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quarta-feira, 9 de março de 2011

O QUE É SER E O QUE NÃO É SER CRISTÃO?

Penso ter adquirido com o decorrer dos anos muitos ( ou não poucos ) pequenos maus hábitos. Em contrapartida um bom hábito tem sido mais presente a cada dia: meditar nas coisas de Deus. Quando acordo, nos ônibus, em vários momentos ociosos do dia, em vez de gastar tempo e pensamentos com outras bobagens, medito nas coisas de Deus e na Sua Palavra.

Hoje não foi diferente. Acordei e permaneci na cama e ocupei a mente não sei por meia hora, ou mais ou menos, em dois temas. Sobre um deles discorro agora. Vale lembrar que meditar na Palavra de Deus além de ser um mandamento bíblico claro e vigente com benção em pelo menos dois grandes momentos, é radicalmente diferente de ir a uma reunião congregacional, ler a própria Escritura ou mesmo estudá-la de forma organizada e acadêmica. As duas últimas coisas podem ser prática e motivo de ostentação por muitos até pelo seu caráter visível e facilmente reconhecido. A meditação na Palavra de Deus é íntima, pessoal e portanto algo privado, cuja prática não é visível as demais pessoas ( e nem precisa ).

Bem inicialmente vai um esclarecimento concernente ao termo cristão. Se quiser recorrer aos dicionários mais recomendáveis da língua portuguesa, ou não somente, por se tratar de um termo universal usado por não cristãos para se referirem aos mesmos em regiões do mundo em que essa "diferença" religiosa é de certa forma importante nas relações de paz e de guerra. Cristão portanto é um diminutivo mais do que um adjetivo ou substantivo. "Cristão" portanto é um em sua idéia, um "cristo" menor, um semelhante mas menor, um que aponta para o original e até o substitui.

No inconsciente coletivo de um país cuja população seja cristianizada pelo registro histórico de Jesus histórico, como o Brasil, algo natural e necessário e até legítimo um cristão é uma pessoa mais ou menos franciscana ( sem aquela calvice artificial ridícula ), um Chico Xavier falando de forma quase inaudível com gestos delicados e contidos. Talvez um pudico muçulmano cujas vestes escondem regiões que podem gerar pecados como braços e pernas com pelos, colo ( peito ) igualmente peludos e suados ), bícepes fortes e tatuados. No caso das mulheres, voluptuosos seios dados graciosamente pelo criador, coxas bem delineadas, quadris e nádegas impossíveis de serem ignoradas. É mais fácil portanto ser "cristão" ou "cristã" o quanto mais feio e feia se for, mais discreto no meio da multidão, mais sem voz em uma conversa e mais assexuado.

As pessoas não dizem isso, mas no catolicismo romano, padres foram com o tempo se tornando cada vez mais ridículamente efeminados ( não todos e nem a maioria ), os papas, por tradição do posto sempre com atitudes públicas e movimentos corporais ensaiados e tradicionalmente padronizados. As mulheres ainda que freiras jovens e com perceptível graça feminina ( lindas mesmo ) apresentam uma aparência entre infantil e assexuada conforme cada caso, evoluindo coma idade para velhas senhoras solteironas. É claro que isso é uma caricatura pra dar a devida ênfase e criar uma figura do que é o disparate de nosso conceito do que para nós se concebe como  "cristãos". Não se trata de nada contra pessoas que por sua história foram ou são padres e freiras exatamente e pelo serviço social, seja na área da educação, saúde que muitos prestaram e prestam à toda a sociedade. Eu sei o que estou falando. Aos católicos sugiro que leiam a postagem até o fim.

No setor mais secularizado da igreja cristã ( graças a Deus ), a igreja evangélica, seja reformada, histórica, carismática, pentecostal, neopentecostal, paraprotestante, onde na medida do possível, das mudanças e adaptações culturais, homens e mulheres se portam como cidadãos mais ou menos normais, se vestem com roupas compradas nas lojas e que são vendidas a toda a população do país onde vivem, o resguardo digamos sensual e erótico é o limite. Dados sobre a mediação das roupas é ignorado na maior parte das vezes pois temos uma educação geral que é ignorante e limitada a todos os níveis. Temos portanto doutores em muitas áreas ignorantes acerca de coisas simples, mesmo porque "mestrado", "doutorado", "pós-doutorado" são especializações nada mais e nada mesmo que isso.

No nosso sistema educacional "mestre" e "doutor" ( exceptuando-se médicos e advogados ) são sujeitos especializados em um tipo de calo do dedo mindinho, do pé esquerdo de pés tortos, o que os torna ignorantes acerca de qualquer assunto fora disso. Vale para pastores com especialização em "cartas paulinas", "administração eclesiástica" e qualquer outra coisa que faculdades teológicas, a exemplo de instituições educacionais seculares, fazem para vender um novo produto no mercado da educação e assim mais do que dar formação, auferir  mais lucros. Tolo quem se fia nisso e faz disso objeto de ostentação ou pior de legitimação cristã.

Voltando ao assunto: a gravata é um símbolo fálico, um pênis ( do latim cauda, rabo, mas ninguém pensa nisso ). Aí temos exibidos com orgulho "pênis" de todos os tipos: com bolinhas, listrados, coloridos, pretos, vermelhos ( !? ) e todos curiosamente  no tamanho que, se os tivéssemos naturalmente, sinceramente nos orgulharíamos ( não estou combatendo a gravata, afinal não é só ela que é fálica em nossas nossas roupas, e se as pessoas não sabem dos todos os detalhes não fazem nenhuma  diferença. Estou sendo didático apenas )

Notem que no conceito e nas normas de algumas igrejas, e por tradição legítima ou exageradamente imposta, ou ainda ridículamente concebida, o comportamento e a exteriorização de um cristianismo passa por coisas artificiais e em nada relacionadas com o conceito da palavra "cristão". Cabelos cortados na moda, pelo mesmo em alguma moda mais aceita, barba feita, etc, etc, ao invés das medievais vestes e  acessórios dos religiosos católicos romanos não nos torna ( e nem a eles ) mais cristãos se realmente não somos. Seria extenso demais percorrermos toda a história religiosa ocidental cristã e tecermos outras cômicas comparações para simplesmente demonstrar por "A" mais "B" que não é o exterior que nos faz cristãos, mas afinal o que é que nos torna cristãos, que transmite às demais pessoas, que somos "cristãos"?

Gostaria de expressar a opinião que cristão é atemporal, ou seja, um cristão do século um e um cristão do século vinte e um são cristãos por terem as mesmas características e não por suas peculariedades temporais e geográficas. Ou seja ser cristão é espiritual e não material, é um vínculo invisível e não exatamente visível no sentido de ser materialmente construído, daí o fato de não poder ser "pirateado", reproduzido com o fim de parecer e poder ser igual. Daí o fato de que mesmo que não pareça ser cristão ( exteriormente ) possa sê-lo, afinal Cristo não parecia ser o Cristo, pois "não  havia nEle nenhuma aparência para que o desejássemos".

É evidentemente que pretensos cristãos sempre tiveram um certo medo de não serem tidos como depravados e até hipócritas eram as vezes cuidadosos em por trás de seus atos obscenos e pecaminosos deixarem-se ostentar uma certa pureza e seriedade. Hoje entretanto na igreja evangélica secularizada ( em certo sentido é bom ao compensar o exagero dos passado ) comete-se frequentemente outros erros que chegam a ser cômicos; homens usam perfumes fabricados pela indústria capazes de causar excitação na mulher mais pudica e mulheres usam roupas tão sensuais que as transformam em modelos, ou ostentam colos, seios, joelhos, pés, mãos e tudo o mais que qualquer homem com taxa hormonal próxima da normal terá a sensação de pescoço grosso sem muito esforço até mesmo dentro da igreja. É claro que no trato com as mulheres a culpa não é exatamente delas, senão não teríamos jamais homens enfermeiros, ginecologistas, etc. Ver a mulher sem reduzí-la a um ser sexual ( pior objeto, órgão sexual, com braços e pernas em volta ) é questão de fato, de educação antes de tudo, que só as roupas por si, de um modo ou de outro não resolvem, apenas reduzem artificial e superficialmente o problema.

Mas vamos ao objeto dessa postagem após essa longa introdução: se ser cristão é ser um cristo menor, um semelhante, temos que ser "cristão" é ser como Ele, fazer o que Ele faria nas mesmas situações e representar  o que Ele, o Senhor Jesus representaria em um encontro com uma pessoa, um ser humano sem salvação e com uma necessidade espiritual e material premente. O que Ele, Jesus fazia, quando andando entre nós?

Ensinava com autoridade. Que autoridade? os sinais acompanhavam os seus ensinos. O Senhor Jesus não era apenas teórico, a cada ensino era apresentada a ação correspondente. Ensinou o perdão e perdôou. Ao descrever o quadro espiritual da maldade ( Satanás, demônios, possessão demoníaca, enfermidades, etc. ) as fazia manifestar diante dos seus espectadores e os expulsava. Várias vezes conversou e permitiu demônios se manifestarem. Portanto não necessariamente na ordem em que exponho nesse "post", mas ENSINAR COM AUTORIDADE acerca das coisas de Deus, é uma elemento exterior do que designaríamos "cristão". Ser teórico, metafísico, acadêmico, todos os demais religiosos o são e muito mais do que os cristãos. Todos declaram coisas "espirituais" sem contudo poder prová-las. O cristão ao contrário, não só pode, mas deve. "Esses sinais seguirão aos que crêem" declarou os Senhor Jesus.

Hoje temos cristãos que afirmam sê-lo com base na sua confissão denominacional, eclesial, reconhecida pelos seus pares. Sou "cristão", "evangélico", "reformado", "calvinista", "arminiano", "anglicano", "luterano", "pentecostal", "batista" se meus pares o reconhecerem em mim. Em nenhum momento  o reconhecimento divino é decisivo prioritariamente em nenhuma dessas  situações. Por ocasião da conversão de Saulo, o Senhor Jesus o enviou a certo homem para que esse o curasse da cegueira advinda daquela gloriosa experiência, não a um concílio, a um colegiado, mesmo porque a igreja não tinha ainda constituído essa complexidade organizacional, embora legítima, artificial. "As minhas ovelhas ouvem a minha voz", afirmara o Senhor Jesus. Há algo de invisível entre Ele e os Seus, quase secreto, individualmente relacional. Essa parece ser a questão.

É claro que  há coisas legítimas como os modelos de governo na igreja moderna, mas uma coisa não substitui a outra. A autoridade do cristão vem dEle Jesus, ao qual afirmara: "Todo poder é me dado nos céus e na terra" e não de outro organismo ou pessoa. Por esse aspecto é legítimo a todo crente romper com a denominação, com os seus pares, com qualquer um que se interponha entre a autoridade do seu legítimo Senhor e si mesmo. Não é a sua denominação que lhe dá autoridade para ensinar a sã doutrina nem contra os demônios e doenças, mas o Senhor Jesus únicamente. Talvez nunca tenha expulsado um demônio e nem curado um enfermo ( há denominações e partidários de determinadas teologias que nem crêem nem em uma nem em outra coisa ) pois nenhuma denominação cristã pode lhe conferir isso.

Não é estranho ver que algumas igrejas pastores nem tentem fazê-lo e para tal se justificam, não bíblicamente, mas teológicamente baseados no que suas denominações, seus pares, seus superiores, que pagam seus salários e lhes bancam a relativa vida cômoda, financiando seus estudos e titulações acadêmicas e até ( pasmem! ) proporcionado-lhes descontos em lojas de auto peças para seus automóveis, concedidos às suas igrejas e denominações. Nenhuma doença sairá do corpo de alguém sob suas ordens nem ao menos uma reles caspa. Os demônios nem se coçarão, até ouvirão a sua "pregação" sem nenhuma autoridade.


Ser cristão não é muitas vezes ser "politicamente correto", trocar elogios e tapinhas nas costas, ou seja nunca dizer a verdade bíblica sob o risco de ser tido como estranho, ultrapassado, inflexível, insensível e de difícil relacionamento. Todos os livros religiosos foram concebidos humanamente e claramente se vêem neles uma preocupação abrangente, ou seja: isso deve se encaixar nisso e naquilo. Livros espíritas, especialmente kadercistas ( eu já fui kadercista ) frequentemente se socorrem de terminologia artificial para dar proximidade ao discurso "científico". Outros livros de outras religiões se socorrem de provérbios com rítmo poético de fácil memorização e apelo emocionais e assim por diante em tantas religiões concebidas humanamente.  A Bíblia é curta e grossa. A Bíblia nos escandaliza. Mesmo no cristanismo não poucas igrejas elegem determinados textos e fogem, omitem, ignoram outras muitas e tantas passagens. 

Eu e mais um outro irmão, O Jorge Isha do Kálamos, divergimos em muitos detalhes, mas concordamos em um acima de todos os demais: a Bíblia é toda ela a Palavra de Deus, gostemos ou não, entendamos ou não, harmonize-se com a nossa compreensão ou não e ponto final. Quando Jesus deixou de dizer algo para não desagradar alguém, abstendo-se de dizer a verdade? Quando altercou entre elogios a sua posição e elogios a posição de alguém? Como é patético o papa, como autoridade máxima da ICAR, vários padres e bispos católicos e pastores anglicanos, luteranos e presbiterianos, serem tão cuidadosos diante da imprensa, de governos, da sociedade, das suas próprias igrejas em nome da verdade.

No caso do arraial cristão evangélico a submissão ao pensamento de honoráveis ( pois tiveram o seu valor ) defuntos cristãos como Lutero, Calvino, os patrísticos ( pais da igreja importantes na organização da teologia cristã )  chega a ser patético. Os seus pensamentos e interpretações estão acima das próprias Escrituras em cuja defesa deram em certa medida as suas próprias vidas. Negam ou afirmam  coisas se somente estiverem alinhadas com uma das interpretações majoritariamente aceitas por grupos organizados de seguidores.

Pensa-se no que se vai falar, no que é mais conveniente e desse modo fica-se desautorizado espiritualmente em se falar algo  em nome de Deus. Deus não pode honrar o que digo temendo o homem e suas opiniões. Milagres não podem ocorrer jamais por intermédio de ministros religiosos com essa postura. Embora se autodenominem cristãos não o são de fato e em realidade, pelo menos diante dos homens. Notemos: não é que não sejam crentes, não são "pequenos cristos" com autoridade e poder de ação de testemunhas de Jesus.

As Escrituras nos dizem que teríamos a "mente de Cristo" significando que teríamos ou deveríamos ter a compreensão das coisas como Ele tem. Desnecessário dizer que isso não coresponde a realidade. Mas como é a Escritura, ou são as Escrituras levianas e mentirosas nesse aspecto? Será que a despeito da educação escolar ,nível social, cultura e tudo o mais saberíamos como por mágica as mesmas coisas? Não, claro que não, mas no que concerne as coisas e situações imediatas teríamos a mesma iluminação. Por exemplo, com relação a legitimação das nem tão novas práticas sexuais e "opções de gênero" todos teríamos a mesma compreensão espiritual, sobre o poder transformador do evangelho, ao invés disso divergimos, convocamos concílios, associações das igrejas tal, representantes disso e daquilo, para nós mesmos decidirmos por maioria qual é a legítima verdade a ser aceita... Agimos como cegos,sem a capacidade de percepção da realidade do ponto de vista divino.

Um "cristão" autêntico têm a percepção espiritual única acerca de algo que seja de Deus ou que não seja de Deus. Simples assim. Não há dúvida sobre o que seja pecado, o que seja acessório, o que seja primordial, etc. O tal cristão verdadeiro crê no relato do Édem sem reservas "teológicas" pois Jesus se referiu ao Édem , a Adão e a Eva, ao dilúvio, etc. Sendo culto ou simples, as Escrituras asseguram que o cristão verdadeiro percebe a realidade com os olhos de Deus e sabe o que fazer acerca dela, não divaga ou consulta os seus pares teológicos. Ele ( O Espírito Santo ) vos guiará em todas as coisas e lhes ensinará (!!). Trata-se de uma idealização? Não, de modo algum, ele até lhes ensinaria a orar e a dizer o que deveria ser dito frente a todos os seus opositores mesmos diante da morte.

Por isso não sou denomiacionista. Não acredito na aprovação e na reprovação de uma denominação visível, pois Deus conhece os verdadeiros cristãos ( não crentes ) e os que vivem como tal com autoridade no mundo espiritual e interferindo no material. Não se pode fabricar um cristão. Não é possível se ter um cristão "pirata", trata-se de uma obra única de Deus, não passível de ser copiada. Crentes todos são convidados a crer porém a vivenciar uma experiência extraordinariamente cristã é outra coisa, útil no Reino, destruindo as obras do diabo no mundo e nas vidas individuais das pessoas. Sendo uma luz sobre o monte, realmente o sal da terra. E se algum de nós não alcança esse nível, a culpa não é da denominação, do líder de determinada igreja, do mundo enfim, pois temos as Escrituras, a mesma e podedrosa Palavra de Deus e com Ele podemos nos relacionar e em amor desejarmos ardetemente ou não sermos o melhor para o nosso Deus.

Visibilidade, referência. Embora as Escrituras deixarem claro que em Jesus não  havia "nenhuma aparência ou formosura" de modo que "o desejássemos", João o apóstolo nos diz que vimos a "Sua glória como a de um unigênito de Deus". Um cristão é um zero a esquerda pela sua não conformidade como mundo mas uma referência naquilo que o mundo não pode dar. Ou seja quando se trata de coisas que o mundo não pode descrever, articular, compreender aí, justamente aí entram o testemunho e a visibilidade do cristão. Olhando para Jesus era alguém absolutamente comum, mas quando começava a ensinar descrevia realidades não tocadas por nenhum outro e fazia coisas inimagináveis nas mesmas situações. O cristão não compete com o mundo, com a ciência, com a comunidade acadêmica, com demais teologias, ele traz uma realidade desconhecida e revelada, portanto incomparável por sua própria natureza.

Finalmente, li recentemente uma opinião e uma referência mais uma vez, e uma crítica digamos observadora e razoável, contra um líder de uma denominação recorrente em incoerências relacionadas à pressuposta fé cristã e históricamente protestante. Não é que não tenha base lógica de ser feita, não é isso. A fixação, na minha opinião desnecessária desse irmão pastor em acompanhar as notícias, repercutí-las e combatê-las é que, na minha opinião, pelo viés dessa abordagem desnecessária. O cristianismo não é denominacional é demonstração de poder, não é retórico e fundamentado em um líder humano. O erro é tentar-se projetar um modelo de cristão ideal, aceitável do ponto de vista humano. Os verdadeiros cristãos ( pelas características alinhadas nessa postagem ) não tem o seu testemunho arranhado por nenhum detalhe ainda que legítimo repercutido via mídia contemporânea ou via fofoca de boca em boca.

Ninguém duvida de Deus ou da autoridade de Sua Palavra ao ser curado, transformado, perdoado, tocado, liberto. E ainda que o mundo vire de pernas para o ar, os assim tocados e alcançados permanecerão fiéis e amando ao Senhor Jesus, saberão da verdade da mensagem que os alcançou e prosseguirão em dar frutos e muitos se tornarão cristãos conforme as características aqui alinhadas. O cristão na concepção bíblica não é desse mundo, não por força da retórica, mas de fato. A sua presença espanca as trevas, modifica o espaço a sua volta, provoca divisão pois as trevas se manifestam e tentam contê-lo, afastá-lo, combatê-lo. O cristão nominal não incomoda ninguém, é aceito, deixado no seu nincho, pois a despeito de sua existência o mundo prossegue em seu caminho. É apenas esquisito, excêntrico, como qualquer outro religioso, merece ser habitante de de um "zoo" religioso, onde cada um tem seu altar garantido na ampla e criativa diversidade. O cristão verdadeiro está descrito no último capítulo do Evangelho de Marcos nas palavras do próprio Senhor Jesus, nem mais nem menos, não de acordo com as nossas conveniências teológicas.

Que o Senhor nos ajude!

Por Helvécio S. Pereira

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