COME TO ME

domingo, 6 de junho de 2010

A BÍBLIA OU A TEOLOGIA?

Entenda-se aqui a palavra ou termo teologia não como o "Estudo de Deus", área do conhecimento ou ciência que ocupa em através da tradição, pensamentos , escritos e especulações lógicas, a compreensão sistematizada do fenômeno Deus. Uso o termo nessa reflexão como o arcabouço ou a estrutura que organiza e define o que se acredita em determinada crença. Temos aí então a teologia cristã, a teologia muçulmana, etc, seja qual religião exista um deus pessoal. Entretanto pode ser estendida, dada as suas características e metodologias a crenças em que não haja uma divindade pessoal.

Vejo com desdém o fato de crentes inverterem os papéis das Escrituras e da Teologia na sua fé pessoal. Vão a Teologia, elegem alguma corrente, aceitam a maioria de seus postulados e depois vão a Bíblia e supostamente constatam o que viram na tal teologia.  Parece não haver erro algum ou mal algum pois afinal são leitores assíduos e amantes da leitura da Bíblia Sagrada. Por ser tão sutil tal erro, nem notam a diferença.

O novo crente não conhece as Escrituras ou a Bíblia criada como a única e fiel revelação de Deus ao homem. Ela é de fato inteiramente estranha, como um novo idioma, uma nova linguagem artística. Passará um bom tempo para conhecê-la mínimamente. Fazem parte dessa caminhada como auxílio importante, a sua própria igreja local, a denominação a qual ele ou ela  pertence, o seu ministro ou seja o pastor a frente da igreja local, que informações ele prioriza a seus membros, disponibilidade de reuniões exclusivas ao estudo da Bíblia ( como a velha Escola Dominical, por faixa etária e grupos de interesse; reuniões de Estudos Bíblicos ) e a própria pregação semanal ou diária nas igrejas. Normalmente, a frequência por anos em uma denominação, por si só não fará de ninguém um especialista na Escrituras. Lhé dará o conhecimento para construir o hábito devocional e o mínimo para testemunho e evangelismo. De fato isso é compensado pelas leituras devocionais, livros evangélicos auxiliares, conversas com cristãos mais experientes, estudos bíblicos através de revistas e livros, e atualmente a internet, além claro de toda pregação que o novo crente possa ouvir das mais diversas denominações, pastores, ministérios, etc.

Se esse novo crente se sentir "vocacionado", "chamado", poderá fazer um curso teológico em um seminário, na própria denominação, a distância, etc. Os níveis são vários, desde os mais básicos, até os acadêmicamente mais aprofundados, seja a nível de bacharelado, mestrado, doutorado e pós doutorado. Há as Pós graduações por assuntos de interesse como "Cartas Paulinas", "Evangelhos Sinópticos", "Velho testamento", "Novo Testamento", "Escatologia", "Profetas Maiores e Menores" e etc. Enfim não há exatamente limite ao desenvolvimento e prosseguimento em estudos acadêmicos mais aprofundados. E não há mal algum nisso. É até salutar, se tudo isso corraborar para um único fim: tornar o sujeito um melhor crente e com uma comunhão mais profunda com Deus.

Tenho, entretanto, uma notícia para você: ISSO NÃO VAI ACONTECER! Você não será mais próximo de Deus, mais seguro de sua fé, apenas mais teimoso e apenas lhe dará a falsa sensação de segurança por compreender melhor as coisas relativas à fé, até as coisas do verdadeiro Deus. Repito: é bom , é salutar, mas por si só não atinge o objetivo de uma vida, digamos espiritual mais desejável. Mas como pode ser isso? O que agrada a Deus é a fé, e a fé que agrada surge num repente e demanda uma atitude imediata que chama a atenção de Deus para você, para a sua oração, para o que você se dispõe a fazer. Quase como um "insight". Essa fé é uma aceitação de uma declaração de Deus e não uma simples concordância com o que Ele nos diz, um assentimento.

A razão nos faz concordar, a fé genuína aceita simplesmente. Daí o fato de Jesus ter dito que a fé necessária para grandes coisas ser necessáriamente pequena como um grão de mostarda. O fato de ao crermos, termos de nos tornarmos como crianças. Uma criança não faz um grande estudo ou apanhado das coisas, por sua própria limitação natural.

Estou eu a defender a ignorância Bíblica e teológica? Não de modo algum. Eu mesmo sou amante da informação em todos os sentidos e de todos os tipos, até aquela que contradiz a minha fé. Quero saber e entender o que pensam os contrários e os inimigos da verdade Bíblica e de Deus. Pessoalmente não tenho problemas em saber  das idéias estapafúrdias que o homem é capaz de produzir em todas as áreas e compará-las com a minha compreensão Bíblica e refutá-las ao nível pessoal pelo menos. Gostaria de ter tempo e possibilidades de estudar muito mais. Mas isso não me aproxima de Deus espiritualmente falando.

O perigo maior é justamente a inversão hierárquica colocando-se os diversos arcabouços teológicos a frente da Bíblia. Já disse aqui em outras postagens que não me interessa se o termo "livre-arbítreo" há ou não nas Escrituras e que tenha abordagem original na filosofia pagã. Não me interessa se o judaísmo não é trinitarista e se o cristianismo, em sua maior parte o é, esse a palavra ou termo "Trindade" não aparece na Bíblia. Não me interessa se Calvino, e antes dele Lutero, creram na predestinação ou eleição como é posto por eles. Não e interessa se modernamente há a chamada "teologia da prosperidade", se há os que a propalam e defendem e se há os que a combatem. Não me interessam se há renovados, reformados, pentecostais, neopentecostais,  os que crêem e  não  crêem em profecias. Não me interessa a polêmica em torno da "cura divina" ou não. Da possessão demoníaca ou não , se crentes podem ser endemoniados ou não, se alguém pode perder ou não a salvação, etc. Não me posiciono segundo fileira alguma, tendência alguma, grupo algum. A Bíblia sempre trouxe todas as respostas e elas estão lá se você a ler convenientemente e se na comunhão com Deus buscar esclarecimentos.

Você pode dizer então: É possível saber tudo, ter todas as respostas? Sim e não. Pelo menos sim, numa grande parte, no que é mais importante. Não, por que algumas coisas só são conhecidas no devido tempo. Os apóstolos no tempo de Jesus não sabiam tudo e até tiveram compreensões erradas sobre muitos pontos. Notem que eles não afirmaram coisas erradas, apenas com revelações corretas, as compreenderam temporalmente de modo errado. Algo plenamente possível a nós.Para eles o Senhor Jesus jamais demoraria dois mil anos para voltar triunfalmente a terra.

O problema é que quando você se posiciona, se alinha a uma corrente teológica, você se torna refém, escravo da sua compreensão e tem a sua mente errôneamente cativa a compreensões de homens que pelas mais diversas razões divulgam e propalam as suas opiniões. Uma coisa é informação e outra coisa é opinião.
Não leio hebraico, grego e mesmo que lê não vai reiventar a roda, ver algo que milhares de estudiosos já viram e reviram antes. Isso é presunção. Então consulto um estudioso, leio a obra de quem competentemente dedicou as vezes uma vida inteira ao assunto. Para não haver dúvidas consulto vários e seleciono a maioria das opiniões, as melhores informações, as mais completas e equilibradas, etc. Outra coisa é uma posição e uma opinião.Os reformadores, como Lutero e Calvino, além de outros, prestaram enorme serviço ao Reino de Deus, mas ao que significava estritamente uma opinião erraram feio. Ler na mesma bula e repetir "ipse liter" o que afirmaram é inventer a ordem correta : Escritura > Teologia.

São muitos exemplos que poderiam ser mencionados agora e referem-se, na verdade a várias áreas da revelação Bíblica. Gostaria entretanto de adiantar que tal fenômeno explica o fato de pessoas com formação acadêmica interessante não abrirem mão de crenças claramente contraditórias ao que a Bíblia claramente deixa serem reveladas. Teólogos paraprotestantes ( Testemunhas de Jeová, Mórmons, etc), católicos ( Marianos, Beneditinos, Jesuítas ), Ortodoxos Gregos, Anglicanos, etc, não "largam o osso" não por serem "burros" ou mal informados, acadêmicamente insuficientes, nada disso, mas pelo fato de postularem uma teologia fechada que a repetem ao invés de consultar a Bíblia, as Escrituras Sagradas, disponíveis a todos nós. Prova disso que a maioria dos textos Bíblicos são igualmente compreendidos por todos e daí no que se refere a área de textos devocionais e menos teológicos, são encontrados mensagens piedosas e edificantes de autores de denominações e igrejas com teologia diversa.

Darei só um exemplo desse fenômeno:

Atualmente, grande parte dos crentes são adventistas ( asseveram a volta eminente do Senhor Jesus a terra ) e batistas ( batiza-se hoje por imersão ao invés de se batizar por aspersão, só quando há absoluta  impossibilidade prática ). Do ponto de vista temporal todo crente se sente pós determinados acontecimentos e pré outros determinantes acontecimentos. Exemplo: acho que não farei ( acho foi delicadeza ) parte dos que estiverem vivos após a volta de Jesus a terra. Creio que o arrebatamento se dará durante a minha vida (ainda tenho otimistamente, trinta anos para torcer por isso , rs,rs,rs,rs,) mas não estarei aqui para o Armagendom, etc,etc. Para a soltura de Satanás para novamente enganar as nações aí nem pensar - aí sim o Armagendom. Há outras questões escatológicas com as quais muitas pessoas, teólogos ou não, se ocupam em tecer os mais profundos debates. Não digo que não seja apaixonante mas francamente não é para o seu bico e não te deixa um milésimo de milímetro mais próximo de Deus.

Vejamos um exemplo resumido do tipo de modelo teológico ressucitado como novidade e pode entrar em breve,  na moda novamente:


pós-milenismo é a escola escatológica que defende que Cristo virá pela segunda vez, ao término do Milênio ( e não antes- esclarecimento meu ). Muitos pós-milenistas crêem que a era Milenar iniciou-se quando Cristo foi assunto ao céu, e outros crêem que ela surgirá quando o Evangelho houver sido pregado em toda terra, promovendo uma Era Áurea de Justiça e Paz para a humanidade.
O pós-milenismo espera que a grande maioria da população mundial se converterá à Cristo antes de Seu retorno glorioso. Compete à igreja cristã divulgar Seus ensinamentos, discipulando as nações, ensinando seus povos a aplicar os princípios do Reino de Deus em cada área da vida humana.
O pós-milenismo defende uma interpretação preterista das profecias apocalípticas, e crê que o sermão profético de Jesus, narrado em Mateus 24, cumpriu-se ainda naquela geração, com a queda de Jerusalém pelas mãos dos romanos.
Muitos pregadores e teólogos de renome foram pós-milenistas, entre eles, Agostinho, Calvino, a maioria dos Puritanos, Jonathan Edwards, John Owen, Charles Hodge, Robert L. Dabney, W. G. T. Sheed, Benjamim B. Warfield, Oswald T. Allis, J. Marcellus Kik e muitos outros.
O pós-milenismo foi descartado por muitos crentes após as duas grandes guerras. Mas está sendo retomado por muitos teólogos e pensadores cristãos.
No Brasil, enquanto a maioria das igrejas adota o pré-milenismo e o amilenismo, surgem novas igrejas, como a REINA - Igreja do Futuro, que resgatam a crença na expansão do Reino de Deus e no futuro promissor da raça humana.
Entre os teólogos pós-milenistas atuais, destacamos Gary DeMar, Kenneth L. Gentry Jr, R. J. Rushdoony, Greg L. Bahnsen, Gary North, Vincent Cheung, Iain Murray, R. C. Sproul Jr., Willian P. Mikler, e o brasileiro Hermes C. Fernandes.

( fonte : wikipedia )

Como visto, mais uma posição, plausível e possível, mas em nada prática e que contém fundamentalmente enormes ambuiguidades e contradições. Divide opiniões sem possibilidade de comprovação, cria mais uma vez uma casta de novos iluminados, que desdém todo o esforço evangelístico feito por denominações que não se alinhem teológicamente com eles mesmos, o que se mostra de defesa absolutamente inútil, pois o que planejado por Deus fatalmente se dará e de modo surpreendente e não segundo as nossas mais apaixonadas preferências.

Note que em um post anterior ( espero que o leia ) apontamos para uma das coisas que fomentam uma heresia, seja ela importante no que se refere a salvação ou outra questão menor, que é a exatamente a aparente novidade, só aparente, e a possibilidade do surgimento de um grupo com maior e melhor compreensão das coisas e com a ênfase na aparente urgência. O Senhor Jesus virá e sua vinda tem mais a ver com a história da humanidade e a vitória de Deus sobre o mal, do que com a salvação individual que se amarra na duração da vida de cada indivíduo, de cada pessoa. Para o salvo e o perdido não importam os destinos do mundo, mas o seu próprio e único destino. O ladrão da cruz não pensou no Judaísmo ou no povo judeu ou em qualquer outra coisa, mas na sua alma, na sua salvação. foi sábio, mesmo face a um destino fatal as portas, estabeleceu a realmente e importante prioridade, a sua alma.

Há a nossa volta doentes, e não doentes com doenças de ordem natural, mas doenças terríveis, inexplicáveis até certo ponto pela medicina, doenças para a morte, doenças mentais, famílias cuja existência é infernal, gente sem fé, sem entendimento de Deus, que precisa ouvir e crer no evangelho. Cujas almas estão perdidas em vida, e que o mal predomina em suas vidas de maneira plena e total. Essas pessoas precisam não da escatologia mas da Boa Nova para as suas vidas. Elas não precisam do passado das Escrituras e nem do futuro mais ou menos distante da Revelação Escriturística, mas da pessoal e imediata.

Muitos pastores, ministros, folgadamente seguros em seus ministérios, que cá entre nós, lhe garantem emprego e os tiram das estatísticas dos cerca de 15% dos desempregados da população ativa e adulta, se ocupam em demarcar território teológicos ao invés de terem comunhão com Deus acima da média ( pois são líderes, estão a frente e para servir ao menor tem que ser o maior ) tem vida espiritual pifia embora com todo o verniz religioso, denominacional, protestante ou evangélico. Se alinham entre uma ou outra posição teológica e não são livres para fazer a obra de Deus, para se deixarem conduzidos por Ele. São literalmente presos e totalmente amarrados em suas mentes, impossibilitados de pregar o evangelho como escriturísticamente deveria ser pregado. Pregam uma mensagem em que não há nenhum sinal que a acompanhe. No máximo um evangelho parcial, racional, lógico, que leva as pessoas as Escrituras, a Deus até, mas somente aquela parcela desejável de pessoas: sociáveis, dóceis, recomendáveis, talentosas, sadias mental e físicamente, promissoras, ativas, etc.

Muitos defendem a volta a alguma coisa. Volta as Escrituras, volta a oração, volta a isso ou a aquilo. Não se trata de fato a volta, mas ao caminhar ao lado de Deus e ter a compreensão do que Ele deseja fazer  ( e o fará ) no presente. Sem essa visão, tateamos, no que se refere a Sua obra, em plena escuridão. Fazemos o que achamos que deva ser feito e nunca o que deve de fato ser feito, e como deva ser feito. Lutero teve essa visão para a sua época e tempo. Calvino ídem. Fizeram o que Deus lhes pôs as mãos para ser feito por esses verdadeiros homens de Deus, guiados e sustentados por Ele, com todas as suas limitações e eles foram e as fizeram de modo admiráveis. Muitos outros se levantaram no decorrer da história recente e ainda se levantam. Igualmente não são perfeitos e sua teologia não é um modelo fechado a ser replicado. Mas de certo modo são movidos com seus erros e falhas para se colocarem " na brecha" histórica para que a mensagem de salvação chegue ao maior número de  homems e possam eles, reconciliarem-se e terem comunhão com o Deus criador, e que esse encontro se concretize com perdão, cura, e sobretudo salvação.

Se alguém é pré-milenista, pós-milenista, e tantas outras terminologias teológicas e referentes a diversos aspectos escriturísticos pouco ou menos importa de fato. O farto é também que além de produzir uma casta de mais ou menos desocupados espirituais, deixam de fora as mulheres, menos afeitas ou circustancialmente impossibilitadas de acompanhar o mesmo nível de discussão. E os filhos então? Não será um duplo erro estratégico? Sinto-me melhor comigo mesmo, começo a considerar todos os demais como relápsos estudantes das Escrituras, ignorantes mesmos, passo a ver defeito em toda a ação evangelística e letárgicamente  me torno improdutivo espiritualmente ( do ponto de vista de Deus embora sob o meu próprio ponto de vista esteja bastante ocupado e numa cultura religiosa-protestante-evangélica tudo pareça muito bem obrigado ).

Finalmente,um crente tem que manifestar poder espiritual ou seu cristianismo mesmo evangélico ou protestante não passará de um reles discurso como outro qualquer. O que ele diz e confessa, proclama e anuncia não passará de um reles modelo, costume, cultura, posicionamento, opinião. Enfim não se chegará a lugar nenhum. Inúteis anos de aparente dedicação, aparente trabalho, aparente reafirmação de uma crença ainda que evangélica e cristã.

Vamos para a parte prática. Animado pelo trabalho talentoso do Irmão Jorge Fernandes Isah em seus blogs, durante a minhas férias prêmio, me pus ao trabalho de reescrever em um blog criado em 2009 e que desde a época só tinha uma pequena postagem, apenas para marcar uma intenção de fazer algo em pról da obra de Deus e para  a edificação das pessoas que por acaso dessem com esse espaço na web. A minha intenção não é a de ser professoral, pois mesmo que tivesse maior e melhor suporte para tal incorreria no mesmo e fatal erro, o de ser limitado e de não ser o melhor, sob todos os quesitos cristãos e espírituais. Sobraram então as possibilidades de sinceridade, confissão da própria e natural limitação, desejo de testemunhar, mais o de compartilhar ( só sei que era cego e agora eu vejo, ditas pelo cego curado pelo Senhor Jesus ) e principalmente de EDIFICAR. Ninguém pode ler essas postagens  com todas as limitações e até incoerências e ambiguidades naturais do exercício reflexivo, claramente passíveis de correção e atualizações, e se sentir após a leitura e reflexão, pior e mais desnorteado do que estava. Nem tão pouco confundir quem já está seguro acerca de algo.

Portanto, mais do que outras postagens e reflexões anteriores, se essa tiver alguma utilidade para o Reino de Deus, só pode ser aferida pela sua oração pessoal sobre o assunto. Não sou pastor, pelo menos atualmente, e nem pregador, mas se você o é, e algo lhe tocou, lhe cutucou a ponto de levá-lo a considerar  a diferença sutil entre um posicionamento e outro, se o seu ministério se arrasta por anos e até décadas e você chegou até a ter dúvidas sobre o seu chamado, entre no seu quarto e em segredo ore o teu Deus que te ouve e atende também em segredo sobre esse assunto. Se você sente que a sua família não alcança o nível de abordagem que você faz da vida cristã e das escrituras, reveja a sua atitude e comportamento e privilegie a partir de agora, um tipo de fé simples e prática e totalmente acessível a eles para que eles conheçam, creiam e sejam salvos. Não se trata, exatamente de "facilitar as coisas", mas de colocá-las na hierarquia correta.

Deus o abençôe!

Por Helvecio S. Pereira

Um comentário:

  1. Helvécio, meu irmão!

    Como disse em meu blog, temos diferenças doutrinárias, mas a discussão é fundamental para que a verdade prevaleça.

    Por isso, parabenizo-o por seu trabalho à frente do "Pregador", desenvolvendo discussões sérias e com várias temáticas e enfoques dentro da perspectiva cristã. Mas, principalmente, pelo desejo de servir e glorificar a Deus.

    Certamente seus leitores não sairão daqui como chegaram.

    Grande abraço, meu irmão!

    Cristo o abençoe!

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