assuntos internos ou polêmicos, ou simplesmente se tornando mais e mais confortáveis com a nossa posição? Será que vamos ficar com orientação interna ou externa dirigida? As questões centrais do nosso tempo não são econômicos, políticos ou sociais, mais importantes que sejam. As questões centrais do nosso tempo são morais e de natureza espirituais , e o nosso chamado é para declarar o perdão de Cristo, esperança e poder de transformação para um mundo que não o conhece e segui-lo. Nunca nos devemos esquecer isso.

Traduzido e Adaptado por: www.padom.com.br
ChristianityToday / www.padom.com.br
Postado por: padom Website do autor

A CIÊNCIA NÃO É ATÉIA



Certos setores da academia científica usam da prerrogativa de detentores do maior conhecimento humano para descredenciar a fé, mas de fato a verdadeira ciência, independente da utilização dos chamados "métodos científicos", não descredenciam a crença na existência de Deus. Veja a notícia:

Deus Existe ? 

Relato de um cientista

Razões para Crermos em Deus


Por A. CRESSY MORRISON


Ex-presidente da Academia de Ciências de Nova York
NÓS AINDA ESTAMOS NO AMANHECER da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.

  Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de  fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.

Eis algumas razões para minha fé:

Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia. Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.

Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso. Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.

Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso. A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.

Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta “vida eterna” nos esquente só o suficiente! Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.

A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo. Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam. Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida. Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente. É cientificamente comprovado, o que o salmista disse: “Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos.”


Leia Mais: http://padom.com.br

O QUE JÁ MUDOU E MUITA GENTE NÃO SABE

Interesses diversos coseguem seus objetivos com mobilização e pressão. Executivo e legislativo que só permanecem no poder pelo voto popular tendem a ceder a parcelas que podem tirá-los de lá. Cristãos católicos acomodados a um "status quo" que lhes garantia maioria na sociedade ( nem tão verdadeira assim) e cristãos protestantes e paraprotestantes que se limitavam a não ter uma participação política se deparam com mudanças de regras que se chocam frontalmente com seus princípios e valores. É evidente que a maioria da população brasileira permanecerá culturalmente cristã, majoritáriamente católica romana, ainda que nominalmente, contudo uma minoria consegue mudanças tão radicais que, por exemplo negros e demais afro-descendentes jamais conseguiram em quinhentos anos de história do Brasil.

Veja a notícia abaixo:

A USP (Universidade de São Paulo) aprovou uma regra que permite que alunos transexuais e travestis possam escolher o nome que querem usar nos registros da instituição.
Na prática, isso vai permitir que eles adotem nomes femininos ao invés dos masculinos, com o qual não se identificam, ou vice-versa (no caso de transexual nascido no sexo feminino).
A mudança cumpre um decreto do Estado de São Paulo, assinado em 17 de março de 2010 pelo ex-governador José Serra.
A legislação, de número 55.588/10, diz que todos os órgãos de administração estadual direta ou indireta devem tratar os funcionários "trans" (travestis e transexuais) pelo nome social, ou seja, o nome pelo qual ele se identifica.
Inicialmente, o registro vai valer para os diplomas fornecidos pela USP. No futuro, a ideia é que o uso do nome social seja permitido também em sala de aula, nas listas de chamada e no vestibular.
Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), afirma que medidas como essa ajudam a diminuir o número de faltas e o abandono escolar dessa parcela da população.
- Um dos grandes problemas nas escolas é o desrespeito com a identidade do aluno, mais até do que o desrespeito à opção sexual. Normalmente os gays são vítimas de piada e chacota no ambiente escolar. Os “trans” [sofrem] mais ainda, e vários acabam abandonando os estudos. A maioria acaba vendo na prostituição a única alternativa de trabalho. 
A nova regra segue o exemplo de colégios, hospitais, secretarias e outros órgãos do governo paulista. Normas similares, de uso do nome social por transexuais e travestis (os chamados "trans"), já valem para escolas de 14 Estados - Pará, Goiás, Paraná, Alagoas, Piauí, Santa Catarina e Pernambuco, entre outros. Maranhão foi o último a aderir. 
Os "trans" que trabalham em órgãos federais também têm o direito garantido de usar o nome social  - uma portaria do Ministério do Planejamento regulamentou a decisão.


Fonte: R7.com

domingo, 30 de janeiro de 2011

TESTEMUNHO DE VICTORINO SILVA. CONTRA FATOS NENHUM ARGUMENTO






Eu o conheci pessoalmente há cerca de trinta ou mais anos. O vi e o ouvi cantando entre outras canções maravilhosas a Deus, "A imagem de Deus", um hino inigualável, que se você nunca ouviu e não conhece deve ouvir. É uma daquelas canções, hinos que nunca foram feitos, compostos para atender o mercado, para serem "música de trabalho", líder de vendas, etc. É como "Amazing Grace", única, preciosa, envolvente, tocante e poderosa. Ai do teólogo que quiser "matar" uma canção ou um huno desses com a sua fria posição doutrinária fechada...  Pobre do teólogo... não se deixa tocar pela emoção e pela poesia de um hino. Primeiro o desceca, e morto para ele já não mais emociona. E coitados dos que com ele estiverem do lado e se deixarem contaminar por seu azedume. Devem haver ( e há ) exceções mas teólogo não expulsa demônios, não ora pelos enfermos, não fala em línguas estranhas, não se dá a ouvir profecias, nem se a ele forem claramente direcionadas. 

Teólogos procuram apenas "porquês", "comos", "ses". Teólogos não conseguem, porque se permitiram "não serem como crianças". Afinal a sua razão é fruto de "amadurecimento", "longo e árduo percurso acadêmico", "reconhecimento dos pares", supremacia sobre os outros. É o que vê a terra prometida  mais não entra. Ele mesmo não entra e não deixa os demais entrarem nos céus. Se faz de si um excêntrico e perde o melhor da vida. Sou contra o conhecimento? Não, pelo contrário a favor da sabedoria, que é outra coisa. Victorino Silva, pode não ser o maior tenor do mundo, nem mesmo gospel, mas a sua voz é de uma qualidade única, beleza e extensão admiráveis. Se fosse italiano seria certamente um dos maiores do mundo. Na entrevista conhecemos um pouco das suas opiniões. Todos as temos e muitas vezes contrárias umas as outras. Opiniões são opiniões e como tal, seja como forem, mesmo opostas as nossas nos levam a considerar os exageros que todos somos passíveis de cometer. E aí podemos aprender muito, fazer avaliações, rever ações e prioridades.

Por Helvécio S. Pereira








TESTEMUNHO DE CONVERSÃO

 Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor”. Cl 1:13

Eu aceitei a Jesus no ano de 1959. Nasci numa família muito pobre. Meu pai nos ensinou a respeitar e tratar bem o próximo. Ele não era um homem de grandes estudos, mas de uma vivência muito profunda e isso me ajudou a ser o que eu sou hoje. Eu tive uma base moral e espiritual para ser o que sou hoje. Fui crescendo e, como sempre, há um abalo na vida do homem. Isso é comum no transcorre dos anos. Perdi minha mãe e perdi também o meu pai. Não alcancei o objetivo que eu tinha que era construir uma casa e colocar meu pai numa cadeira de balanço. Estou dizendo o que eu nunca falei pra ninguém.

Eu sou o único da família Silva que tenho um defeito físico no braço. Éramos dezenove irmãos, agora somos eu e minha irmã, que mora comigo. Eu fui o único que foi desacreditado, não menosprezado. Criei-me procurando um espaço, porque o mundo é tão grande, mas não há espaço pra você. Procurei me adaptar ao sistema, mas não me adaptei.

Às vezes estava em alguma fila enorme e ouvia alguém zombar de mim: “ora, está tão difícil conseguir emprego para quem tem dois braços, imaginem para quem tem só um”. Essas coisas me desesperavam. Por causa dessa discriminação e por não conseguir o meu emprego, me enveredei no mundo do crime.

Roubei, fumei, me prostituí. Eu tomei conta de boca de fumo. Acabei de ser criado naquele ambiente. Nunca fui preso porque Deus realmente teve misericórdia de mim.

Numa ocasião eu estava realmente abalado. Fui ao médico e ele detectou que eu tinha câncer nos pulmões. Eu não podia falar perto de ninguém. Eu tinha um hálito putrefeito. Quando me levantava, eu caía, porque estava tonto. Nessa época eu tinha conjunto e fazia shows. Cantava na Rádio Nacional e conhecia diversos artistas. Uns já morreram, outros estão vivos como a Marlene. Fiz uma chapa dos pulmões e constatou-se um câncer envolvendo uma tuberculose. O diagnóstico dizia que não havia mais espaço no meu pulmão direito. Ele estava tomado e já estava passando para o esquerdo. O médico me disse: “você vai morrer, não tem mais jeito”. Nessa época eu não era crente, mas fechei os olhos e pensei: “acabou a vida para mim”.


Eu já era um homem inclinado para o crime, então concluí: “vou fazer o que realmente sempre tive vontade de fazer”. Liderei boca de fumo, fui “leão de chácara”, freqüentei Cabaré de Bandido lá na Mangueira – Rj. Numa manhã, eu me levantei e arquitetei um plano diabólico: “eu vou sair e vou matar o primeiro que conversar comigo, o que me cumprimentar eu mato. Depois vou me suicidar”. “Todas as coisas são feitas de acordo com o plano e com a decisão de Deus. De acordo com a sua vontade e com aquilo que ele havia resolvido desde o princípio”. Ef 1:11 Quando saí da casa de estuque que eu morava, feita de estrume de vaca seco, que eu mesmo construí, não encontrei ninguém. Nenhuma pessoa passou pelo meu caminho. Então ouvi um barulho numa casa, passei no portão. Lá dentro se ouvia: “glória a Deus, aleluia”. Parei e coloquei o pé no degrau. Comecei a me lembrar que eu servia a um ser tremendo e dantesco. Porque eu fui Ogan Kalofé, eu bati tambor, eu tinha camisa amarela, vermelha, preta, azul, rosa. Procurei por Deus a minha vida inteira. Procurei na bebida, no fumo, cheirando “loló”, prostituindo, nos cabarés, no espiritismo. Vivi a minha vida toda em busca da verdade. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres. Jo 8:36 Quando parei na porta daquela casa, ouvi uma língua que eu não entendia. Então pensei: “que barulho é esse?” Então saiu lá de dentro uma senhora e me disse: “você quer entrar”.


Era um culto devocional e só estavam na casa ela e o marido dela. Quando eu ia entrando, ouvi uma voz: “sai daí rapaz, aí não é o seu lugar”. Essa foi a última cartada do inimigo da minha alma. Quando eu ia saindo, a senhora insistiu para eu entrar. Naquele dia, no ano de 1959 (aos 19 anos de idade), aceitei a Jesus como meu Salvador, e até hoje. Minha vida mudou radicalmente. Eu achei aquilo que eu buscava desesperadamente. O irmão colocou as mãos sobre mim e orou em nome de Jesus, eu senti um calor, uma coisa estranha, como se milhões de seres que estavam amassando o meu corpo, foram embora. Eu senti que estava recuperando o ser chamado Victorino. 


Contei para o irmão o meu problema e ele disse: “você crê que Jesus pode te curar?”. Eu disse: “creio no poder de Deus”. “Se creres, verás a glória de Deus”. Jo 11:40 Quando cheguei à minha casa joguei todo o medicamento fora. Eu não podia passar um minuto sem medicamento.

Joguei tudo fora e estou sem os remédios até hoje (2006). O médico me disse: “você vai morrer”. Eu costumo dizer que o médico acertou, porque eu morri mesmo. Morri para o mundo, pois a Bíblia nos diz “eu não vivo mais, Cristo vive em mim”. Deus tem segredos enormes comigo. Tem pessoas que perguntam: “o que o senhor faz, qual é o médico, como é o seu gargarejo, o senhor nunca teve calo na garganta, quando é que o senhor vai parar”. Hoje eu não vivo mais de sonhos, mas dos frutos que eu plantei.

Quando eu aceitei a Jesus, eu perdi tudo o que eu tinha. Comi banana com casca, pão velho. Deus permitiu. Sou decorador profissional. Trabalhei no Banco do Brasil nove anos. Deixei, abandonei o Banco para ser itinerante. O Senhor falou pra mim quando eu dobrei meus joelhos para orar. Eu e Ele, pois o bom é você ter esse contato íntimo com Deus. O homem precisa ter um contato com Deus. Se existe um Criador e Ele está patente na criação, a criatura deve procurá-lo quando precisa de alguma coisa. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. At 4:12

Hoje, quando viajo de avião, fico imaginando o quanto Deus fez por mim. Avião para mim era um sonho distante. Mas Deus me disse que eu sou especial para ele.

Certa vez Deus usou um profeta dele, pois eu creio em profecias, pois eu sou um profeta de Deus. Aquele homem usado por Deus me disse: “Meu servo Victorino, eu tenho compromisso com a sua voz”. Deus fez com que minha extensão vocal seja privilegiada. Consigo alcançar um agudíssimo duas vezes mais alto que o de Pavarot.

Isso não está no médico de garganta, na técnica. É o segredo de Deus na minha vida. Eu não sou cantor, sou um adorador. Só vou parar quando chegar à hora de Deus para minha vida. “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus”. Atos 20:24 PR


VICTORINO SILVA Contato: (21) 2796-0890

Entrevista

Quais foram as dificuldades da infância e juventude?


VS: As dificuldades eram as de um garoto pobre. Vendi bala no cinema, no trem, vendi pastel com refresco no estádio de futebol. Entregava trouxa de roupa que minha velha mãe lavava de trem até Copacabana. Trabalhei como servente de pedreiro durante muitos anos, para pagar o pouco que estudei.


Eu fui um adolescente muito rebelde, revoltado. Quando as coisas que detestava não funcionavam pelo meio natural, eu fazia qualquer outra coisa para obter aquilo. Como jovem, fui totalmente rebelde. Eu não acreditava em nada ou tinha de ver para crer. O ser humano para mim era menos valioso do que uma minhoca, que eu podia pisar… E eu era rebelde com Deus e com todo mundo. Nós não conhecíamos nada de Evangelho. Para gente, isso aí era uma coisa muito cafona.

Quais foram suas influências para cantar?


VS: A música faz parte da minha alma. Faz parte daquele gene que acompanhou minha família. A minha mãe, cantava nas Pastorinhas, um trabalho que antecedia no ano novo na rádio. Meu pai também. Eu venho de uma família de músicos onde o dom não era para Jesus. Tocava violão com meu tio, mas desde garoto eu cantei nos Curumins da Tupi, era um trabalho de garotos e garotas. Estudei canto na Rádio Nacional, e eu era o garoto que fazia toda a programação do colégio onde estudava, no morro de São Carlos (RJ). Nessa época eu tinha 9 para 10 anos.


Hoje, com 67* anos, tenho consciência de que casei com a música. Eu a como, eu vivo com ela, eu faço música com um prazer muito grande. Quando vou cantar nas igrejas, na hora que sou chamado fico emocionado. A música envolve na presença de Deus.


Na vida de cantor secular, o sonho da fama e do sucesso estavam cada vez mais próximos. Mas, depois da constatação da doença, o que mudou para o senhor?

VS: Eu tive tuberculose, que na época era comparada com câncer no pulmão. Já havia acabado com todo o meu pulmão direito e estava se alastrando para o esquerdo. Você olhava o raio-X e via como se fosse uma colcha de retalhos.



Como a tuberculose antigamente era comparada com aberração então os meus amigos me largaram. A única pessoa que colou comigo foi a minha mãe preta, a segunda esposa do meu pai.


As pessoas tinham medo de falar comigo, de chegar perto de mim. Aquele tipo de precaução que hoje em dia a gente já não tem mais. E o médico realmente me disse que não tinha jeito e que eu iria morrer.

Foi em meio ao caos que encontrei Jesus. Não foi pela doença, para que eu me curasse como muitas pessoas pensariam. Eu entrei em um lugar para ver o porque as pessoas faziam aquele barulho. Quando entrei o saudoso irmão só me perguntou: “-Você quer aceitar Jesus como seu Salvador?” Eu parei, olhei para ele e pensei: “Jesus como Salvador? Isso deve ser bom. Então objetar:”-Quero”. Isso aconteceu em 1960.

“Solta o cabo da nau” foi a primeira estrofe evangélica cantada, após a conversão. Como foi viver o milagre da cura?

VS: Esse irmão que já orou por mim, me convidou para ir à oração no dia seguinte pela manhã. Ele sabia que eu tomava conta de uma boca de fumo, porque da varanda dele dava para ver, a casa de prostíbulos e tráfico. Ele orou por mim, e me convidou para desjejum e eu lhe disse que não podia misturar os meus talheres com os deles pela doença. E ele então simplesmente disse que aquilo para Deus não era nada. Na mesma ora, senti o milagre de Deus, porque a canseira, aquele enfado saiu e aí as coisas começaram a mudar, a partir daí.

Eu tomava 11 comprimidos diários e ficava intoxicado. Não conseguia andar e me movimentar porque ficava com sono. Depois dessa oração, eu cheguei em casa, eu joguei aquilo tudo fora e até hoje, graças a Deus, nunca precisei mais daqueles medicamentos.


Depois disso havia aprendido o Solta o cabo da nau. Cantei, dei os agudos e não senti mais nada. E até hoje a nau está fora do ancoradouro, porque está fazendo a obra de Deus.

Como foi o início de carreira?


VS: Há alguns anos atrás não existia a facilidade que se tem hoje. As pessoas faziam coisas, realmente, despidas de qualquer interesse. E foi muito difícil porque, quando eu gravei meu primeiro compacto, um pastor falou assim: “-Pode descer do púlpito. Aqui é casa de oração, não é covil de ladrão”, quando falei do compacto. E foi muito difícil.


Só tinha uma coisa: quando eu saía com a mocidade, mesmo como músico, o pastor Paulo Leivas Macalão me convidava para o púlpito e qualquer outro pastor me convidava, naquela época que a coisa era muito rígida. Porque eu sempre disse e sempre direi: A minha vida canta mais alto do que a minha voz . É a vida que canta e não a voz. Gravei um compacto simples em 1963. Desde então nunca mais parei.


E o senhor largou tudo para viver para o Evangelho?


VS: Sim. Sempre tive minha profissão. Eu sou decorador. Depois de muitos anos que eu aceitei Jesus como meu Salvador, estava realmente precisando de emprego, porque, não mudava a idéia do povo de uma vez marginal, sempre marginal. As pessoas não sabem dividir as coisas.


Eu estava fazendo uma pregação na cruzada, no Saldanha da Gama, aonde eu fui, crunner por muitos anos, de um conjunto de rumbeiros, de tcha, tcha, tcha. Aí alguém chegou perto de mim orando ao Senhor, e perguntou se eu queria trabalhar no Banco do Brasil. Eu aceitei. A única pessoa defeituosa era eu. Trabalhei no banco nove anos.



Depois, quando já estava tudo preparadinho mesmo, a minha idéia era comprar um terreno na Ilha do Governador de fundos para o mar e fazer um ancoradoro, possuir uma lancha, pois eu ganhava muito bem e morava no Méier.



Daí foi quando eu cheguei cedo no local de trabalho no banco, dobrei meus joelhos, orei, li a Bíblia, e o Senhor falou comigo assim: “Eu preciso de você na minha obra”. Logo na mesma semana, para comprovar que foi o Senhor que falou para mim, veio um casal de Santos me convidar para ir no 1° Encontro de Música em Santos com o nome vozes das Assembléias de Deus. Aí eu fui.

Quando retornei para o Rio pedi as contas no trabalho e minha vida tem sido assim desde então. Jesus está cuidando da minha alma e estamos indo em frente. Deixei tudo para servir Jesus.

O senhor começou na mídia evangélica numa época em que ela não tinha visibilidade. Poucos conseguiam manter-se pelas dificuldades financeiras. Contrapondo a essa realidade, o senhor mantém um público fiel até hoje. A que atribui isso, tendo em vista as adaptações de mercado que a música evangélica sofreu?

VS: O caminho do Céu é imutável. O caminho do Céu é Jesus. O Caminho, a Verdade e a Vida. É, Ele, absolutamente não deixa brecha para ninguém. É que eu nunca me deixei levar por aquilo que os outros fazem. Eu sempre fiz aquilo que Deus mandou fazer. Continuo em Mesquita mesmo recebendo convites para morar fora do Brasil. Por quê? Porque o Senhor dos Exércitos não falou nada para mim.

Eu passei pela época da música evangélica do tchá, tchá, tchá, do mabo-jambo, do bolero, do samba, da salsa, do merengue, porque você sabe que a turma pega de lá para trazer para cá.

Hoje em dia ao invés de sermos imitadores de Cristo, estamos sendo imitadores de Agnaldo Timóteo, de Roberto Carlos. Essa é a verdade. E eu não. Sempre me mantive naquilo ali. Teve uma ocasião em que uma pessoa de uma gravadora falou assim para mim: “Pastor, o senhor precisa gravar uma outra coisa, porque só ficar gravando isso aí não vai vender LP”. Eu respondi: “Não tem problema, eu não vendo e compro tudo mas não mudo, o caminho para o céu”.

As modas vêm e passam e depois voltam de novo. Eu continuo aí, não imito ninguém, não disputo com ninguém, não vou a festival, não faço showmício, nunca fiz. Eu ainda creio que como eu há muitos outros que não se corromperam. Deus ainda tem reservas nesse mundo.

Ministério ou profissão: como o senhor observa a tendência atual de se confundir as coisas?

VS: Eu acho isso errado. Primeiro, para eu ter uma profissão, eu preciso aprender aquilo que estou fazendo. Eu acho que ministério não é profissão, ministério é uma chamada. É uma chamada de Deus.

Outra coisa: quantas vezes eu já trabalhei no Evangelho, e não recebi coisa nenhuma? Então quando você tem uma profissão, você trabalha diariamente, você tem um patrão, e Jesus Cristo não é nosso patrão. Eu acho que ter um ministério como profissão, isso é pecado.

O Senhor nos chamou para sermos servos, e servo não é profissional. O profissional tem algo especificado. O pedreiro é pedreiro, o carpinteiro é carpinteiro e assim sucessivamente. Como o Senhor nos chamou para sermos servos, o servo tem de fazer o que o Senhor quiser. Se o Senhor quiser que carregue a cadeira, carregue. Se o Senhor mandar para a roça ou para cidade, vá. Enfim, é o Senhor quem manda.


Fonte: por Bispo Paulo Cavalcante
Muuzik / www.padom.com.br

* Esse testemunho é original de quatro anos atrás, portanto Victorino Silva hoje conta com a idade de 71 anos.  Adquira o DVD de Victorino Silva, eu o tenho e vale a pena vê-lo e ouvi-lo interpretando  hisnos tradicionais do cancioneiro evangélico.


DVD COMPLETO ( RIPADO )






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O QUE HÁ DE FATO SOBRE O ANTIGO JARDIM DO ÉDEM? ELE EXISTIU? VEJA!

Os rios Tigre e Eufrates estão em seus leitos desde tempos imemoriais. A eles é referido o local do Jardim do Édem, o que hoje em termos geofísicos seria um ecossistema singular para o desenvolvimento de vida e em especial a do homem. Veja  a noticia a seguir e os fatos mais ou menos recentes quase que ignorados pela mídia e pela população atual, seja de cristãos ou não.



Região considerada como o Jardim do Éden está em processo de recuperação
Desde a queda do ex-líder iraquiano Saddam Hussein, um grupo de especialistas vem trabalhando para restaurar uma região do Iraque que foi, no passado, o maior ecossistema úmido da Eurásia.

Os Sapais* da Mesopotâmia, plenos de água e vida natural, são tidos por muitos cristãos como o berço da humanidade, o verdadeiro Jardim do Éden.

Na década de 1990, para punir tribos árabes nativas da região pantanosa – que haviam se revoltado contra seu governo após a primeira Guerra do Golfo – e outros opositores que se refugiavam no local, Saddam drenou os rios que abasteciam a área.

O ex-líder construiu uma rede de canais para desviar a água dos rios Eufrates e Tigre, direcionando-a para o mar.

Cercada de terras áridas, esta rara paisagem de pântanos e lagos que cobria 15 mil quilômetros quadrados no sul do país passou a ocupar 10% do seu território original, com consequências devastadoras para a vida selvagem e os povos que ali viviam.
Reconstrução
Agora, o iraquiano Azzam Alwash lidera um grupo de engenheiros e biólogos que trabalham para restaurar os pântanos e trazer de volta as inúmeras espécies de animais e plantas que nativas da região.

Alwash, que após fugir do governo de Saddam Hussein viveu vários anos nos Estados Unidos, costumava acompanhar seu pai – um engenheiro do departamento de água do governo – em viagens aos sapais.

Após a ocupação do Iraque, em 2003, ele voltou ao país para trabalhar no pântano e fundou a organização Nature Iraq, dedicada a proteger e restaurar o patrimônio natural iraquiano.

Quem visita os Sapais da Mesopotâmia hoje descobre um Iraque diferente daquele que existe na televisão. Oito anos após o início do projeto, grandes porções dos pântanos foram restauradas.

No entanto, o ritmo da restauração caiu bastante, por causa da escassez de água na região. No seu ápice, o projeto chegou a recuperar mais de 50% do pantanal, mas hoje a proporção caiu para 30%.

Os sapais voltaram a sofrer com a disputa pelo abastecimento de água.

Porque as represas locais reduziram o volume de água que chega à região, as inundações que, com a chegada da primavera, retiravam os depósitos de sal acumulados no pântano e reabasteciam os leitos das lagoas com minerais pararam de acontecer.

Como resultado, os sapais estão ficando mais salinos, o que afeta o ecossistema da região. Tudo isso, aliado a uma prolongada seca regional, está provocando um segunda onda de desertificação no local e ameaçando a vida selvagem.
As poucas tribos árabes que retornaram aos sapais correm o risco de ter de partir de novo, já que os pântanos não conseguem suprir suas necessidades de subsistência.

Alwash e a ONG Nature Iraq estão tomando medidas para tentar reverter o quadro. Entre elas, a construção de uma grande barreira no rio Eufrates para tentar elevar artificialmente o nível do rio.

Se der certo, a obra pode reidratar uma grande porção central do pantanal.

No entanto, será uma medida temporária enquanto outra obra, que deverá fechar um dos canais de drenagem construídos por Saddam, está em andamento.

O projeto ainda prevê a redistribuição da água que chega aos sapais, usando uma rede de reguladores para garantir um suprimento contínuo para os pântanos centrais.
Vitórias

Entre as vitórias já conseguidas pela restauração de Azzam Alwash está a volta aos Sapais da Mesopotâmia do bando de uma rara espécie de pássaro, a Marmaronetta angustirostris, que foi avistado no local. Ornitólogos contaram pelo menos 40 mil pássaros no grupo.

A ave, também conhecida como ganso de Magalhães, vive apenas nessa região e do outro lado da fronteira, na Turquia.
Mas a desertificação dos pântanos reduziu tanto a sua população que hoje a espécie é considerada ameaçada de extinção.

Outros pássaros raros tem sido avistados na área, que agora pode ser visitada por especialistas. As expedições para o estudos de pássaros eram proibidas durante o governo de Saddam Hussein.
O desafio que permanece é manter a água fluindo para os pantanais, permitindo que o “Éden” floresça novamente.

Fonte;BBC Brasil / www.padom.com.br



*Sapal é a designação dada às formações aluvionares periodicamente alagadas pela água salgada e ocupadas por vegetação halofítica ou, nalguns casos, por mantos de sal[1].
O sapal é um ecossistema de grande importância ecológica, que possui um papel preponderante no equilíbrio do ciclo de matéria orgânica numa perspectiva de produtores primários.
Contém uma enorme diversidade faunística e florística de relevo nacional e internacional, principalmente como habitat de aves aquáticas migratórias ou não (ver Convenção de Ramsar).
Existem dois tipos de sapal, um fluvial e outro marinho, formado por uma diversidade de canais anastomosados, de grande hidrodinamismo de marés, que alternam com pequenas elevações de substrato. Este biótopo encontra-se sobre a acção de diversos factores ambientais naturais, como os rápidos fluxos tidais, a constante erosão do substrato lodoso, com pequena granulometria, que fazem deste um habitat singular e selectivo. Por outro lado existem factores relacionados com a acção humana, tais como a poluição, o pisoteio, presença de infraestruturas (estradas, habitações, complexos turísticos e outros), que afectam o ecossistema a um nível superior.
Um tipo de sapal marinho das regiões tropicais é o mangal ou manguezal.

Fonte: wikipedia

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