COME TO ME

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A LEI E A GRAÇA



Tenho tido o hábito salutar de a qualquer momento de ócio, meditar em algo das Escrituras. Nesse ato surgem perguntas, questões e respostas. É evidente que essas respostas podem não ser a resposta definitiva, mas apenas etapas de uma compreensão de algo já revelado nas Escrituras. Logo por todos os motivos lógicos, devem ser avaliados e ser apenas um ponto de partida e até de volta ao estado anterior a questão, esquecendo, se assim for o conveniente, a uma aquietação, acomodação, tornando a pergunta e a questão absolutamente irrelevantes. 

Portanto, blog não é púlpito e nem igreja, e eu não sou o pastor, e desse modo responsável por sua alma e conduta, embora o seja se o conduzir ao erro, querendo ou não, e isso definitivamente não quero. A redondeza da terra não pode ser redescoberta e se alguém perceber uma bobagem escrita aqui do ponto de vista estritamente bíblico, por favor, esteja livre para alertar os meus leitores ocasionais ou não, ou ainda mais curiosos.

Bem numa dessas manhãs, enquanto o motorista do meu ônibus o conduz por um trânsito previsível por mais de meia hora, isso foi exatamente hoje, talvez a partir de algo que li nos últimos dias sobre a Graça de Deus, um texto muito bom e bem escrito, citado na minha postagem anterior ( leia portanto os dois, a minha postagem anterior a essa e o texto a que me referi- só irá ganhar...) sobre a lei, mais exatamente a lei bíblica registrada no Antigo Testamento, ou Antiga ou Velha Aliança.

O homem religioso e até o não  religioso, o filosófico, o cientista, o ateu, o agnóstico, vivência o que é lei em sua própria experiência. Lei, independentemente da definição mais dicionária, é algo previsível e sobre a qual quase sempre não de pode ir contra, por impossibilidade última, ou por ineficiência em efetuar outra ação. Vamos a alguns exemplos corriqueiros e divertidos, embora aleatórios, e talvez não os mais inescusáveis.

A lei brasileira e da maioria dos países do mundo assegura o casamento com um só cônjuge, portanto clara e definidamente monogâmico, não adiantando as mais visionárias justificativas antropológicas, biológicas, evolucionistas ou descaradamente safadas. Essa pratica é a única  legal, para tristeza de alguns. Alguém pode tentar, e há os que tentam viver com duas esposas sobre o mesmo teto estranhamente consentidamente, pelas duas mulheres ( no nordeste há um septagenário que conseguiu essa proeza, tudo documentado pela imprensa, as mulheres, os filhos, etc. ). Porém não há a menor garantia de dar certo, muito antes pelo contrário, garantias de problemas a vista. Outro mais afoito homem, hoje mais velhinho, namorou uma das moças de uma família de pai froxo, depois a irmã dela, sem terminar o namoro com a primeira, a terceira e a quarta, e vive com mais de vinte filhos e as quatro mulheres em uma mesma casa, um patriarca as antigas, e aparentemente entre filhos e netos não há nem um ladrão ou assassino, e nem mais um decendente polígamo. 

Calma, não se trata de uma postagem em defesa da prática dos Mórmons, muito pelo contrário, mas apenas para mostrar que certas  regras podem ser quebradas, sem garantia nenhuma de sucesso. Outras como a Lei da Gravidade, embora possa ser "enganada" com aeroplanos, para-quedas, balões, ultraleves,  ou simples pulos e saltos, sempre prevalecerá: ou seja aviões, para-quedas, balões, ultraleves, etc e gente, sempre cairão e se chocarão com o solo, é só questão de tempo. Há ainda uma terceira  e quarta categorias. Cumprir regras por cumprí-las e cumprí-las por dedicação e amor a uma autoridade sobre si, um rei, um deus, tomando emprestadas da antiguidade a relação entre soberanos e servos, ou a familiar ou sanguínea, entre pais e filhos.

Essa diferença sutil fica evidenciada no relato que registra o encontro do Jovem Rico com o Senhor Jesus. O Jovem Rico dissera de si mesmo que já cumpria os conhecidos mandamentos bíblicos desde a sua infância. O Senhor Jesus na Sua resposta, confrontando-o, provou duas coisas: primeiro não cumpria realmente como achava os mandamentos e que não amava nem aos pobres e nem a Deus para segui-Lo ( Jesus era o próprio Deus ). Erroneamente ao longo dos séculos a lição tirada do episódio tem sido só o não amor às riquezas ( lei negativa ) mas Jesus ditou duas  leis positivas: amar aos pobres ( ao próximo ) e a Deus ( Ele mesmo ), obviamente não entendidas pelo triste Jovem Rico.

Voltando ao exemplo do casamento: casar com um só cônjuge não garante o sucesso e a benção  do casamento. Alguns tentam várias vezes, com uma companheira ( o ) de cada vez e nada acontece e culpam a regra, a lei. Obedecer a regra, a lei, pois a um Ser pessoal, que a instituiu e a comunicou é que faz a diferença. Fato é que nós seres humanos gostamos de fazer regras para os outros, de obedecer as vezes a que fazemos para nós mesmos e menos as que os outros fazem para nós. Há regras nos esportes, nos jogos, nos clubes, nos espaços de convivências, nos contatos sociais, e nos costumes do dia a dia, sacralizados pelas culturas, e também, claro nas diversas e tão heterodoxas entre si, as religiões.

Deus criou regras. Regras e leis para a natureza, errôneamente a chamamos assim para destituí-lo da autoria da Sua  criação, e leis para a conduta humana. Há leis positivas e negativas, tipo "farás" e "não farás" . A pergunta  ( ou perguntas equivalentes ) que se fazem são  as seguintes, já que mesmo como cristãos tendemos ora para legalismo extremo, ora para o ôba-ôba:  A graça aboliu a lei? A lei deve ser ainda observada? Se a lei não salva qual a sua serventia?

A lei no Antigo Testamento encontra-se registrada no livro de Levítico² e claramente ordenada a Israel como nação e a seu povo, os israelitas e portanto judeus como nação  religiosa e teocrática. Já os Dez Mandamentos como princípios são permanentes fato observável na prática em todo o mundo incluindo um sétimo dia de descanso e valores e práticas salutares às relações humanas que embora complexas possuem uma raiz simples e irretocável no que lá está registrado como, repetindo, princípio.  

A impossibilidade da lei como elemento de reconciliação e salvação se dá não só pelo fato de sermos incapazes de cumprí-la segundo os altos padrões divinos, mas pelo fato de sermos seres nascidos separados de Deus por herança da queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva no Édem. Obedecendo a lei viveríamos no Édem, ou enchendo a terra , sem a queda, mas não com ela. Os nossos pais deixaram de obedecer a Deus na sua ordem positiva, comer de toda a erva como mantimento e do fruto da árvore da Vida e deixaram-se levar pela desconfiança de Deus, experimentando o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, por sugestão satânica. 

O pecado como tendência a rebeldia nos deixou vulneráveis e não confiáveis aos planos  e vontade de Deus. Como prova desse fato, a não ser Jesus homem, Filho do homem, nenhum outro homem cumpriu na íntegra a perfeita vontade de Deus ( leia toda a sua Bíblia e procure na vida de cada um se isso de fato aconteceu ). Sobre Enoque, lemos que "Enoque andou com Deus e Deus para si o tomou" mas com certeza Enoque não foi perfeito em toda a sua vida, embora indubitavelmente mais bem sucedido que qualquer um de nós. Outros "não mortos", excessões em toda a espécie humana, segundo as Escrituras, foram Elias e Moisés e deles sabemos de algumas de suas falhas. Que dizer do grande e inigualável Davi e de seu também inigualável filho Salomão?

A lei é boa, como princípio, como parâmetro, como indicativo e o Senhor Jesus a resumiu  para não haver margem a alguma dúvida: "Amar a Deus sobre todas as coisas e a seu próximo com os si mesmo". Portanto em qualquer dilema da vida cristã, ou ainda no que se referem às  "coisas de César", a boa lei de Deus explicitada pelo Senhor Jesus, nos habilitam a melhor decisão. Não para sermos salvos, pois pela perseguição em cumprí-la integralmente cada um de nós apenas comprovaria a nossa ineficácia em sermos perfeitos não só na sua pretensa obediência como na sua concretização, mas livres e restituídos ao franco recebimento por parte do Pai, podemos sim vê-la cumprida no dia a dia, através dos nossos atos, se não formos relápsos e néscios. 

Vale a pena as relermos, cada uma delas, e verificando se o nosso padrão de conduta como  cristãos, não está abaixo do que lá foi proposto a Israel como princípio inicialmente, e por extensão a todos os povos da terra. Portanto toda novidade assemelhada aos judaizantes ¹ do tempo de Paulo devem ser refutados e enfatizada os aspecto da Graça de Deus tão claramente exposta através dos Evangelhos pela própria pregação e ensino do Senhor Jesus.

Por Helvécio S. Pereira
_______________
1 Judaizantes são pessoas que, não sendo geneticamente israelitas, nem tendo passado por uma conversão formal ao judaísmo, seguem partes da religião e tradição judaicas.

O termo foi usado no Novo Testamento para referir aos cristãos hebreus que requiram que os cristãos gentios seguisse leis mosaicas.

A antiguidade e a mística do judaísmo atrai muita gente. São vários grupos em todos os continentes que observam práticas judaizantes. Normalmente clamam uma descendência judaica obscura e impossível de confirmar. Como é o caso do Israelismo Britânico no Reino Unido, que dizem ser descendentes das tribos perdidas de Israel e que a família real britânica é descendente de David. Ou dos Judíos Índios do México, que clamam serem descendentes de Luis de Carvajal.

No Brasil existem grupos protestantes, na maior parte Pentecostais e Adventistas, que clamam descendência marrana e tentam provar por genealogias e clamando ter costumes judaicos (na maior parte dos casos os costumes são de judeus askenazitas, da Europa oriental e não dos judeus sefarditas da Ibéria).

O Cristianismo desde de Paulo e o Concílio de Jerusalém condena que imposições judaizantes sejam praticadas por gentios. Ainda no século IV em oitohomílias Adversus Judaeos (Contra os Judaizantes), João Crisóstomo (347 - 407) prega contra essa doutrina.

O Judaísmo também vê essa prática como um sacrilégio ao suas tradições sacras.
________________
2 Levítico é o terceiro livro da Bíblia. Faz parte do Pentateuco, os cinco primeiros livros bíblicos, cuja autoria é, tradicionalmente, atribuída a Moisés. Recebe essa denominação porque contém a Lei dos sacerdotes da Tribo de Levi, a tribo de Israel que foi escolhida para exercer a função sacerdotal no meio do seu povo.

É um dos livros do Antigo Testamento da Bíblia e possui 27 capítulos. Os judeus chamam-no Vayikrá ou Vaicrá. Basicamente é um livro teocrático, isto é, seu caráter é legislativo; possuí, ainda, em seu texto, o ritual dos sacrifícios, as normas que diferenciam o puro do impuro, a lei da santidade e o calendário litúrgico entre outras normas e legislações que regulariam a religião.

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