COME TO ME

sábado, 8 de outubro de 2011

O PERIGO DA LIBERDADE

De certa forma e por certos motivos, tem se investido numa crença teológica e não realmente bíblica em todas as suas implicações, e por isso mesmo, uma idéia como a do livre arbítrio ( idéia filosófica é verdade ) tem sido sistematica e objetivamente atacada, como uma terrível maldição, como algo espúrio e danoso para o cristianismo ( e não somente ) sem levar em conta o que a Bíblia diz, e sem alinhar as reais consequências dessa negação. Um combate desnecessário tem ocupado muitos cristãos, e minado suas energias em prol de uma maior eficácia na pregação do Evangelho, e da pessoa de Jesus Cristo morto por nossos pecados e ressuscitado para a nossa eterna salvação

É inegável, irrazoável, que cada um de nós objetivamente não tenhamos liberdade de escolha, vai contra toda a realidade objetiva, válido para as coisas mínimas como para as, digamos maiores. Você e eu não escolhemos que sapatos usar, eu cor de camisa sair, e tantas inumeráveis pequenas e grandes escolhas, que na intrincada relação entre os inumeráveis eventos podem redundar em bençãos incomensuráveis ou desastres lamentáveis? Não é porque cai bem a determinada teologia, que negaremos simplesmente de forma irrazoavel as evidências mais palpáveis e inegáveis do dia a dia. Acho até que o determinismo sob todas as suas formas, deva ser de fato considerado e investigado, já que é integrante de vasto número de culturas em toda a história humana. Mas isso não é feito, ele é apenas repetido, repetido e os que a ele se opõem em alguma conta, são atacados, não nas idéias defendidas ou simplesmente colocadas, mas descredenciados muitas vezes zombeteiramente.

Hoje a maioria das pessoas, de certa forma diante dos fatos e acontecimentos mais terríveis, tendem a ter um certo grau de resignação e aceitação, como se algo maior e impessoal determinasse inexoralvemente cada fato, cada acontecimento, cada ação, boa ou definitivamente má. O pretexto por parte de numerosos cristãos ( cerca de 500 milhões no mundo atual ) de dar a Deus um maior reconhecimento, descrevendo e definindo como se dá a Sua Soberania não se mostra razoavelmente suficiente para justificar tal cosmovisão. O Deus bíblico não é um deus ausente, estúpido, incoerente, mas sábio, justo, perfeito, e todopoderoso e todo suficiente. O que lhe imputamos, quase sempre vai aquém ou além do que Ele mesmo revela de Si mesmo nas inerrantes Escrituras, a Bíblia comprovadamente a ( única ) Palavra de Deus.

Claro que a simples menção de que tal posição não seja verdadeira mexe em muito com o brio, o orgulho, de alguns que defendem mais apaixonadamente tal posição endurecendo-a e impedindo uma real reflexão acerca do assunto. Uma das defesas transformada em acusação a seus oposotores, feitas por calvinistas,  é exatamente que os não-calvinistas não conhecem o calvinismo. Dessa forma a resistência dos não-calvinistas ao calvinismo se faz por pura ignorância. Não  é essa a total verdade. Embora fazer um paralelo entre o que crêem e professam os calvinistas e fé, digamos arminiana, seja um tanto trabalhoso, há pontos decisivos no calvinismo que são facilmente refutáveis e sua clara incoerência desnudada.

Entretanto é bastante compreensível a dificuldade de um calvinista deixar de sê-lo. Ademais, abrir mão de tal defesa ou crença significaria aparentemente alinhar-se a uma posição que negue essa compreensão, digamos "particular" da soberania divina, Sua posição exaltada sobre todas as criaturas, pelo chamado decreto, seu pleno poder de fazer o que Lhe apraz ( salvar os eleitos e condenar os não-eleitos ). Ou seja, ser menos do que no determinismo significaria, uma fé menor, mais relativa, num "deus" menos Deus, segundo avaliam e dizem.

Além disso para muitos que congregam em congregações Calvinistas, como deixar de sê-lo ( de ser Calvinista ) e ser ainda aceito para comunhão pelos irmãos e denominação Calvinista? Calvinistas são aceitos e congregam em denominações e igrejas locais "arminianas", e até arminianas e pentecostais, mas o contrário não parece ser uma realidade aceita facilmente por parte de Calvinistas engajados. Calvinistas não suportam arminianos em sua congregação, não lhes dão postos de ensino e direção e muito menos lugar como pregadores, evangelistas, professores e pastores de suas igrejas calvinistas. Arminianos ou são heréticos ou ignorantes bíblicos. É verdade que há retalhações de ambos os lados, em disputas por espaços dentro das igrejas, e mais desgastes em debates na web pelas redes sociais, nas demais mídias  em  que muitas vezes a ofensa e a ironia são práticas constantes, para não falar do desprezo e do julgamento apressado. O que é do próprio ponto de vista cristão, de todo lamentável e profundamente incoerente.

Mas a questão nem é essa, se ambos, Calvinistas e não Calvinistas, se crentes e nascidos de novo, que amam e vivem para o mesmo Senhor e suficiente Salvador de todos nós. De fato, a contragosto de muitos, o verniz religioso cristão não conta, e pouco ou nada acrescenta ao nosso cristianismo real, à nossa comunhão e vida relacional com o Deus bíblico. Ou seja, todos nós, temos em bom número, idéias não cristãs sobre um monte de coisas, e até idéias não-bíblicas. Os discípulos de Jesus, ainda que judeus e crentes no Deus de Abraão, criam em fantasmas, e justamente com um fantasma ( a alma de uma pessoa qualquer já morta ) confundiram o Senhor Jesus andando sobre as águas. Se sentarmos com um número considerável de irmãos e passarmos em revista uma séria de detalhes e posições acerca de coisas ligadas ao dia a dia, poderemos nos assustar com a constatação de que muitos de nós cremos em tantas bobagens, ou temos posições absurdas sobre tantas coisas, coisas essas não relacionadas nas Escrituras, ou nela ( nas Escrituras ) relacionadas e difusamente entendidas. Alguns pastores quando consultados sobre minúcias do dia a dia destilam pérolas horrorosas que fariam uma pessoa de bom senso desconfiar do cristianismo, e isso não por maldade ou ignorância, mas pelo que somos, dizendo o que sabemos e o que não sabemos e como estruturamos individualmente nossos "saberes".

Afinal, temos ou não temos liberdade, somos ou não somos livres? Calvinistas mais ponderados, realistas ( tidos por seus colegas como quase arminianos ), afirmam que temos sim escolhas, mas que essas "escolhas" são promovidas por Deus, ou seja a nossas escolhas só ocorrem, se concretizam por que Deus as escolhera  antes, previamente.  Não adentrarei às pelêmicas teológicas e carregadas de teologês que lhes parecem dar alguma credencial a mais só por isso. Mas afirmo que isso ( de imputar tudo a Deus indiscriminadamente além de ser anti-bíblico, ou seja não reflete o que toda a Bíblia nos revela ) não resolve o problema, a questão em si, pois se escolhi calçar um sapato marron ao invés do preto ( e tive essa possibilidade de escolha ) só porque Deus escolhera o sapato marron antes de mim ( grande coisa...).

Mas se por outro lado alguém disser, a cor do sapato é algo irrelevante  no que se refere a minha vida e a história do mundo, logo quanto ao Sapato Deus não se importa e não interfere, a partir de que fato importante ou mais relevante Ele então interferiria ou interferirá?  Estabelece-se outro problema além do problema da escolha da cor do sapato que e sim se Deus escolhe tudo, todos os fatos bons e maus, nobres e terríveis, tem todos uma  ação original  no coração e na mente de Deus ( todas as injustiças se originariam em Deus, Ele seria a causa de todos os mais irrazoáveis males que afligem todos os seres vivos e também do homem ). O problema agora é separar o que Deus interfere e o que Ele ( Deus ) não interfere. Deveria haver um critério razoável e justificável, algo claramente delimitador entre uma situação e outra. E não se trata de mistério, pois mistério é o que vai além da realidade que nos relaciona a uma realidade. O que Deus fazia antes de todas as coisas e épocas antes da criação dos céus e da terra ( não únicas moradas na casa do Pai ) embora curiosos, tais coisas não nos dizem respeito, não somos a elas relacionados objetivamente.

Por outro lado se Deus não interfere em nada, em nenhum momento, nunca, é alheio e distante, os novos teólogos com idéias nem tão novas e nem tão originais estariam certos, estariam pateticamente corretos, embora a sua correção e lógica fosse duplamente inútil: a constatação de um Deus impotente, indeciso, presa de algo indeterminado fora de Si mesmo. Problemas teológicos são bons e estimulantes, as respostas puramente teológicas por serem simples produtos do pensar teológico é que são desastrosas e terríveis, confundindo-se com a verdade escriturística, rivalizando com ela ( a revelação escriturística ) em autoridade, legitimidade e abrangência. A revelação escriturística é abrangente, e de tal forma abrangente, que nenhuma teologia, ainda que legitimamente cristã ( e muitos podem ficar assustados e não concordarem com essa minha afirmação ) a contemple. No máximo a teologia, como conhecimento e sistematização humana do que se apreende acerca de Deus, contempla parte da verdade bíblica somente. É presunção achar o contrário!

O que fazer? sair correndo buscando desesperadamente preencher as lacunas com história, filosofia, humanismo, psicologia, com a ciência nas suas várias áreas, etc? Não. O que se é possível apreender-se de Deus só e somente pelas Escrituras, que constituem a única e infalível e completa revelação de Deus feita por Si mesmo, e mais importante naquilo que nos convém saber sobre Ele ( Deus ) e sobre nós mesmos. Portanto "profetas" modernos, sejam paraprotestantes ( Mórmons, Adventistas, Testemunhas de Jeová, Santa Vovó Rosa, Reverendo Moon, etc) não cristãos como Alan Kardec, Dalai Lama, ou quem quer que seja, que vá além ou não beba na fonte das Escrituras Sagradas, mente ou se engana. Deve-se sabia e prudentemente deixar de ser católico-romano, protestante, espírita kadercista, budista, paraprotestante, muçulmano, etc, etc, porque simplesmente todas essa religiosidade é forjada em revelações que vão aquém, além ou passam a margem das Escrituras judaico-cristãs, da Bíblia Sagrada. 


O meu Deus eu o conheço somente pelas Escrituras, pela Bíblia Sagrada. Nenhum homem, nenhuma instituição, nenhuma teologia  pode sobrepor o conhecimento escriturístico, em nenhum momento e em nenhuma circunstância, ainda que aparentemente especial ou particular. Há riscos, mas os riscos legítimos de um livre exame das Escrituras e também ( a contragosto de muitos por conveniência novamente ) e consequentemente da livre interpretação das Escrituras, são infinitamente menores do que a possibilidade  graciosa e gloriosa, de se compreender as Escrituras a partir do próprio Deus, pois há  a promessa aos que crêem de fato no Senhor, que o Seu Espírito os guiaria, e de fato creio, nos guiará em toda a verdade.

Os que defendem a livre leitura e a não livre interpretação das Escrituras certamente defendem uma compreensão religiosa, denominacional, acadêmica,  institucional que se sobreponha a direção pessoal do Espírito Santo de Deus ao crente. Importa mais obedecer a Deus que aos homens ainda que socialmente sejam considerados legitimamente cristãos e crentes. Essa medida humana pode ser facilmente falível circunstancial e temporalmente. Que autoridade tem um conselho denominacional ou eclesial acerca das coisas de Deus? Houve ocasiões ( e não poucas ) em que concílios refletiram a verdade bíblica e em outros dela se distanciaram.

A Bíblia é a verdade, a única verdade, a verdade absoluta, quer a entendamos, quer gostemos do que ela revela e diz, ou não, quer concordemos entre nós, quer a limitemos na sua eficácia ou busquemos aplicá-la em maior medida. A Palavra de Deus expressa nas Escrituras judaico-cristãs, é como um cubo que não pode ser derrubado, embora jogado muitas vezes de um lado para o outro, permanentemente de pé. E mais: Suas declarações são verdadeiras e permanecem como tal, repetidas na boca de quem as repetir, não dependem da nossa aquiesência, não somos quem as autentica, quem as valida, ou quem lhes dá referência e materialidade. Não importam quantos pastores ou membros de igreja promovam escândalos, quantas igrejas e denominações erram em alguma questão, quantos fatos superficialmente pareçam negar-lhe a eficácia, quantas vezes suas declarações sejam de tal forma ensinadas desvirtuadamente. Se aparentemente é desmentida aqui e ali, em inumeráveis situações pela justiça de Deus ela não volta vazia e faz tudo o que a Ele ( Deus ) apraz.

O tema, a idéia dessa postagem é exatamente a que, contrariamente a idéia de que não somos livres, de que não tenhamos escolhas, o que dá sutentação a idéia de que há um determinismo para salvação e perdição ( diferente de onisciência divina, algo como Deus sabe quem será salvo e quem se perderá ) a Bíblia, as Escrituras, não poucas vezes ( não poucas mesmo! ), e as palavras do próprio Senhor Jesus, deixam claro que a possibilidade de salvação e de perdição estão ambas diante de cada ser humano quando oportunizada a proclamação do Evangelho.

O esquema é o seguinte, bastante simples e lógico:

1-O HOMEM SÓ PODE SER SALVO CRENDO NO EVANGELHO! NÃO HÁ OUTRA POSSIBILIDADE, DE FATO NENHUMA POSSIBILIDADE! ESSE É UM PONTO QUE NÃO PODE SER RELATIVIZADO JAMAIS!

2-PARA CRER É NECESSÁRIO OUVIR O EVANGELHO! E SÓ SERES HUMANOS PODEM PREGAR O EVANGELHO A OUTROS SERES HUMANOS, ANJOS NÃO PODEM FAZÊ-LO EMBORA A BÍBLIA NOS DIGA QUE ELES VERDADEIRAMENTE O DESEJARAM! ( nem é necessário dizer que se tal pessoal em tal época e lugar não ouvir o Evangelho, não será salvo, estará perdido, algo claro e pacífico entre cristãos )

3-É POSSÍVEL OUVIR E NÃO CRER NO EVANGELHO - O QUE MUITOS FAZEM TODOS OS DIAS, POR VÁRIAS RAZÕES! ( a contragosto de alguns e um apergunta sincera eimportante feita a quainheotos anos por João Calvino ) 

4-É POSSÍVEL OUVIR O EVANGELHO E CRER NO EVANGELHO! BEM AVENTURADOS OS QUE NÃO VIRAM E CRERAM, DISSE O SENHOR JESUS! ( não sabemos porque isso acontece e nem acho que seja relevante, e muitos creem em níveis de fé diferentes, mas o fato é que  crêem! )

5-É POSSÍVEL CRER E DESCRER DO EVANGELHO, RENEGANDO-O, APOSTATANDO-SE DA FÉ! E HOJE NÃO POUCOS PASTORES E TEÓLOGOS O FAZEM MAIS DO QUE O CRENTE COMUM, MAIS QUE O LEIGO, MEMBRO DE ALGUMA IGREJA! ( novamente a contragosto teológico de muitos... conveniência denominacional, etc, se der ouvidos a mentiras, se negar o que foi originalmente ouvido e aprendido, se amar o mundo e não mais a Deus, se ouvir outras vozes além da Sua inerrante Palavra, etc. A Bíblia é prodica em exemplos de crentes que retocederam na fé em não poucas ocasiões )

6-É POSSÍVEL TER NÍVEIS DIFERENTES DE INTIMIDADE E COMUNHÃO COM DEUS! INFELIZMENTE É TÃO POSSÍVEL TER APENAS A APARÊNCIA DE PIEDADE OU UM VERNIZ DE CONHECIMENTO RELIGIOSO! MAS, POR OUTRO LADO, SE PODE TER UM NÍVEL DE INTIMIDADE TÃO BÍBLICO COM DEUS COMO DOS PERSONAGENS REGISTRADOS NAS ESCRITURAS, AFINAL O VÉU DO TEMPLO SE RASGOU DE ALTO ATÉ EMBAIXO! ( definido talvez pelo lugar e nível de intensidade dada a Deus na vida do crente e com o nível de amor direcionado ao Senhor, alguns de nós O amam mais e outros de nós menos, algo revelado pelo próprio Senhor Jesus na ocasião que uma mulher lhe lavava os pés com um caro perfume e os enxugava com so seus cabelos.

7-É POSSÍVEL AVANÇAR NUMA FÉ E PRÁTICA VERDADEIRAMENTE BÍBLICAS! A TRADIÇÃO NEM SEMPRE É GARANTIA DE UMA SINTONIA COM A OBRA DE DEUS HOJE! O DEUS DA BÍBLIA É UM DEUS QUE FAZ NOVAS TODAS AS COISAS! O MEDO DO NOVO FAZ COM QUE CRENTES SINCERAMENTE SE PRENDAM A UM PASSADO CONGELADO NO TEMPO E PREGUEM ALGO QUE DEIXE DE FAZER SENTIDO! ( talvez o maior desafio na vida cristã, teologicamente falando... ) muitas vezes o "guardar a fé" se confunde com o ser fiel a uma posição ou visão no passado mais distante e não ter novas revelações e avanços, oposta a realidade de que "novidades" muitas vezes são extra-bíblicas ou definitiva e claramente não bíblicas. O medo do novo em Deus, do novo apropriado no que a Bíblia já revelara, afasta o crente e a igreja de obras iguais e maiores dos que as feitas e prometidas pelo próprio Senhor Jesus. Entretanto esse "novo" só pode e é válido de fato se for bíblico, não pode se apoiar em modelos de administração e estratégias emprestadas do empreendedorismo secular,  nem tão pouco do culto a celebridades, técnicas de marketing que ocultam a verdade, nem a excentricidade pura e absoluta.

Finalmente, não é algo tão raso e limitado como ser ou não ser predistinado, ou das coisas serem tidas como já determinadas prévia e totalmente. Crentes salvos e renascidos têm, erroneamente, uma atitude passiva e ou pouco operante diante do mundo que se afunda inexorável e velozmente em desgraça de todas as formas, enquento vêem parentes, amigos, conhecidos, colegas, darem com a eternidade perdidos definitivamente, pois nessa visão dependemos da iniciativa de Deus para salvar e mudar as coisas, quando a contragosto, em muitas, muitas ocasiões, passagens, eventos  e textos, o contrário é revelado: somos instados a pedir, a agir, a lutar se for preciso, a resistir, a forçar as situações,  e dessa forma, somente dessa forma, a vontade de Deus passar a se materializar diante dos nossos e dos demais olhares, na terra como é feita nos céus. 

O doente ( das doenças mais graves e estranhas, senão onde estaria o Deus Todo-poderoso de quem tanto falamos? ) pode ser curado! o oprimido e escravo pode  ser liberto! o pobre pode ser enriquecido! o louco pode ser feito sábio! a estéril pode ser mãe de filhos! o perdido, sejam quem e como estiver, pode ser salvo! Aleluia!!! Pela Palavra de Deus proclamada, ouvida e crida, e pelo nome único e plenamente potente de Jesus Cristo! Essa é a loucura do Evangelho e não o conveniente verniz religioso ainda que nominalmente cristão!

Isso sim é que é a  real Soberania de Deus se manifestando sobre todo o mal, sobre toda a desgraça instaurada sob algum forma desde a queda o pecado no Éden, e não um patético, pagão, imaterial determinismo. Há um perigo na liberdade mas há a única e graciosa possibilidade de ser iluminado, transformado e salvo, por uma tão grande salvação, ofertada circunstancialmente a todos os seres humanos mas da qual alguns se apossarão por crerem e outros a perderão irrecuperavelmente para sempre, justamente por não crerem nem na possibilidade de crerem. Há ainda desastrosamente, os que "crêem" que os outros não possam crer, e assim serem salvos, e se gabam por isso: uma patética tragédia!

Vale finalmente, ler toda a passagem. e meditar no contexto das declarações do Senhor Jesus feitas aos que o ouviam em dada ocasião ( declarações totalmente válidas hoje, individual e  humanamente gerais, a cada homem, mulher, jovem, idoso, religioso, não religioso, rico, pobre, culto, inculto, etc ):


LUCAS 13:
 
3 Não, eu vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.

Por Helvécio S. Pereira 

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